Publicação fixa: Argumentos lógicos X tratados teológicos

Meus textos questionando o sistema religioso e as mentiras do cristianismo são sempre com argumentos de raciocínio lógico, porque para mim vale o que está escrito sem interpretações humanas, sem oráculos para traduzir o texto... Continue lendo.

sábado, 17 de outubro de 2009

Um minuto pelo Rio de Janeiro

Foto: De Bonis
Um minuto de oração pelo Rio de Janeiro.
Participe desta campanha, é muito simples.

Ore pelo menos um minuto por dia para que o Estado do Rio de Janeiro seja transformado. Escolha um horário fixo e todos os dias faça uma oração pelo Rio de Janeiro.

Sugestão prática: programe no calendário do seu celular para despertar todos os dias no horário escolhido. Assim você não vai esquecer.

Se decidiu participar da campanha, fale conosco, envie seu nome e cidade para o e-mail orepelorio@oficinadelideres.org.br

Campanha lançada oficialmente em 2/out/2007

Saiba mais: http://orepelorio.blogspot.com/

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Ao mestre, com carinho

Professor...

Aos professores, parabéns pelo nosso dia.

E aos falsos professores, que não têm vocação, por favor, procurem outra profissão e parem de nos torturar.

Oração de guerra

"Nós rejeitamos toda maldição, todo feitiço e todo encantamento lançados contra nós. Cancelamos toda palavra de maldição lançada contra nós. Que sejamos cobertos pelo sangue do Cordeiro e escondidos do inimigo. Que toda arma forjada contra nós caia por terra. Que toda seta do inimigo enviada contra nós bata em retirada. E tomamos posse de TODA a vitória que o Messias conquistou na crucificação, na ressurreição e na glorificação."

terça-feira, 13 de outubro de 2009

O livro que marcou minha infância

Ainda em homenagem ao Dia das Crianças e ao Dia Nacional da Leitura.

Sobre Livro: amizade antiga 2, como não ganhei a promoção, postei aqui o meu comentário:

"Li meu primeiro livro quando tinha nove anos, Meu pé de laranja lima, de José Mauro de Vasconcelos, e foi aí que me apaixonei por livros. Despois desse vieram muito outros que marcaram minha infância, mas Meu pé de laranja lima sempre foi o preferido. Quando ficava com saudades, pegava o livro e lia tudo de novo. E ria tudo de novo. E chorava tudo de novo. Perdi a conta das vezes que reli, sei que foram mais de sete, quando parei de contar. Talvez tenha curado alguns traumas e passado por uma infância pobre chorando com a dor do Zezé, afinal ele era mais pobre ainda. Talvez tenha aprendido a lidar com a dor da perda de alguém com Zezé e hoje encaro a morte com menos drama. Que dor quando o Portuga morreu. Talvez tenha aprendido a amar e preservar a natureza com Zezé, quando defendeu seu amigo Mindinho, o pé de laranja lima, que ele enfeitava e com quem conversava por longas horas. Só não perdi o medo de morcegos, nisso ele me ganhou. Melhor parar, já estou quase chorando de novo. Há pouco tempo presenteei minha sobrinha com um exemplar de Meu pé de laranja lima e ela me disse que não conseguiu ler, porque é muito triste. É, eu sei, mas é uma tristeza que cura, que lava a alma. A foto de José Mauro com roupa de poeta é uma lembrança fixa na minha mente e sua frase em homenagem ao Portuga é uma delícia: 'com quem aprendi o que significa ternura'. Ternura, é o resumo desse livro. Ternura é a palavra que aprendi com Zezé e jamais vou esquecer."

E de tanto falar nele, ganhei outro exemplar de O meu pé de laranja lima, porque o meu velhinho sumiu. Mas cadê a foto com roupa de poeta? Não gostei.

Virou praga: mídia reforça preconceito

Quando eu era criança ouvi diversas vezes um conselho: Não esquente a cabeça com apelidos, quanto mais você reclamar, mais vão te chamar assim, mas se você não se incomodar, vão esquecer. Acho que funcionou, porque os apelidos que tentaram me dar não pegaram.

E hoje sigo esse conselho para outras coisas. Quanto mais se fala sobre um assunto, mais as pessoas vão comentar, vão pensar sobre ele. E prefiro ignorar alguns temas.

Por isso penso que a mídia incentiva o preconceito quando publica notícias assim:
Oh, primeiro negro foi eleito.
Oh, primeira mulher ganhou prêmio.
Oh, quinto negro ganhou prêmio.
Oh, primeiro cego...
Oh, décimo isso, décimo aquilo.

Por que não dizem simplesmente o nome da pessoa e o que ela ganhou? Por que ficar repetindo a cor da pele, o sexo da pessoa?

São todos seres humanos e todos têm um nome. Isso basta.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Livro: amizade antiga 2

Up.
Às vésperas do dia das crianças O Livreiro pergunta: qual livro marcou sua infância? Eu já escrevi a minha história e estou quase chorando lendo as outras. Conte a sua também.