Publicação fixa: Argumentos lógicos X tratados teológicos

Meus textos questionando o sistema religioso e as mentiras do cristianismo são sempre com argumentos de raciocínio lógico, porque para mim vale o que está escrito sem interpretações humanas, sem oráculos para traduzir o texto... Continue lendo.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Não volte a pecar, para que algo pior não lhe aconteça

Up. Publicado originalmente em 2/ago/2011

P.S.: Resumindo, se acontece uma coisa ruim e você anda certinho, é provação, mas se você NÃO é fiel nas pequenas coisas, é castigo. #simplesassim.

E para quem pensa que no tempo da graça não há castigo pelo pecado, veja o que Jesus disse ao paralítico que ele curou: "Mais tarde Jesus o encontrou no templo e lhe disse: 'Olhe, você está curado. Não volte a pecar, para que algo pior não lhe aconteça'." Jo5.14

"Gálatas 6.7: ‘Não se deixam enganar: do Eterno não se zomba. Pois o que o homem semear, isso também colherá’. Não só as sementes que plantamos voltam para nós, mas também retornam em medida muito maior que aquela em que a plantamos. Oséias 8.7 afirma: ‘Eles semeiam vento e colhem tempestade’.” Cindy Jacobs

Por isso Jesus convoca: "Arrependam-se, abandonem seus pecados e voltem para o Eterno, pois o Reino do Céu está próximo!" Mt4.17

E não esqueça de que: “Todo aquele que pratica o pecado transgride a Torah [Pentateuco]; de fato, O PECADO É A TRANSGRESSÃO DA TORAH.” 1Jo3.4

[grifos meus]

Leia também: 'Tudo o que o homem semear, isso ceifará..."
"Em Galátas 6.7-10:  'Não erreis: Elohim não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará. Porque o que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna. E não nos cansemos de fazer bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido. Então, enquanto temos tempo, façamos bem a todos, mas principalmente aos domésticos da fé'." Continue lendo.

P.S.2:  Triste ver pessoas sofrendo por causa de erros graves e não se arrependerem. Ah, na teologia delas não há castigo, só graça. #rasgaabiblia. Como eu sei que não se arrependeram? Simples, porque deveriam ter desfeito o que fizeram e isso não aconteceu. Se tivessem feito isso creio que não estivessem sofrendo tanto até agora. Mas preferiram ouvir a teologia da graça barata ao invés de ouvir os profetas. Triste, muito triste.


Leia também

Dor de barriga: onde foi que eu errei?

Up. Publicado originalmente em 30/dez/2010

Refletindo mais um pouco sobre a Síndrome de querer ser como Jó, gostaria de contar o que eu faço quando acontecem tragédias na minha vida.

Aqui em casa dor de barriga não é simplesmente dor de barriga. Não perguntamos somente o que comemos no dia anterior. Nossa primeira pergunta é a causa espiritual da dor de barriga.

Quando passo por tragédias, como enfermidades, problemas familiares, problemas financeiros, enfim, qualquer tragédia, por menor que seja, paro e pergunto ao Eterno: “Onde foi que eu errei?” E aguardo a resposta.

Interessante que se realmente fiz alguma coisa errada e estou sofrendo as consequências a resposta vem bem rapidinho. Lembro do que eu fiz e me arrependo, peço perdão e procuro não repetir o erro.

Às vezes eu não fiz nada de errado e tenho discernimento de que estou sendo alvo de ataque do inimigo, por causa do meu ministério. E essa resposta também vem rapidinho. Por isso faço guerra preventiva todos os dias.

Mas quando é provação é um pouco mais complicado. Eu oro, pergunto onde foi que errei, espero, espero e vou confessando tudo, até o que não fiz. Faço uma avaliação criteriosa das minhas ações e pensamentos naquela situação, penso, penso, medito, quase quebro a cabeça, e espero a resposta. Ouço acusações das pessoas, peso minha consciência, converso muito com o Pai. Bem parecido com o que Jô viveu. E um dia a resposta vem e entendo tudo.

