Um pouco de tudo, muito sobre mim, meu olhar sobre o mundo, minhas dicas culinárias e meu caminho de teshuvah. Penso, logo questiono. Questiono, logo incomodo. A certeza de estar no caminho certo e a sensação de que "tem alguma coisa errada" de-sa-pa-re-ceu.
Publicação fixa: Argumentos lógicos X tratados teológicos
Meus textos questionando o sistema religioso e as mentiras do cristianismo são sempre com argumentos de raciocínio lógico, porque para mim vale o que está escrito sem interpretações humanas, sem oráculos para traduzir o texto... Continue lendo.
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Torre ou altar?
"Torre é um memorial e um monumento a si mesmo. Altar é o lugar de entrega total ao Pai." Marcos Souza Borges (Coty), em O avivamento do odre novo
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Libertação é confissão de pecados
Salvação é para não-cristãos, libertação é para cristãos. Libertação não é exorcismo, não é regressão, não é "sai-sai". Libertação é confissão de pecados.
Você confiaria em um crítico de cinema que não assiste aos filmes que critica? Ou em um crítico de restaurante que não prova a comida dos restaurantes que avalia? E mais, você daria crédito a um crítico sobre um tema específico e que só tenha lido um único livro sobre o assunto?Infelizmente, no assunto guerra espiritual e libertação, muitos têm dado ouvidos a pessoas do tipo não-comi-e-não-gostei e não-li-e-não-gostei.
Por desconhecerem o que é ministério de libertação, as pessoas estão deixando de viver a vida em abundância que Jesus prometeu. Acreditam em boatos, ficam com o preconceito e não querem nem ouvir falar sobre isso.
Este livro é o relato de quem chegou ao fundo do poço e descobriu o ministério de libertação e teve sua vida transformada. Ao contar a sua história de libertação e cura da depressão, a autora faz uma introdução aos princípios de guerra espiritual e libertação, com o objetivo de trazer o básico sobre o assunto e despertar no leitor o interesse de um estudo mais profundo.
É um convite para que você não aceite simplesmente a opinião de outras pessoas. Para que você investigue por si mesmo, com seus próprios olhos, estude, pesquise, ouça o Espírito Santo. E assim vai poder emitir uma opinião com autoridade de quem conhece de fato o assunto.
Libertação não é show de exorcismo, não põe a culpa no inimigo e não descarta a responsabilidade de cada um de nós. Libertação é entendimento - o culto é racional. É conhecimento - conhecer a verdade e a verdade libertará. Libertação é reconhecer nossos erros diante do Pai, é arrependimento, é romper com as alianças feitas com as trevas, é confessar nossos pecados. Porque sem confissão de pecados não há libertação.
Libertação é confissão de pecados
Danprewan Editora
Você confiaria em um crítico de cinema que não assiste aos filmes que critica? Ou em um crítico de restaurante que não prova a comida dos restaurantes que avalia? E mais, você daria crédito a um crítico sobre um tema específico e que só tenha lido um único livro sobre o assunto?Infelizmente, no assunto guerra espiritual e libertação, muitos têm dado ouvidos a pessoas do tipo não-comi-e-não-gostei e não-li-e-não-gostei.
Por desconhecerem o que é ministério de libertação, as pessoas estão deixando de viver a vida em abundância que Jesus prometeu. Acreditam em boatos, ficam com o preconceito e não querem nem ouvir falar sobre isso.
Este livro é o relato de quem chegou ao fundo do poço e descobriu o ministério de libertação e teve sua vida transformada. Ao contar a sua história de libertação e cura da depressão, a autora faz uma introdução aos princípios de guerra espiritual e libertação, com o objetivo de trazer o básico sobre o assunto e despertar no leitor o interesse de um estudo mais profundo.
É um convite para que você não aceite simplesmente a opinião de outras pessoas. Para que você investigue por si mesmo, com seus próprios olhos, estude, pesquise, ouça o Espírito Santo. E assim vai poder emitir uma opinião com autoridade de quem conhece de fato o assunto.
