"Diga-me o que está lendo e direi quem você é."
"Lê tudo que encontrares, mas não creias em tudo o que leres." Petrus Alphonsi
"Os livros não mudam o Mundo, quem muda o Mundo são as pessoas. Os livros só mudam as pessoas." Mario Quintana
"Quem lê nunca está só." Helder Simone
"Uma casa sem livros é como uma casa sem janelas." Horace Mann
Fonte
Um pouco de tudo, muito sobre mim, meu olhar sobre o mundo, minhas dicas culinárias e meu caminho de teshuvah. Penso, logo questiono. Questiono, logo incomodo. A certeza de estar no caminho certo e a sensação de que "tem alguma coisa errada" de-sa-pa-re-ceu.
Publicação fixa: Argumentos lógicos X tratados teológicos
Meus textos questionando o sistema religioso e as mentiras do cristianismo são sempre com argumentos de raciocínio lógico, porque para mim vale o que está escrito sem interpretações humanas, sem oráculos para traduzir o texto... Continue lendo.
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Minha não. Eu não tenho senhora, eu tenho Pai!
Uma praga invadiu a boca do brasileiro. Está na boca de todos, crentes e não-crentes. Até de pastores durante o sermão. A praga é a expressão "nossa!" Sempre que ouço isso, rejeito logo: "Minha, não. Eu não tenho senhora, eu tenho Pai!"
Muitos argumentam que é uma interjeição, que não tem nada a ver (olha ele aí de novo) com a invocação das senhoras. Mas a verdade é que temos o costume de reduzir frases ou palavras. Um exemplo é que antigamente falava-se vossa mercê, que virou vosmicê, ontem passou a ser você e hoje, nos bate-papos da internet, é simplesmente vc. E a geração atual esquece da história e pensa que sempre foi assim: você.
Aconteceu da mesma forma com "nossa senhora" (às vezes com o nome completo de alguma delas) e "nossa mãe do céu". Hoje é simplesmente "nossa" e muitos esquecem de onde surgiu a expressão.
A televisão se encarrega de espalhar a praga por todo o país. E funcionou. Os filmes também contribuem para isso. Às vezes, quando ouço a expressão em um filme, volto e coloco a legenda em inglês, e para minha surpresa, no original está "my God" (meu Deus) ou então "uau" e eles traduzem como "nossa".
Estive no ano passado em um curso com mais de cem pessoas evangélicas de quase todos os estados do Brasil. E do Norte ao Sul, Sudeste ao Nordeste, as pessoas usam essa expressão. Também passei uns dias no interior de São Paulo e convivi com duas crianças, filhas de pastor. A mais velha usava a expressão "nossa" em praticamente toda frase que falava.
Eu não agüento, meus ouvidos doem. E às vezes acabo falando para a pessoa: "Minha não. Eu não tenho senhora, eu tenho Pai!" Algumas não entendem, perguntam sobre o que estou falando. Quando explico que a expressão que elas usam, "nossa", é uma invocação de demônio, elas sempre argumentam de que é uma simples interjeição. Uma pessoa me perguntou o que devia falar então! Muitas nem sabem que falam isso o tempo todo, ficam surpresas e dizem que falam sem perceber.
O caso mais curioso que vivi foi quando um jovem que chamei a atenção para isso que ele falava e ele me disse que entendia isso e que já havia sido curado, e o que ele falava é "nosso" - referindo-se a nosso Pai do Céu, mas quando ele falava rápido, e ele usava muito a expressão, não se entendia "nosso", mas sim "nossa".
Eu rejeito porque quando falam "nossa" comigo, significa que estão me incluindo, aí, eu não posso aceitar e continuo respondendo: "Minha não. Eu não tenho senhora, eu tenho Pai!" Meu único Soberano é o Eterno. A Ele a glória para sempre!
Mas não se desespere. Se esse é o seu caso, há cura, há solução. A primeira atitude que você deve tomar é vigiar suas palavras. Um vício de linguagem só é eliminado quando temos consciência dele. Se falamos sem pensar, se estamos no automático, dificilmente vamos perceber que usamos um vício de linguagem.
Então, quando perceber que falou essa expressão ou outra que queira eliminar da sua vida, imediatamente repreenda isso, em nome do Messias e peça perdão ao Eterno.
E todas as manhãs ore estes textos bíblicos:
Salmo 141.3: "Coloca, Pai, uma guarda à minha boca; vigia a porta de meus lábios."
Salmo 19.14: "Que as palavras da minha boca e a meditação do meu coração sejam agradáveis a ti, ó Eterno, minha Rocha e meu Resgatador!"
E que no nosso falar seja como diz em Efésios 5.19,20: "Falando entre si com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando e louvando de coração ao Senhor, dando graças constantemente ao Pai por todas as coisas, em nome do Messias de Nazaré."
Leia também:
Mentiras sutis
O batismo com água não transforma a língua
Pai, lava minha boca com sabão, põe brasa na minha língua e purifica
Você ama seu filho?
E por falar em músicas... profanas
Mentiras nada sutis
Muitos argumentam que é uma interjeição, que não tem nada a ver (olha ele aí de novo) com a invocação das senhoras. Mas a verdade é que temos o costume de reduzir frases ou palavras. Um exemplo é que antigamente falava-se vossa mercê, que virou vosmicê, ontem passou a ser você e hoje, nos bate-papos da internet, é simplesmente vc. E a geração atual esquece da história e pensa que sempre foi assim: você.
