Publicação fixa: Argumentos lógicos X tratados teológicos

Meus textos questionando o sistema religioso e as mentiras do cristianismo são sempre com argumentos de raciocínio lógico, porque para mim vale o que está escrito sem interpretações humanas, sem oráculos para traduzir o texto... Continue lendo.

sábado, 25 de outubro de 2008

Como liberar perdão

“O perdão não quer dizer fechar os olhos para os comportamentos abusivos ou insensatos, nem confiar em quem não é digno de confiança. Perdoar é algo que você faz para você mesmo ter paz; o perdão dissolve a raiva, como se ele fosse um antiácido. É uma forma de olhar para os outros como pessoas incapazes de amar e de apreciar você da forma como precisa. Você perdoa a pessoa, não o ato. Aqueles que pedem perdão e o recebem de Deus, dos outros e de si mesmos são capazes de viver os dias que lhe restam com maior liberdade que antes. O perdão liberta seu espírito.” Kay Talbot 


Perdão tem sido o assunto que as pessoas mais perguntam quando faço palestras sobre libertação e o assunto mais procurado no meu blog. Como disse no meu livro, Libertação é confissão de pecados, perdão, cura interior, é a parte mais difícil da libertação e pode levar mais tempo que imaginamos. Sinto que a maior dúvida das pessoas é como liberar perdão. Por isso estou escrevendo mais detalhadamente sobre este assunto e gostaria de compartilhar aqui com vocês as lições que o Pai tem me ensinado com minhas próprias experiências e com as experiências de pessoas que aconselho, e espero que ajudem a quem está precisando ser ministrado nessa área.

Como liberar perdão

“Nós enxergamos o perdão na perspectiva certa quando percebemos que qualquer injustiça que sofremos de uma pessoa é pequena quando comparada com nosso próprio pecado contra Deus”. Cindy Jacobs, em Mulheres com um propósito

1- Perdoar é uma ordem do Pai.
2- Perdoar é uma decisão do nosso livre arbítrio – “eu decido perdoar” – não é um sentimento.
3- A liberação do perdão é algo que tem de acontecer no seu coração e diante do Eterno. Liberar primeiro no coração.
4 - Falta de perdão gera amargura. Amargura é uma das causas mais comuns de câncer.

Há algum tempo fui inspirada pelo Eterno para fazer um jejum de 40 dias, mas vinha adiando. No final de 2007 reli um livro que falava sobre isso e pensei: é agora, chegou o tempo. E programei o período para o início de 2008. Um dos meus pedidos nesse jejum foi que o Eterno me mostrasse o que ainda me impedia de ter mais intimidade, o que ainda causava bloqueio na minha vida espiritual.

No primeiro dia de consagração comecei a leitura de um livro que havia sido lançado há pouco tempo. E nesse mesmo dia o Pai me revelou algo que estava me bloqueando: falta de liberar perdão.

"Eu já havia liberado perdão", argumentei. Mas durante a leitura o Pai foi me mostrando que, da mesma forma que preciso pedir perdão por cada pecado, confessar um a um, também precisava liberar perdão por cada situação em que as pessoas tivessem me magoado. Ou seja, precisava fazer uma lista de tudo que o Eterno me trouxesse à memória.

Quando terminei o período de jejum já estava completamente convencida de que deveria fazer minha lista de perdão. E comecei a fazê-la. E foi aí que percebi quanta coisa ainda estava incomodando, ainda causava dor. E fui escrevendo tudo o que lembrava. A lista foi ficando enorme. Para cada pessoa eu escrevia todas as situações que me magoaram, palavras, atitudes, tudo. Uma a uma.

Depois de quase duas semanas escrevendo tudo o que lembrava, senti que já era hora de entregar tudo aquilo para o Pai Eterno, então separei um dia para as orações. Peguei minha lista e comecei a colocar aquelas situações diante do Altíssimo. E fui dizendo: “Pai, quero te pedir perdão por ter ficado magoada com essa pessoa, por causa daquela situação. Reconheço que doeu e ainda dói. Mas quero agora, diante de ti, declarar que libero perdão para essa pessoa e eu a abençoo”.

E assim fui orando, para cada pessoa da lista, para cada situação. Havia momentos fáceis, mas alguns foram difíceis de recordar, difíceis de orar.

Enfim, senti-me leve no final e grata ao Pai Eterno por mais essa experiência e oportunidade de ficar mais limpa diante dele. E hoje já sinto resultado em minha vida por causa daquele momento.