Libertação não é show de exorcismo, não põe a culpa no inimigo e não descarta a responsabilidade de cada um de nós. Libertação é entendimento - o culto é racional. É conhecimento - conhecer a verdade e a verdade libertará. Libertação é reconhecer nossos erros diante do Pai, é arrependimento, é romper com as alianças feitas com as trevas, é confessar nossos pecados. Porque sem confissão de pecados não há libertação.
Libertação é confissão de pecados
Danprewan Editora
Leia alguns testemunhos
"Amei o livro... é muiiiiiiiiito bom mesmo. Este é um assunto que me interessa bastante... mas curiosamente eu tenho dificuldade para ler os livros deste tema... alguns eu comecei e não consegui terminar (e olha que eu gosto de ler). Mas o seu... sinceramente eu amei... li todo em um dia... Parabéns!!! Deus te abençoe e que desta fonte saia muiiiitos mais. Também achei muito linda a apresentação feita pelo Alexandre... muito linda mesmo." AL, Rio de Janeiro
"Terminei ainda há pouco o seu livro e gostei muitíssimo do que li. Você conseguiu juntar experiência com conhecimento, entendimento com revelação. Realmente conseguiu elaborar um tratado para leigos e críticos, com a simplicidade de que não quer estabelecer "verdades" e com a humildade de quem reconhece haver andado às cegas sob a tradição religiosa. Mas o que de melhor encontrei nesse manual precioso, foi VOCÊ! Isso mesmo, descobri um pouco mais de Débora, daquela a quem eu já admirava um bocado. Também descobri um pouco de Alexandre, varão de Deus, referência silenciosa, como seu marido, que nem precisa abrir a boca para manifestar integridade e testemunhar como servo. Descobri que essa mulher inteligente que tem sido instrumento de Deus neste tempo de tanta informação, além de acolher em sua casa e em seu coração dois sobrinhos, é bem capaz de terminar um livro com uma homenagem ao seu vô, com a ternura de uma adolescente e com a honra de quem bem conhece princípios espirituais que resultam em bênçãos geracionais." TC, RJ
"Deus operou grandemente em sua vida. Seu livro é abençoado e abençoador, trazendo respostas a muitas perguntas. Obrigada!" H, RJ
"Estou extremamente apaixonada por seu livro... falta pouco pra terminar, quando pego para ler, é uma vontade muito grande de logo saber o que está na próxima página!" EC, RJ
"Parabéns! Devorei seu livro. Tenho algumas perguntas para te fazer, mas prefiro fazê-las pessoalmente." CS, RJ
"A cada dia fico mais feliz em saber o que Deus tem feito em sua vida. Estou lendo seu livro e muitas dessas experiências temos vivido aqui também." LC, RJ
"Oi, Débora! Sabe o que eu mais queria agora? Te dar um abraço bem apertado! Para agradecer. acabei de ler seu livro e foi uma bênção para mim. Quando souber de alguma palestra, me avise, eu quero participar." A, RJ
"Seu livro tem me abençoado e surpreendido!" TB, RJ
"Como sempre procuro livros de cura interior e libertação nas livrarias evangélicas, achei o seu livro e como não a conhecia, comprei e foi uma bênção! Li seu livro e foi muito abençoador, gostaria de trocar mais informações com você sobre o assunto. Deus te abençoe ainda mais. Shalom!" WB, RJ
"Deus te abençoe também! Estou lendo seu livro, é muito bom, estou gostando muito." G, RJ
Eu li seu livro e é ótimo, leitura bem clara fácil de assimilar. Você é muito amada do Pai irmã e merece o carinho meu e de muitos, o Senhor tem feito de você canal de bênção. Seu livro está na cabeceira da minha cama, e vou compartilhar algo que aconteceu de tremendo enquanto eu lia seu livro. Sempre oro antes de começar a ler peço ao Senhor que escolha minhas leituras, e comecei a ler seu livro mas quando chegou na metade eu não conseguia continuar, porque surgia algo para eu ler estudar de urgente. Eu já estava incomodada, porque já havia parado de ler há dois meses e eu prefiro ler seguidamente para acompanhar melhor o raciocínio enfim. Até que numa noite eu estava sem dormir, angustiada por uma situação que tinha ocorrido. Então peguei o livro na finalidade de pensar em outras coisas, e foi surpreendente, porque Deus começou a responder todas as perguntas que eu havia feito a Ele, e a sensação que tive naquela hora era como se eu estivesse conversando com você pessoalmente e, desculpe a pretensão, mas naquele momento tudo aquilo foi escrito só para mim, foi lindo, Deus respondendo, me conduzindo, através do livro. Foi diferente de todas leituras que fiz até hoje. Foi o maná do Céu! O leite e o mel! Recebi no momento que mais precisava. Obrigada irmã, vou reler seu livro de novo." L, SP
"Oi, Débora, li seu livro e gostei muito da maneira simples e objetiva com que foi escrito. Deus te abençoe". AG, RJ
Leia mais.