Nossa ignorância nesses assuntos não nos permite passar por provações de maneira mais tranquila ou madura. Eu até tento não murmurar, não reclamar, faço tudo para tirar uma boa nota, para não ser reprovada e ter que realizar a prova de novo. Mas não é fácil. O mais difícil é entender que a situação é uma provação. Se entendêssemos logo no início seria muito mais fácil vigiar. Mas procuro aprender as lições para estar mais preparada na próxima “avaliação do bimestre”, torcendo para que chegue logo o final dos “anos letivos”. Afinal, dor de barriga não dá uma vez só.

P.S.1: "Resumindo, se acontece uma coisa ruim e você anda certinho, é provação, mas se você não é fiel nas pequenas coisas, é castigo. #simplesassim." (via Twitter)

P.S.2: Para quem pensa que no tempo da graça não há castigo pelo pecado, veja o que o Messias disse ao paralítico que ele curou: "Mais tarde o Messias o encontrou no templo e lhe disse: 'Olhe, você está curado. Não volte a pecar, para que algo pior não lhe aconteça'." Jo5.14

"Gálatas 6.7: ‘Não se deixam enganar: do Eterno não se zomba. Pois o que o homem semear, isso também colherá’. Não só as sementes que plantamos voltam para nós, mas também retornam em medida muito maior que aquela em que a plantamos. Oséias 8.7 afirma: ‘Eles semeiam vento e colhem tempestade’.” Cindy Jacobs

Por isso o Messias convoca: "Arrependam-se, abandonem seus pecados e voltem para o Eterno, pois o Reino do Céu está próximo!" Mt4.17

E não esqueça de que: “Todo aquele que pratica o pecado transgride a Torah [Pentateuco]; de fato, O PECADO É A TRANSGRESSÃO DA TORAH.” 1Jo3.4

Você não foi esquecido

"O ETERNO te abençoe e te guarde; o ETERNO faça resplandecer o seu rosto sobre ti e te conceda graça; o ETERNO volte para ti o seu rosto e te dê paz." Nm6.24-26


Watoto Childrens Choir

Not Forgotten
Hillsong Kids
Israel Houghton / Aaron Lindsey

I am not forgotten
God knows my name
He knows my name
Light over darkness
Strength over weakness
Joy over sadness
He knows my name
Father to the fatherless
Friend to the friendless
Hope for the hopeless
He knows my name
I will praise you
I will praise you
For I am fearfully and wonderfully made

"Eu não sou esquecido
Deus sabe o meu nome
Luz sobre as trevas
Força sobre a fraqueza
Alegria sobre a tristeza
Ele sabe meu nome
Pai do órfão
Amigo do solitário
Esperança do aflito
Ele sabe meu nome
Eu te louvarei
Pois de maneira assombrosa e maravilhosa fui criado"

domingo, 3 de junho de 2012

Diretas 14

"Amo ver a unidade na diversidade na prática. Cada um exercendo e desenvolvendo o seu dom. Umas cozinham (praticamente um campeonato de dotes culinários, rsrs), outras levam a roupa suja do bebê e trazem no dia seguinte limpinha e passada. Outras dão banho no bebê. Outra planta árvores. Outro doa mudas de plantas e adubo para o jardim. Uma até ganha dom provisório de faxina (eu, rsrsrs, e ainda conseguir abstrair de algumas "monkices"). Simplesmente é o Reino sendo exercido naturalmente. É vida! E o mais legal disso tudo é que não há um sistema por trás delegando tarefas. Quem precisa de sistema?"

"Eu não sou desviada, o sistema religioso é que se desviou da verdade. E eu tô fora disso!"

"Uma das coisas sinistras na desconstrução é perceber que de tanto ouvir uma mentira ela se tornou verdade e aí a gente descobre que algumas coisas que podia jurar que estavam na Bíblia, simplesmente não estão, nem em meio versículo, tipo morar no céu e o domingo substituir o sábado."