No dia seguinte a lista começou a crescer de novo. O Eterno foi trazendo à minha mente outras pessoas e situações. E sou grata novamente, porque sinto que ele quer tirar todo bloqueio do meu coração e eu quero obedecer. Continuo orando para que Ele me mostre tudo o que está escondido e traga à tona, para que eu confesse e meu coração seja cada vez mais livre.

Repare que liberei essas pessoas diante do Pai. Somente se o Eterno mandar é que vou diante de alguém e declarar que perdoei. Principalmente porque não foram as pessoas que me pediram perdão e em muitos casos não houve arrependimento da parte delas. Libero perdão diante do Eterno e deixo que Ele faça a parte dele para a restauração de relacionamentos. Lucas diz que devemos perdoar se a pessoa se arrepender: "Tomem cuidado. 'Se o seu irmão pecar, repreenda-o e, se ele se arrepender, perdoe-lhe. Se pecar contra você sete vezes no dia, e sete vezes voltar a você e disser: 'Estou arrependido', perdoe-lhe'." Lucas 17.3,4. [grifos meus]


Leia mais em Perdão e confiança e O Pai perdoa

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Não resista

"Antigas ordens de pastores e líderes denominacionais sempre tentam proteger e alertar seu povo contra as novas verdades, ministérios e experiências espirituais da restauração que o Espírito Santo está produzindo na Igreja do Messias. Existem apenas três tipos de reação para nós à nova verdade: podemos persegui-la; ficar passivos com relação a ela; ou participar e propagar as novas verdades e ministérios da restauração. Pessoalmente, eu jamais quero ser encontrado resistindo ou lutando contra algo novo que o Messias esteja fazendo em sua Igreja."

Bill Hamon, em Apóstolos, profetas e os moveres vindouros de Deus

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Disque 100

Mãe é a principal agressora nos casos de violência na família
Em 70% dos casos de violência doméstica, quem bate é a mãe. Mas há saída para o problema, e ela envolve toda a família.

Era uma vez três meninas maltratadas pelos pais. Meninas que, infelizmente, não estão sozinhas.
Ana, Bianca e Flávia – nomes fictícios para proteger a identidade das meninas – hoje moram em abrigos. No nosso país, a cada 15 minutos surge uma nova denúncia de maus-tratos contra crianças, e muitas acabam na mesma situação em que elas estão.

Ana vive há três anos numa casa para crianças e adolescentes vítimas de violência. Ela não se esquece do dia em que chegou lá; foi o dia em que deixou de viver com a mãe. “Ela é pobre e desempregada e meu pai está na rua, fica mendigando”, explica a menina.

Casos de famílias que agridem os filhos são mais comuns do que se pensa. Em média, 18 mil crianças por dia são vítimas de violência doméstica no nosso país. Em 70% dos casos, a mãe é quem bate.

De todos os meninos e meninas que chegam a ser levados aos hospitais, quase metade (43,6%) sofreu abuso sexual praticado, em sua maioria, por pais e padrastos.

Flávia viveu esse horror dos 12 aos 13 anos. “Quando minha madrasta não estava em casa, meu pai abusava de mim”, lembra. “Um dia eu cheguei a perguntar por que ele fazia isso comigo, e ele falou que era porque eu comia e bebia às custas dele, então tinha que fazer o que ele mandasse”.

Quando Flávia começou a faltar na escola e fugiu de casa com medo do pai, a professora desconfiou. Foi a sua salvação. “Às vezes eu ainda sonho, acordo assustada”, conta.

Apenas 10% dos casos de abusos e violência contra menores são denunciados no nosso país. No caso de Bianca, foi a mãe dela quem pediu ajuda ao Juizado de menores. “Ela não me dava carinho, só sabe bater na minha cara”, diz.

Mesmo assim, o que Bianca quer é o mesmo que a maioria das crianças retiradas de casa pela violência: voltar para a família. “Quero ficar com a minha mãe, ué”, justifica.

Isso só é possível quando os pais também recebem ajuda, uma idéia que tem sido a solução para muitos dramas dentro de casa. Reunir a família novamente é o melhor para todo mundo, como aconteceu com uma família que visitamos.

“Senti falta da minha avó e da minha mãe, mas não do meu pai. Ele fazia covardia para a gente”, conta uma das meninas, mostrando marcas na perna. “Ele me queimava”. Ainda pequenas, as duas crianças com as agressões do pai; a a mãe, como tantas outras no nosso país, era uma testemunha silenciosa.

Era tanta violência que a Justiça tirou as duas de casa. As meninas só voltaram depois que uma instituição que trata não somente das crianças, mas também de mães e pais violentos, ofereceu ajuda. “Aprendi que não se deve bater nas pessoas que a gente gosta. Não precisa, é só conversar”, conta a mãe das meninas.