Aconteceu da mesma forma com "nossa senhora" (às vezes com o nome completo de alguma delas) e "nossa mãe do céu". Hoje é simplesmente "nossa" e muitos esquecem de onde surgiu a expressão.
A televisão se encarrega de espalhar a praga por todo o país. E funcionou. Os filmes também contribuem para isso. Às vezes, quando ouço a expressão em um filme, volto e coloco a legenda em inglês, e para minha surpresa, no original está "my God" (meu Deus) ou então "uau" e eles traduzem como "nossa".
Estive no ano passado em um curso com mais de cem pessoas evangélicas de quase todos os estados do Brasil. E do Norte ao Sul, Sudeste ao Nordeste, as pessoas usam essa expressão. Também passei uns dias no interior de São Paulo e convivi com duas crianças, filhas de pastor. A mais velha usava a expressão "nossa" em praticamente toda frase que falava.
Eu não agüento, meus ouvidos doem. E às vezes acabo falando para a pessoa: "Minha não. Eu não tenho senhora, eu tenho Pai!" Algumas não entendem, perguntam sobre o que estou falando. Quando explico que a expressão que elas usam, "nossa", é uma invocação de demônio, elas sempre argumentam de que é uma simples interjeição. Uma pessoa me perguntou o que devia falar então! Muitas nem sabem que falam isso o tempo todo, ficam surpresas e dizem que falam sem perceber.
O caso mais curioso que vivi foi quando um jovem que chamei a atenção para isso que ele falava e ele me disse que entendia isso e que já havia sido curado, e o que ele falava é "nosso" - referindo-se a nosso Pai do Céu, mas quando ele falava rápido, e ele usava muito a expressão, não se entendia "nosso", mas sim "nossa".
Eu rejeito porque quando falam "nossa" comigo, significa que estão me incluindo, aí, eu não posso aceitar e continuo respondendo: "Minha não. Eu não tenho senhora, eu tenho Pai!" Meu único Soberano é o Eterno. A Ele a glória para sempre!
Mas não se desespere. Se esse é o seu caso, há cura, há solução. A primeira atitude que você deve tomar é vigiar suas palavras. Um vício de linguagem só é eliminado quando temos consciência dele. Se falamos sem pensar, se estamos no automático, dificilmente vamos perceber que usamos um vício de linguagem.
Então, quando perceber que falou essa expressão ou outra que queira eliminar da sua vida, imediatamente repreenda isso, em nome do Messias e peça perdão ao Eterno.
E todas as manhãs ore estes textos bíblicos:
Salmo 141.3: "Coloca, Pai, uma guarda à minha boca; vigia a porta de meus lábios."
Salmo 19.14: "Que as palavras da minha boca e a meditação do meu coração sejam agradáveis a ti, ó Eterno, minha Rocha e meu Resgatador!"
E que no nosso falar seja como diz em Efésios 5.19,20: "Falando entre si com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando e louvando de coração ao Senhor, dando graças constantemente ao Pai por todas as coisas, em nome do Messias de Nazaré."
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Mentiras sutis
O batismo com água não transforma a língua
Pai, lava minha boca com sabão, põe brasa na minha língua e purifica
Você ama seu filho?
E por falar em músicas... profanas
Mentiras nada sutis
domingo, 11 de outubro de 2009
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Apócrifo
Sem olhar no dicionário, responda o que significa a palavra apócrifo. Pense.
Para minha supresa, o prefácio do livro Apócrifos e pseudo-epígrafos da Bíblia, em promoção na Erdos, revela que a palavra apócrifo significa SECRETO (apokruphoi).
É, nós somos muito ignorantes e fomos enganados por muito tempo. Bastaria uma simples consulta ao dicionário e saberíamos o verdadeiro significado.
Neste momento de desconstrução estou descobrindo isso, que muita coisa a gente não sabe simplesmente por desconhecer o significado das palavras, apenas isso.
Está na hora de abrirmos os olhos e desmascarar o engano.
E por falar nos livros secretos, a leitura está sendo esclarecedora e surpreendende. Vou postar algumas curiosidades aqui, aguardem.
Leia também
O tamanho da nossa ignorância
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Shabat shalom, descanso com paz
" 'Se você vigiar seus pés para não profanar o sábado e para não fazer o que bem quiser em meu santo dia; se você chamar delícia o sábado e honroso o santo dia do Eterno, e se honrá-lo, deixando de seguir seu próprio caminho, de fazer o que bem quiser e de falar futilidades, então você terá no Eterno a sua alegria, e eu farei com que você cavalgue nos altos da terra e se banqueteie com a herança de Jacó, seu pai.' É o Eterno quem fala." Isaías 58.13,14
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
4/out - Dia de Oração pela Paz em Jerusalém
"O Dia de Oração pela Paz em Jerusalém (DOPJ) é um movimento de oração global, que reune mais de 150 mil igrejas, de 150 diferentes nações, com um objetivo em comum: orar por Israel, e posicionar cristãos a seu favor, como genuínos parceiros." Leia mais.
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