sábado, 8 de novembro de 2008
Onde dois ou três...
"O menor grupo de nosso movimento não é a igreja orgânica, mas o Grupo de Transformação de Vida [Life Transformation Group – LTG]. Este é um grupo de duas ou três pessoas que se encontram semanalmente para se desafiarem mutuamente a viver uma genuína vida espiritual. Membros desses grupos de pessoas do mesmo sexo têm um alto nível de prestação de contas uns com os outros sobre como têm andado com o Senhor ultimamente, o que envolve confissão mútua de pecados e também a leitura constante das Escrituras. Os LTG’s são também missionários: neles há oração ativa pelas almas de seus amigos perdidos, família, colegas de trabalho e vizinhos. Esse é o contexto de como multiplicamos discípulos, o que vem antes de multiplicarmos igrejas." Neil Cole, em Igreja orgânica
Você perdoa a pessoa, não o ato
“O perdão não quer dizer fechar os olhos para os comportamentos abusivos ou insensatos, nem confiar em quem não é digno de confiança. Perdoar é algo que você faz para você mesmo ter paz; o perdão dissolve a raiva, como se ele fosse um antiácido. É uma forma de olhar para os outros como pessoas incapazes de amar e de apreciar você da forma como precisa. Você perdoa a pessoa, não o ato. Aqueles que pedem perdão e o recebem de Deus, dos outros e de si mesmos são capazes de viver os dias que lhe restam com maior liberdade que antes. O perdão liberta seu espírito.” Kay Talbot
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
A geração radical dos últimos dias
Fábio Damasceno
"Nós somos a geração dos últimos dias e esta geração dos últimos dias vai lidar com o que há de pior em termos de humanidade, em termos de sofrimento, em termos de problemas. Apocalipse 22.7-10 diz assim: “ ‘Eis que venho em breve! Feliz é aquele que guarda as palavras da profecia deste livro’. Eu, João, sou aquele que ouviu e viu estas coisas. Tendo-as ouvido e visto, caí aos pés do anjo que me mostrou tudo aquilo, para adorá-lo. Mas ele me disse: ‘Não faça isso! Sou servo como você e seus irmãos, os profetas, e como os que guardam as palavras deste livro. Adore a Deus!’ Então me disse: ‘Não sele as palavras da profecia deste livro, pois o tempo está próximo’.” Eu creio que este último capítulo de Apocalipse é um resumo, um fechamento. E esse versículo 10 expressa o que temos vivido hoje e o que vamos viver daqui para frente. Nós estamos em um tempo de extremos. Estamos em um tempo que vou chamar de radicalidade. Como radicalidade? Não é só um tempo de xiitas ou terroristas radicais. Não. É um tempo em que as pessoas vão à raiz. Radical no sentido de ir à raiz, ao fundo das questões, à raiz das emoções, à raiz do conhecimento. E esta radicalidade do nosso tempo é em todos os sentidos. O homem vai chegar ao extremo do desenvolvimento da ciência, como diz Daniel, em que a ciência nos últimos dias se multiplicará. O homem vai chegar ao extremo do desenvolvimento do satanismo. Ao extremo do desenvolvimento da idolatria, da iniqüidade. Aquilo que aconteceu em Sodoma e Gomorra, aquilo que aconteceu nos dias de Noé, vai acontecer nos nossos dias. E esses extremos vão produzir uma geração extremamente adoecida. Física, mental e espiritualmente adoecida. E a Igreja vai ser cheia de pessoas com esses tipos de doenças. Esse é o desafio da Igreja dos últimos dias. Agora, da mesma maneira em que Satanás, através da cultura cada vez mais em sintonia com o sistema mundo, com o sistema diabólico, vai se enfronhando na dinâmica psicológica dos relacionamentos, na parte física da mente do homem, na parte espiritual da mente do homem, da mesma maneira que o diabo vai exercer o extremo domínio dele, também a Igreja vai ser radical. Porque a Igreja vai fundo na Palavra do Eterno. Porque a Igreja vai deixar esta espada ir fundo às raízes do coração. A Igreja também vai ser radical na santificação. A Igreja também vai ser radical no conhecimento dos mistérios do Pai. E a Igreja vai crescer de maneira terrível, tremenda, profunda. E essa Igreja, no Espírito, na unção do Eterno, vai resgatar vidas, vai trazer pessoas para o caminho do Messias e vai ministrar vidas. Muitos milagres vão acontecer. Nos últimos dias, creio eu, vamos voltar a uma era plenamente apostólica e muito mais do que aquilo que nós vemos no livro de Atos. O Messias falou. É a plenitude da Igreja. Nós vamos caminhar para lá."