"O problema não é sentir inveja, todos têm uma dose pequena desse mal. O problema é concentrar todas as forças para destruir o invejado. Querer ser igual é até normal, mas querer ser a própria pessoa, tentar roubar a vida do invejado? Aí complica, e muito. Porque isso pode até causar a morte do invejado."

"Vi no Facebook: 'Você é vegetariana e usa bolsa de couro?! Sério?!'. Amei. Odeio incoerência. Eu criaria a versão: 'Você é ambientalista e come frutos do mar?! Sério?!' "

Receitas e dicas 54: Falafel de forno

Já falei que odeio fritura. Mas amo falafel. Fiz duas ou três vezes frito, mas desisti e resolvi fazer assado. Procurei receitas e até encontrei algumas poucas. Aliás, receitas de falafel na internet, frito ou de forno, são muito diferentes umas da outras, uma variedade enorme, difícil escolher uma só, por isso acabei misturando todas e escrevi a minha receita.
Voltando às receitas de falafel assado, uma usava grão-de-bico em lata (industrializado? nem pensar). As outras usavam o grão-de-bico cru, que apenas tenha ficado de molho, muito parecido com o falafel frito. Tentei fazer assim, com o grão-de-bico cru, mas não gostei do resultado.
E uma das receitas usou grão-de-bico cozido porque faltou tempo para deixar de molho (isso eu não entendi, porque deixo de molho antes de cozinhar). E a autora dizia que o cru ficava melhor no falafel frito, e o cozido ficava melhor no falafel de forno.
Então comecei a testar, fiz adaptações e finalmente consegui acertar a receita de falafel de forno e concordo plenamente com a última receita, falafel de forno fica muito melhor com grão-de-bico cozido.
Servi como acompamento de cordeiro assado. Ai, melhor nem comentar, ficou tudo de bom.
Então, segue a receita. Se você não tem todos os temperos, não tem problema, use o que tiver na hora, mas para mim hortelã, curry e pimenta são fundamentais.

Ingredientes
500 kg de grão-de-bico
2 folhas de louro
3 dentes de alho
1 cebola
hortelã, salsa, coentro, manjericão, alecrim, a gosto
suco de 1 limão
2 colheres de azeite para a massa e azeite para untar
2 ovos
2 colheres de farinha de trigo, de preferência integral
curry, pimenta-do-reino, páprica doce, páprica picante, raiz forte, a gosto
1 colher de sopa de pasta de gergelim (tahine)
sal a gosto
sementes de gergelim para finalizar

Como fazer
Deixar o grão-de-bico de molho de um dia para o outro, seria bom trocar a água pelo menos duas vezes. Eu uso as dicas do texto sobre grãos de molho.
Lavar o grão-de-bico e cozinhar na panela de pressão por 10 a 15 minutos depois da pressão, com água suficiente para cobrir o grão-de-bico. Eu coloco duas folhas de louro.
Deixar esfriar um pouco.
Triturar o grão-de-bico no processador ou liquidificador, junto com os temperos verdes, a cebola, o alho, o suco do limão, e 1/2 xícara da água do cozimento do grão-de-bico.
Em uma tigela, bata os ovos e depois acrescente a massa do grão-de-bico e os outros ingredientes, menos as sementes de gergelim.
Misture tudo e despeje em uma travessa untada com azeite.
Espalhe sementes de gergelim por cima.
Asse por 30 a 45 minutos em forno médio baixo.
Sirva ainda quente.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Redimindo o vinho: porque vinho é alimento, não bebida alcoólica

Estar livre do sistema nos faz repensar alguns conceitos errados que incutiram na nossa mente. E um dos conceitos é sobre o vinho, que apesar de não ser proibido pela Torah (Lei, Pentateuco), muitos líderes religiosos condenam a bebida e eu já pensei assim também e fiquei muito tempo sem beber vinho. Mas depois de muita reflexão, oração, leitura da Torah e observação da sociedade, para mim o vinho foi redimido e hoje sou livre para beber minha taça diária de vinho. Amando ser livre.