O segredo é conversar e não se calar. Quem suspeita de que uma criança esteja sofrendo violência deve denunciar. O número do disque-denúncia é 100.

A educadora Maria Luiza Padilha acredita que é possível superar essas situações de violência. “A gente vê meninos que voltam para sua família de origem ou para outras e vão dar excelentes adultos. Serão pessoas com um excelente caráter, e por aí vai. É possível dar a volta por cima”, garante.

Fonte: http://g1.globo.com/jornalhoje

Assista ao vídeo da matéria.

Disque 100





Disque-denúncia para o combate contra a violência e abuso sexual contra crianças e adolescentes: disque 100.

Fonte: http://www.presidencia.gov.br/estrutura_presidencia/Subsecretaria/campanhas/disque100/campanhafolder_view/


Disque 100

Maioria das denúncias do Disque 100 é de violência sexual contra crianças e adolescentes
Elaine Patricia Cruz
Repórter da Agência Brasil

São Paulo - A maior parte dos casos de violência contra crianças e adolescentes registrados pelo Disque Denúncia é de violência sexual. O dado foi revelado em relatório da Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH), que leva em consideração denúncias feitas entre maio de 2003 e fevereiro deste ano.

Nesse período, o Disque Denúncia (ou Disque 100, como também é conhecido) recebeu e encaminhou 57.664 denúncias de todo o Brasil e conseguiu separar e classificar 49.599 em tipos de violência. De acordo com dados do relatório, cerca de 19% delas refletem casos de abuso sexual contra crianças e adolescentes, 13% de exploração sexual comercial e 0,56% de pornografia.

“No caso do Disque 100, a grande maioria das denúncias é de violência sexual tanto de abuso quanto de exploração, o que não significa que seja o maior caso de violência praticada no Brasil”, explicou Leila Paiva, coordenadora do Programa de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes da SEDH.

Uma denúncia feita no Disque 100 pode registrar mais de uma vítima ou envolver mais de um tipo de violência. De acordo com o relatório, os mais de 57 mil casos envolveram 90.568 vítimas de violência, sendo 61% delas do sexo feminino (em 2% dos casos não se determinou o sexo da vítima). Essas denúncias também se refletiram em 104.871 registros de violência praticados contra crianças e adolescentes, dos quais 10.107 representam casos de exploração sexual comercial, sendo 467 de prostituição e 51 de turismo sexual. Também foram registrados 431 casos de pornografia, com grande incidência na internet (229 casos) e 14.279 casos de abuso sexual.

Desde 2003, o número de denúncias feitas ao Disque 100 tem crescido, mas, segundo a coordenadora, isso não significa um aumento dos casos de violência. Em 2003, havia uma média de 12 denúncias feitas por dia. Hoje, o número chega a 92.

“Os números do Disque 100, de denúncias e de atendimento, têm crescido a cada ano, o que para nós reflete maior conscientização da população com relação a esse tipo de violência. A população está menos tolerante à violência”, afirmou Paiva.

O Disque Denúncia é um serviço de discagem direta e gratuita, que funciona diariamente das 8 às 22 horas em qualquer localidade brasileira. Recebe denúncias de violência, tráfico de pessoas e informações sobre paradeiro de crianças e adolescentes desaparecidos. As denúncias recebidas são analisadas e encaminhadas aos Conselhos Tutelares, órgãos de segurança pública ou Ministério Público, num prazo de 24 horas, mantendo sempre sigilo sobre a identidade do denunciante.

“A simples denúncia pode parecer um ato isolado, mas às vezes previne algumas violências que facilmente poderiam ser evitadas se as pessoas tivessem a coragem de denunciar”, disse Paiva.
Atualmente, o serviço faz cerca de 2.500 atendimentos diários. Só nos dois primeiros meses deste ano, o Disque Denúncia recebeu 5.947 denúncias.

Fonte: http://www.agenciabrasil.gov.br/

Disque 100

Fonte: Diga Não À Erotização Infantil

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'Arrependam-se e vivam!'

"Portanto, ó nação de Israel, eu os julgarei, a cada um de acordo com os seus caminhos. Palavra do Soberano, o Eterno. Arrependam-se! Desviem-se de todos os seus males, para que o pecado não cause a queda de vocês. Livrem-se de todos os males que vocês cometeram, e busquem um coração novo e um espírito novo. Por que deveriam morrer, ó nação de Israel? Pois não me agrada a morte de ninguém. Palavra do Soberano, o Eterno. Arrependam-se e vivam!"
Ezequiel 18.30-32 [grifo meu]