Fábio Damasceno, em palestra no Congresso AMAR 2007
"Nós somos a geração dos últimos dias e esta geração dos últimos dias vai lidar com o que há de pior em termos de humanidade, em termos de sofrimento, em termos de problemas. Apocalipse 22.7-10 diz assim: “ ‘Eis que venho em breve! Feliz é aquele que guarda as palavras da profecia deste livro’. Eu, João, sou aquele que ouviu e viu estas coisas. Tendo-as ouvido e visto, caí aos pés do anjo que me mostrou tudo aquilo, para adorá-lo. Mas ele me disse: ‘Não faça isso! Sou servo como você e seus irmãos, os profetas, e como os que guardam as palavras deste livro. Adore a Deus!’ Então me disse: ‘Não sele as palavras da profecia deste livro, pois o tempo está próximo’.” Eu creio que este último capítulo de Apocalipse é um resumo, um fechamento. E esse versículo 10 expressa o que temos vivido hoje e o que vamos viver daqui para frente. Nós estamos em um tempo de extremos. Estamos em um tempo que vou chamar de radicalidade. Como radicalidade? Não é só um tempo de xiitas ou terroristas radicais. Não. É um tempo em que as pessoas vão à raiz. Radical no sentido de ir à raiz, ao fundo das questões, à raiz das emoções, à raiz do conhecimento. E esta radicalidade do nosso tempo é em todos os sentidos. O homem vai chegar ao extremo do desenvolvimento da ciência, como diz Daniel, em que a ciência nos últimos dias se multiplicará. O homem vai chegar ao extremo do desenvolvimento do satanismo. Ao extremo do desenvolvimento da idolatria, da iniqüidade. Aquilo que aconteceu em Sodoma e Gomorra, aquilo que aconteceu nos dias de Noé, vai acontecer nos nossos dias. E esses extremos vão produzir uma geração extremamente adoecida. Física, mental e espiritualmente adoecida. E a Igreja vai ser cheia de pessoas com esses tipos de doenças. Esse é o desafio da Igreja dos últimos dias. Agora, da mesma maneira em que Satanás, através da cultura cada vez mais em sintonia com o sistema mundo, com o sistema diabólico, vai se enfronhando na dinâmica psicológica dos relacionamentos, na parte física da mente do homem, na parte espiritual da mente do homem, da mesma maneira que o diabo vai exercer o extremo domínio dele, também a Igreja vai ser radical. Porque a Igreja vai fundo na Palavra do Eterno. Porque a Igreja vai deixar esta espada ir fundo às raízes do coração. A Igreja também vai ser radical na santificação. A Igreja também vai ser radical no conhecimento dos mistérios do Pai. E a Igreja vai crescer de maneira terrível, tremenda, profunda. E essa Igreja, no Espírito, na unção do Eterno, vai resgatar vidas, vai trazer pessoas para o caminho do Messias e vai ministrar vidas. Muitos milagres vão acontecer. Nos últimos dias, creio eu, vamos voltar a uma era plenamente apostólica e muito mais do que aquilo que nós vemos no livro de Atos. O Messias falou. É a plenitude da Igreja. Nós vamos caminhar para lá."
Fábio Damasceno, em palestra no Congresso AMAR 2007
Se a sua vida está mais para festa, acenda o sinal de alarme, porque crente dos últimos dias vai estar em guerra
Fábio Damasceno
“Apocalipse 12.12: ‘Portanto, celebrem-no, ó céus, e os que neles habitam! Mas, ai da terra e do mar, pois o diabo desceu até vocês! Ele está cheio de fúria, pois sabe que lhe resta pouco tempo’. Muito interessante esse momento. Um momento também radical. Nos ares uma tremenda celebração, uma festa. Na terra uma fúria, guerra, sofrimento. Eu queria chamar a atenção de vocês para isso, esse contraste da guerra e da festa. Nestes últimos dias, em que Apocalipse 22.11 diz que quem é santo, santifique-se mais ainda, e quem é injusto, faça mais injustiça etc, nós estamos vivendo cada dia e estamos avançando nessa radicalização. O crente na Terra, para ser crente mesmo, não vai dar mais para ser crente mais ou menos, não vai dar mais para ser crente ‘meia-sola’. Há 50 anos a cultura do mundo estava salgada pela mensagem cristã, a cultura estava salgada por princípios da verdade. O ladrão era exceção, as pessoas falavam a verdade, em geral era assim. Era incomum um político ser um mentiroso descarado. Acontecia, o mundo já estava no maligno, mas era bem menos. A cultura estava mais em sintonia com a Palavra. Então, o que vai acontecer nos últimos dias daqui para frente? Ou o crente vai ficando cada vez mais ‘meia-sola’, vai se adequando ao padrão de Laodicéia, a sétima carta do Apocalipse, em que o padrão de crente que fica rico, que se importa com a aparência mais do que tudo, com o status social. Ou então, eu quero dizer para vocês o seguinte: crente para valer vai ter que pagar preço nos últimos dias. E aviso: nós estamos sendo chamados para uma guerra. O mundo está a cada dia mais caminhando para uma festa. Você já reparou isso? Que no mundo, apesar da violência, apesar de tudo, a festa tomou o lugar? Há uns anos as pessoas saíam à sexta-feira para beber, depois passou para quinta-feira. Hoje em dia, na terça-feira já tem barzinho lotado, gente bebendo todas e música ao vivo. Terça-feira! O mundo está em festa. E a festa vai aumentar. Porque o dinheiro vai circular. Não pense que os próximos anos vão ser marcados por grandes cataclismos e destruições e fome geral. Não vai ser. O mundo vai ser marcado por uma tremenda revolução na internet, pessoas comprando, pessoas vendendo, gente enriquecendo, comércio mundial crescendo avassaladoramente, dinheiro circulando como nunca. O reinado do falso messias vai ser um reinado rico. Apocalipse 17 fala do comércio, das fazendas, dos navios, dos mercadores, o diabo vai enriquecer essa Terra. Mas eu creio que os crentes fiéis ao Pai também vão prosperar. Mas vão usar a riqueza deste mundo como se dele não abusasse, como diz Paulo em 1Coríntios 7. Os crentes também vão prosperar, mas vão investir no Reino dos Céus em primeiro lugar. Os crentes também vão prosperar na política, nos recursos financeiros, nas idéias, no conhecimento espiritual, no conhecimento científico, mas em primeiro lugar vão colocar a Palavra. Vão buscar o Reino em primeiro lugar. A prioridade vai ser o Reino. E os crentes, para prosperarem nesse nível, vão ter que entrar na guerra. Se a sua vida, ou a vida de alguém que você conhece e é crente, está mais para festa, acenda o sinal de alarme, porque crente dos últimos dias vai estar em guerra. E a gente precisa ter cuidado para não ficar obsessivo nessa guerra. Obsessivo é assim: eu quero guerrear, eu quero fazer e acontecer e vai meio pela sua própria força e vai para um nível de esgotamento físico e mental, e isso hoje em dia não é muito difícil acontecer, porque todo mundo vive nos limites. Acorda muito cedo, às vezes nem dorme, porque fica em oração. Ou seja, você é exigido no seu máximo. Tem que dar conta de trabalho, dar conta da sua casa, da sua família, da vida espiritual, do ministério, das ovelhas, então você é um crente que está batalhando e está vivendo no seu limite. Todos nós vamos viver no limite. E é esse viver no limite que nos leva para uma total dependência do Pai, a aprendermos a ser sábios, tementes, prudentes, simples, vitoriosos em todas as áreas em que colocarmos o pé. Então, nós estamos cada vez mais para batalha. Agora, olha como a situação vai se inverter radicalmente de forma instantânea. O crente vai ficar na batalha, na guerra, na luta, na questão da santidade, na batalha espiritual, e vai caminhando e vai crescendo com o Pai, e vai sofrendo a disciplina do Pai, e vai sendo tratado pelo Eterno, a luz do Messias vai brilhando na sua vida, vai sendo revestido de autoridade e de poder. E o mundo vai continuar na iniqüidade, vai continuar no pecado, a violência vai continuar, mas a tendência é cada vez mais para festa. Aqui, no momento do arrebatamento da Igreja, essas situações se invertem. A festa vai ser nos ares. E lá nós vamos encontrar o Cordeiro e vamos celebrar as bodas do Cordeiro. Eu quero estar nesta festa, mas eu sei que para estar nesta festa eu tenho que encarar a guerra que está aqui, agora. Eu preciso pagar o preço. Você precisa pagar o preço.”
Fábio Damasceno, em palestra no Congresso AMAR 2007
“Apocalipse 12.12: ‘Portanto, celebrem-no, ó céus, e os que neles habitam! Mas, ai da terra e do mar, pois o diabo desceu até vocês! Ele está cheio de fúria, pois sabe que lhe resta pouco tempo’. Muito interessante esse momento. Um momento também radical. Nos ares uma tremenda celebração, uma festa. Na terra uma fúria, guerra, sofrimento. Eu queria chamar a atenção de vocês para isso, esse contraste da guerra e da festa. Nestes últimos dias, em que Apocalipse 22.11 diz que quem é santo, santifique-se mais ainda, e quem é injusto, faça mais injustiça etc, nós estamos vivendo cada dia e estamos avançando nessa radicalização. O crente na Terra, para ser crente mesmo, não vai dar mais para ser crente mais ou menos, não vai dar mais para ser crente ‘meia-sola’. Há 50 anos a cultura do mundo estava salgada pela mensagem cristã, a cultura estava salgada por princípios da verdade. O ladrão era exceção, as pessoas falavam a verdade, em geral era assim. Era incomum um político ser um mentiroso descarado. Acontecia, o mundo já estava no maligno, mas era bem menos. A cultura estava mais em sintonia com a Palavra. Então, o que vai acontecer nos últimos dias daqui para frente? Ou o crente vai ficando cada vez mais ‘meia-sola’, vai se adequando ao padrão de Laodicéia, a sétima carta do Apocalipse, em que o padrão de crente que fica rico, que se importa com a aparência mais do que tudo, com o status social. Ou então, eu quero dizer para vocês o seguinte: crente para valer vai ter que pagar preço nos últimos dias. E aviso: nós estamos sendo chamados para uma guerra. O mundo está a cada dia mais caminhando para uma festa. Você já reparou isso? Que no mundo, apesar da violência, apesar de tudo, a festa tomou o lugar? Há uns anos as pessoas saíam à sexta-feira para beber, depois passou para quinta-feira. Hoje em dia, na terça-feira já tem barzinho lotado, gente bebendo todas e música ao vivo. Terça-feira! O mundo está em festa. E a festa vai aumentar. Porque o dinheiro vai circular. Não pense que os próximos anos vão ser marcados por grandes cataclismos e destruições e fome geral. Não vai ser. O mundo vai ser marcado por uma tremenda revolução na internet, pessoas comprando, pessoas vendendo, gente enriquecendo, comércio mundial crescendo avassaladoramente, dinheiro circulando como nunca. O reinado do falso messias vai ser um reinado rico. Apocalipse 17 fala do comércio, das fazendas, dos navios, dos mercadores, o diabo vai enriquecer essa Terra. Mas eu creio que os crentes fiéis ao Pai também vão prosperar. Mas vão usar a riqueza deste mundo como se dele não abusasse, como diz Paulo em 1Coríntios 7. Os crentes também vão prosperar, mas vão investir no Reino dos Céus em primeiro lugar. Os crentes também vão prosperar na política, nos recursos financeiros, nas idéias, no conhecimento espiritual, no conhecimento científico, mas em primeiro lugar vão colocar a Palavra. Vão buscar o Reino em primeiro lugar. A prioridade vai ser o Reino. E os crentes, para prosperarem nesse nível, vão ter que entrar na guerra. Se a sua vida, ou a vida de alguém que você conhece e é crente, está mais para festa, acenda o sinal de alarme, porque crente dos últimos dias vai estar em guerra. E a gente precisa ter cuidado para não ficar obsessivo nessa guerra. Obsessivo é assim: eu quero guerrear, eu quero fazer e acontecer e vai meio pela sua própria força e vai para um nível de esgotamento físico e mental, e isso hoje em dia não é muito difícil acontecer, porque todo mundo vive nos limites. Acorda muito cedo, às vezes nem dorme, porque fica em oração. Ou seja, você é exigido no seu máximo. Tem que dar conta de trabalho, dar conta da sua casa, da sua família, da vida espiritual, do ministério, das ovelhas, então você é um crente que está batalhando e está vivendo no seu limite. Todos nós vamos viver no limite. E é esse viver no limite que nos leva para uma total dependência do Pai, a aprendermos a ser sábios, tementes, prudentes, simples, vitoriosos em todas as áreas em que colocarmos o pé. Então, nós estamos cada vez mais para batalha. Agora, olha como a situação vai se inverter radicalmente de forma instantânea. O crente vai ficar na batalha, na guerra, na luta, na questão da santidade, na batalha espiritual, e vai caminhando e vai crescendo com o Pai, e vai sofrendo a disciplina do Pai, e vai sendo tratado pelo Eterno, a luz do Messias vai brilhando na sua vida, vai sendo revestido de autoridade e de poder. E o mundo vai continuar na iniqüidade, vai continuar no pecado, a violência vai continuar, mas a tendência é cada vez mais para festa. Aqui, no momento do arrebatamento da Igreja, essas situações se invertem. A festa vai ser nos ares. E lá nós vamos encontrar o Cordeiro e vamos celebrar as bodas do Cordeiro. Eu quero estar nesta festa, mas eu sei que para estar nesta festa eu tenho que encarar a guerra que está aqui, agora. Eu preciso pagar o preço. Você precisa pagar o preço.”
Fábio Damasceno, em palestra no Congresso AMAR 2007
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Não basta precisar...
Não basta precisar muito, tem que querer muito.
Tem gente que precisa muito de ajuda, mas não quer ser ajudado. E é praticamente impossível ajudar se a pessoa não quer. Então, não adianta ajudar. Querer é essencial. Quem não quer não consegue. Querer é uma decisão. E tudo na vida começa com uma decisão. Reconhecer que precisa de ajuda e querer ser ajudado é a maior parte do caminho da cura. O restante do caminho é muito simples depois que a pessoa reconhece que tem problema.
Creio que um dos principais impecilhos para a mudança é que as pessoas não reconhecem que têm problemas.
Repito: não basta precisar muito, tem que querer muito.
Tem gente que precisa muito de ajuda, mas não quer ser ajudado. E é praticamente impossível ajudar se a pessoa não quer. Então, não adianta ajudar. Querer é essencial. Quem não quer não consegue. Querer é uma decisão. E tudo na vida começa com uma decisão. Reconhecer que precisa de ajuda e querer ser ajudado é a maior parte do caminho da cura. O restante do caminho é muito simples depois que a pessoa reconhece que tem problema.
Creio que um dos principais impecilhos para a mudança é que as pessoas não reconhecem que têm problemas.
Repito: não basta precisar muito, tem que querer muito.
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