Sei que há a questão cultural, que infelizmente no Brasil, país da cerveja e do refrigerante, o costume de beber vinho não é tão comum. E o vinho foi classificado como bebida alcoólica e não como alimento, como acontece em alguns países da Europa e América do Sul. Há projetos de lei para mudar isso, mas ainda não foram aprovados, o que acarretaria em diminuição de impostos, então, a briga é financeira, já sabem como é, né?

Para quem quiser saber mais sobre o assunto, há alguns textos na internet, e este aqui é bem interessante e completo:
"Subsídios para projeto de lei
O vinho como alimento saudável
Dados iniciais para sustentar proposta de alteração da legislação vinícola brasileira e para classificar o suco de uva como alimento para cesta básica"

Projeto de Lei “Vinho como Alimento”

Sim, continuo a favor da proibição de propagandas de cerveja, continuo combatendo as drogas lícitas que causam a epidemia nacional de dependência química ao álcool (já li uma pesquisa mostrando que mais de 50% dos internos em clínicas de recuperação são viciados em álcool e que é mais fácil recuperar um viciado em drogas ilícitas pesadas do que um viciado em álcool, uma droga lícita). É um problema social que as autoridades não querem enxergar, porque continuam permitindo propagandas na TV.

A ironia é que, enquanto o vinho é classificado como bebida alcoólica, a cerveja não, e por isso as propagandas de cerveja são permitidas ainda, mas não há propaganda de vinho.

Enfim, consegui separar vinho de outras bebidas (P.S.2), entendi que o vinho não faz parte deste problema social que enfrentamos no Brasil. Entendi que o público do vinho e o público da cerveja e outras bebidas são muito diferentes, há um comportamento social diferente nas duas classes (veja P.S.1 no final). Mas continuo contra as propagandas na TV, principalmente por causa das crianças e jovens.

E infelizmente mesmo a questão cultural no Brasil resultou na falta de costume de beber vinho às refeições, não herdamos esse bom hábito nossos colonizadores, que pena. Com isso o Brasil se tornou o país do refrigerante, que não tem nada de nutriente e só faz mal à saúde, e da cerveja, que as pessoas bebem sem limite, como se fosse água e causa tantos problemas sociais como acidentes de trânsito e violência.

Essa questão cultural ficou bem evidente em uma situação que vivenciamos recentemente. Eu e meu marido fomos à Floresta da Tijuca e ficamos sentados, lendo e curtindo a natureza. E perto de nós havia um grupo de brasileiros fazendo churrasco. E em outra mesa havia um grupo falando francês, logo vou chamá-los de franceses, rsrs. Na mesa dos franceses havia uma garrafa de vinho. O grupo no início era pequeno, apenas uma família, mas logo foram chegando mais duas famílias e cada uma trazendo uma garrafa de vinho. Na mesa dos brasileiros havia, lógico, refrigerantes cheios de açúcar, corantes e outros "antes". E nós dois ficamos ali olhando tristes para as duas mesas. Tive vergonha de ser brasileira.

P.S.1: Claro que tem gente que não tem domínio próprio, come demais, bebe demais. E assim como não vou deixar de comer por causa deles, não vou deixar de redimir e beber meu vinho por causa deles também. E educação vem de berço e gula é pecado. E como disse minha irmã: "Bebe quem pode e se controla quem tem juízo!". E como sempre digo, tem gente que bebe vinho, mas eu provo vinho, uma taça é o meu normal.

P.S.2: Texto muito claro sobre isso: Vinho, Álcool e Alcoolismo
Destaquei um trecho:
"Os documentos da Organização Mundial de Saúde, da Comunidade Européia e da Organização Pan-Americana de Saúde não fazem distinção entre os diferentes tipos de bebidas. Mas elas existem e são significativas. No Brasil, por exemplo, o consumo de álcool se dá 10 vezes mais na forma de cerveja e destilados do que de vinho3. Do mesmo modo que os analgésicos, as bebidas alcoólicas têm diferenças entre si. O Ácido Acetil-Salicílico (Aspirina®), a Dipirona (Novalgina®) e o Paracetamol (Tylenol®) são todos analgésicos, mas com metabolismo e para-efeitos diferentes. Do mesmo modo vinho, cerveja e destilados são todos bebidas alcoólicas, mas com comportamentos diferentes. Vários estudos na literatura científica mostram diferenças importantes entre benefícios e danos causados por vinho, cerveja e destilados. Comentarei alguns."

E este aqui também está perfeito: Alcoolismo e Vinho:
Destaquei um trecho também:
"Para elucidar este assunto, por vezes polêmico em alguns meios e desconhecido em outros, reproduzimos aqui, ipsis litteris, o que diz Adolfo Lona na ZH de hoje, 17/03/2012, à pág. 3 do caderno Gastronomia:
'Em meus longos 24 anos transcorridos desde o primeiro curso de degustação feito na De Lantier em junho de 1988, somente uma vez, poucos dias atrás, um desavisado me perguntou: 'Vocè não acha que ensinar a beber é uma forma de estimular o alcoolismo?'.
Quanto descolhecimento das noções básicas da importância da vitivinicultura na cultura das nações e em especial, da forma de consumo de vinhos e espumantes.
Quem se aproxima do vinho e dos espumantes o faz procurando o praqzer que proporcionam as belas cores, os convidativos aromas e o característico sabor. Perceber que é possível, sem ser um expert ou técnico, identificar as diferenças entre as características dos vinhos é algo surpreendente.
O vinho é uma bebida social: deve ser saboreado em companhia. Não tem nada mais chato do que beber um bom vinho sozinho. É como dançar com a irmã, não tem graça.
O vinho é uma bebida gastronômica, precisa conviver harmoniosamente com os alimentos. Por isso o vinho está inserido nos hábitos gastronômicos milenares dos europeus.
O vinho é uma bebida cultural. Quem se aproxima logo descobre o mundo de informações sobre castas, regiões, tipos, marcas, etc. que existem a disposição. E ao conhecê-las ganha saber, cultura. O vinho é uma bebida que tem raízes fundas e firmes com as regiões produtivas e sua gente. Desperta sentimentos fraternos, estimula a amizade, os relacionamentos, une as pessoas em torno dele. Por fim a cultura do vinho é tão imensa que parece misteriosa, nunca sabemos tudo, sempre descobrimos algo novo. Por todas estas e outras razões é que o vinho não está associado ao alcoolismo e sim à moderação'."

terça-feira, 15 de maio de 2012

Receitas e dicas 53: luvas para limpeza e capa para vassoura

Virei inventora. Queria varrer a casa e passar pano molhado ao mesmo tempo, enrolando o pano na vassoura e amarrando para não sair. Mas o pano saía do lugar o tempo todo.
Um dia depois acordei com a ideia na cabeça: fazer uma capa para a vassoura, tipo uma saia. E ao mesmo tempo veio a ideia de fazer uma luva para limpeza dos móveis. Até procurei na internet, mas não encontrei luvas do jeito que queria.
Então comprei toalhas baratinhas, peguei agulha e linha e mãos à obra.
Usei toalha de rosto para a capa da vassoura e tolha de visita para as luvas. Cada toalha dá para duas peças vira uma peça (se fizer duas ficam pequenas) É muito simples, cortei as toalhas ao meio, dobrei e costurei nos lados e coloquei um elástico na capa da vassoura. Arredondei também os cantos das luvas.
Costurei à mão mesmo e usei linha de crochê.
Eis o resultado: