♫♫"Eu sou como a borboleta
Tudo o que eu penso é liberdade"♫♫
Um pouco de tudo, muito sobre mim, meu olhar sobre o mundo, minhas dicas culinárias e meu caminho de teshuvah. Penso, logo questiono. Questiono, logo incomodo. A certeza de estar no caminho certo e a sensação de que "tem alguma coisa errada" de-sa-pa-re-ceu.
Publicação fixa: Argumentos lógicos X tratados teológicos
Meus textos questionando o sistema religioso e as mentiras do cristianismo são sempre com argumentos de raciocínio lógico, porque para mim vale o que está escrito sem interpretações humanas, sem oráculos para traduzir o texto... Continue lendo.
segunda-feira, 13 de maio de 2013
13 de maio, Dia da Abolição da Escravatura! Quem dera fosse...
Up. Publicado originalmente em 13/maio/2012
"Nós nem cremos que escravos outrora
Tenha havido em tão nobre País..."
Tenha havido??????? Ainda há... Ah, se fosse verdade, se realmente houvesse liberdade, mas infelizmente ainda temos escravos modernos, "funcionários" explorados e trabalhadores vivendo como escravos. Queria uma outra princesa Isabel!!!!!!!!!!!!!!!
"Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!"
"A Lei Áurea (Lei Imperial n.º 3.353), sancionada em 13 de maio de 1888, foi a lei que extinguiu a escravidão no Brasil. Foi precedida pela lei n.º 2.040 (Lei do Ventre Livre), de 28 de setembro de 1871, que libertou todas as crianças nascidas de pais escravos, e pela lei n.º 3.270 (Lei Saraiva-Cotejipe), de 28 de setembro de 1885, que regulava 'a extinção gradual do elemento servil'.
Foi assinada por Dona Isabel, princesa imperial do Brasil, e pelo ministro da Agricultura da época, conselheiro Rodrigo Augusto da Silva. O Conselheiro Rodrigo Silva fazia parte do Gabinete de Ministros presidido por João Alfredo Correia de Oliveira, do Partido Conservador e chamado de 'Gabinete de 10 de março'. Dona Isabel sancionou a Lei Áurea, na sua terceira e última regência, estando o Imperador D. Pedro II do Brasil em viagem ao exterior.
O projeto de lei que extinguia a escravidão no Brasil foi apresentado à Câmara Geral, atual Câmara do Deputados, pelo ministro Rodrigo Augusto da Silva, no dia 8 de Maio de 1888. Foi votado e aprovado nos dias 9 e 10 de maio de 1888, na Câmara Geral.
A Lei Áurea foi apresentada formalmente ao Senado Imperial pelo ministro Rodrigo A. da Silva no dia 11 de Maio. Foi debatida nas sessões dos dias 11, 12 e 13 de maio. Foi votada e aprovada, em primeira votação no dia 12 de maio. Foi votada e aprovada em definitivo, um pouco antes das treze horas, no dia 13 de maio de 1888, e, no mesmo dia, levado à sanção da Princesa Regente.
Foi assinada no Paço Imperial por Dona Isabel e pelo ministro Rodrigo Augusto da Silva às três horas da tarde do dia 13 de maio de 1888.
O processo de abolição da escravatura no Brasil foi gradual e começou com a Lei Eusébio de Queirós de 1850, seguida pela Lei do Ventre Livre de 1871, a Lei dos Sexagenários de 1885 e finalizada pela Lei Áurea em 1888.
O Brasil foi o último país independente do continente americano a abolir completamente a escravatura. O último país do mundo a abolir a escravidão foi a Mauritânia, somente em 9 de novembro de 1981, pelo decreto n.º 81.234." (Wikipedia)
BANZO NEGRO
Negro clama liberdade,
Negro clama liberdade,
Negro clama liberdade,
Negro não sabe o que é dor!
Negro não tem alma não,
Assim, dizia o feitor...
Com seu chicote na mão,
Malvado banzo me mata,
Quero a Pátria voltar,
Na minha terra sou livre,
Qual avezinha no ar.
Negro, negrooooooo!
Negro, negrooooooo!
Veja mais sobre escravidão e liberdade:
Trabalho escravo em imagens
Confira registros feitos das condições degradantes a que pessoas foram submetidos no país nos últimos 12 anos (clique e veja)
Lei Áurea, 125 anos: a “reinvenção” do trabalho escravo no Brasil
"A cada ano, milhares de trabalhadores pobres são recrutados para trabalhar em fazendas, carvoarias, canteiros de obras e oficinas de costura e, posteriormente, submetidos a condições degradantes de serviço ou impedidos de romper a relação com o empregador. Não raro, permanecem sem poder se desligar do empregador até que terminem a tarefa para a qual foram aliciados, sob ameaças que vão de torturas psicológicas a espancamentos e assassinatos. No Brasil, essa forma de exploração é chamada de trabalho análogo ao de escravo, escravidão contemporânea ou nova escravidão, prevista como crime no Código Penal (artigo 149), com pena de dois a oito anos de reclusão." Continue lendo.
Aos 125 anos da abolição, historiadora defende importância de combate à escravidão contemporânea
Para a professora Angela Maria Gomes, associar a escravidão antiga à sua forma contemporânea dimensiona de modo claro a violência contra a dignidade humana (continue lendo)
"Nós nem cremos que escravos outrora
Tenha havido em tão nobre País..."
Tenha havido??????? Ainda há... Ah, se fosse verdade, se realmente houvesse liberdade, mas infelizmente ainda temos escravos modernos, "funcionários" explorados e trabalhadores vivendo como escravos. Queria uma outra princesa Isabel!!!!!!!!!!!!!!!
"Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!"
"A Lei Áurea (Lei Imperial n.º 3.353), sancionada em 13 de maio de 1888, foi a lei que extinguiu a escravidão no Brasil. Foi precedida pela lei n.º 2.040 (Lei do Ventre Livre), de 28 de setembro de 1871, que libertou todas as crianças nascidas de pais escravos, e pela lei n.º 3.270 (Lei Saraiva-Cotejipe), de 28 de setembro de 1885, que regulava 'a extinção gradual do elemento servil'.
Foi assinada por Dona Isabel, princesa imperial do Brasil, e pelo ministro da Agricultura da época, conselheiro Rodrigo Augusto da Silva. O Conselheiro Rodrigo Silva fazia parte do Gabinete de Ministros presidido por João Alfredo Correia de Oliveira, do Partido Conservador e chamado de 'Gabinete de 10 de março'. Dona Isabel sancionou a Lei Áurea, na sua terceira e última regência, estando o Imperador D. Pedro II do Brasil em viagem ao exterior.
O projeto de lei que extinguia a escravidão no Brasil foi apresentado à Câmara Geral, atual Câmara do Deputados, pelo ministro Rodrigo Augusto da Silva, no dia 8 de Maio de 1888. Foi votado e aprovado nos dias 9 e 10 de maio de 1888, na Câmara Geral.
A Lei Áurea foi apresentada formalmente ao Senado Imperial pelo ministro Rodrigo A. da Silva no dia 11 de Maio. Foi debatida nas sessões dos dias 11, 12 e 13 de maio. Foi votada e aprovada, em primeira votação no dia 12 de maio. Foi votada e aprovada em definitivo, um pouco antes das treze horas, no dia 13 de maio de 1888, e, no mesmo dia, levado à sanção da Princesa Regente.
Foi assinada no Paço Imperial por Dona Isabel e pelo ministro Rodrigo Augusto da Silva às três horas da tarde do dia 13 de maio de 1888.
O processo de abolição da escravatura no Brasil foi gradual e começou com a Lei Eusébio de Queirós de 1850, seguida pela Lei do Ventre Livre de 1871, a Lei dos Sexagenários de 1885 e finalizada pela Lei Áurea em 1888.
O Brasil foi o último país independente do continente americano a abolir completamente a escravatura. O último país do mundo a abolir a escravidão foi a Mauritânia, somente em 9 de novembro de 1981, pelo decreto n.º 81.234." (Wikipedia)
BANZO NEGRO
Negro clama liberdade,
Negro clama liberdade,
Negro clama liberdade,
Negro não sabe o que é dor!
Negro não tem alma não,
Assim, dizia o feitor...
Com seu chicote na mão,
Malvado banzo me mata,
Quero a Pátria voltar,
Na minha terra sou livre,
Qual avezinha no ar.
Negro, negrooooooo!
Negro, negrooooooo!
Veja mais sobre escravidão e liberdade:
Trabalho escravo em imagens
Confira registros feitos das condições degradantes a que pessoas foram submetidos no país nos últimos 12 anos (clique e veja)
Lei Áurea, 125 anos: a “reinvenção” do trabalho escravo no Brasil
"A cada ano, milhares de trabalhadores pobres são recrutados para trabalhar em fazendas, carvoarias, canteiros de obras e oficinas de costura e, posteriormente, submetidos a condições degradantes de serviço ou impedidos de romper a relação com o empregador. Não raro, permanecem sem poder se desligar do empregador até que terminem a tarefa para a qual foram aliciados, sob ameaças que vão de torturas psicológicas a espancamentos e assassinatos. No Brasil, essa forma de exploração é chamada de trabalho análogo ao de escravo, escravidão contemporânea ou nova escravidão, prevista como crime no Código Penal (artigo 149), com pena de dois a oito anos de reclusão." Continue lendo.
Aos 125 anos da abolição, historiadora defende importância de combate à escravidão contemporânea
Para a professora Angela Maria Gomes, associar a escravidão antiga à sua forma contemporânea dimensiona de modo claro a violência contra a dignidade humana (continue lendo)
Dia das mães, o que comemorar?
Up. Publicado originalmente em 10/maio/2012
Tem P.S. no final.
Leia também Não use seus filhos como (des)culpa para não sair do sistema
"A vara [disciplina] da correção dá sabedoria, mas a criança entregue a si mesma envergonha a sua mãe." Pv29.15
Bem, quem me conhece sabe que sou do contra mesmo e já falei aqui várias vezes que não comemoro dia disso, dia daquilo. Aliás, todo dia é dia de alguma coisa e cada vez inventam mais dias para o povo comemorar. As datas com grande apelo comercial, então, tenho horror a elas. E Dia das Mães é um que não teria muito o que comemorar, se eu comemorasse. Sei que estou correndo o risco de ser queimada na fogueira de vez, mas não posso mesmo comemorar este dia e não vou me calar, preciso desabafar.
Como educadora que já atuou tanto no sistema educacional formal quanto no sistema religioso, e como ex-mãe adotiva, posso dizer por experiência própria que as crianças gostam de disciplina, elas gostam de quem as corrige e educa e sempre tive bom relacionamento com meus alunos e pupilos, mesmo com meu estilo Supernanny de ser, aliás, sei que eles gostam de mim exatamente por isso, por eu ser muito exigente. Mas as mães, ah, as mães, elas me irritavam profundamente, e continuam irritando.
Sei que sou uma grande exceção, mas para mim a mãe foi roubada do seu papel de educadora, a mulher foi roubada de seu papel de líder do lar, e a consequência é a sociedade podre em que somos obrigados a viver hoje. As mães abandonaram os filhos e terceirizaram a educação e o resultado está aí, para quem quiser ver.
Realmente, como posso comemorar se são estas mães que vejo por aí:
P.S.: Indústria assassina. Pais assassinos
Descobri que sou pouco chata quando brigo com um pai ou uma mãe que dá refrigerante e outras porcarias para os filhos, inclusive para os bebês. Na verdade devia chamá-los de assassinos. Indústria assassina. Pais assassinos. Porque são os pais que compram...
Comentário da minha amiga no Facebook:
"Se nos deixarmos seduzir por essa indústria de porcarias e venenos, mataremos nossos filhos! E o pior é que isso acontecerá muito antes do que imaginamos... Não podemos fechar os olhos para esta realidade ou sangue INOCENTE recairá sobre as nossas cabeças. ACORDEM, PAIS!!!!!!"
Assista ao vídeo abaixo e veja o quanto de gordura e açúcar seu filho consome nos produtos industrializados. Você também pode baixar para ver depois em família, com seus amigos, e ajudar a divulgar. Veja como baixar na página oficial do filme.
Tem P.S. no final.
Leia também Não use seus filhos como (des)culpa para não sair do sistema
"A vara [disciplina] da correção dá sabedoria, mas a criança entregue a si mesma envergonha a sua mãe." Pv29.15
Bem, quem me conhece sabe que sou do contra mesmo e já falei aqui várias vezes que não comemoro dia disso, dia daquilo. Aliás, todo dia é dia de alguma coisa e cada vez inventam mais dias para o povo comemorar. As datas com grande apelo comercial, então, tenho horror a elas. E Dia das Mães é um que não teria muito o que comemorar, se eu comemorasse. Sei que estou correndo o risco de ser queimada na fogueira de vez, mas não posso mesmo comemorar este dia e não vou me calar, preciso desabafar.
Como educadora que já atuou tanto no sistema educacional formal quanto no sistema religioso, e como ex-mãe adotiva, posso dizer por experiência própria que as crianças gostam de disciplina, elas gostam de quem as corrige e educa e sempre tive bom relacionamento com meus alunos e pupilos, mesmo com meu estilo Supernanny de ser, aliás, sei que eles gostam de mim exatamente por isso, por eu ser muito exigente. Mas as mães, ah, as mães, elas me irritavam profundamente, e continuam irritando.
Sei que sou uma grande exceção, mas para mim a mãe foi roubada do seu papel de educadora, a mulher foi roubada de seu papel de líder do lar, e a consequência é a sociedade podre em que somos obrigados a viver hoje. As mães abandonaram os filhos e terceirizaram a educação e o resultado está aí, para quem quiser ver.
Realmente, como posso comemorar se são estas mães que vejo por aí:
- Mães que não precisam, mas insistem em trabalhar fora, em nome de uma maldita realização profissional. Não estou falando das mães que realmente precisam, que lutam sozinhas para criar seus filhos e fazem isso com muito suor e honra. E a essas os filhos valorizam, ajudam e entendem. Mas estou falando da mãe que dá mais valor a sua carreira profissional do que aos filhos, e pensa que pode comprar os filhos com presentes caros e que isso vai compensar a falta de atenção e carência afetiva.
- Mães que não ensinam boas maneiras a seus filhos, não ensinam a falar “por favor”, “obrigado”, “com licença”, não ensinam a comer de boca fechada, a se comportar à mesa. O resultado disso são crianças e depois adolescentes e adultos completamente egoístas e orgulhosos, porque pedir “me passe o sal, por favor” é o melhor aprendizado de humildade que conheço.
- Mães que deixam seus filhos, às vezes bebezinhos ainda, beberem refrigerante, comerem biscoitos industrializados, principalmente os do tipo “isopor”, por pura falta de pulso de dizer “não”, e por pura preguiça de fazer uma alimentação saudável. Ou seja, dão veneno para seus filhos sem um pingo de dor na consciência.
- Mães que deixam seus filhos ficarem viciados em jogos eletrônicos, em TV, em computador, porque as "babás eletrônicas" deixam os filhos ocupados e elas ficam livres para cuidarem dos interesses delas. Ou mães que deixam crianças pequenas assistirem a novelas e a filmes inadequados, porque elas não querem abrir mão dessas coisas também.
- Mães que só falam com os filhos asperamente, sem carinho. E quando eles pedem um pouquinho de atenção, elas gritam: “Agora não, estou ocupada, ou estou conversando, ou folheando uma revista”. Infelizmente é isso que vejo e meu coração dói pelas crianças.
- Mães que não conversam, não brincam, não desenham, não pintam com seus filhos. Não estimulam a criatividade deles, não ensinam nada, nem letras, nem números etc, deixam que apenas a escola cuide disso. Já trabalhei com crianças de sete anos que não sabiam os dias da semana nem o bairro em que moravam. Inacreditável. E outra criança com quatro anos que não sabia contar até 20 e não conhecia pelo menos os números de 1 a 9, porque a criança ainda não estava na escola e a mãe simplesmente não ensinava nada.
- Ah, e por falar em escola, mães que colocam filhos bebês em creches e escolas, completamente sem necessidade. Que necessidade tem uma mãe que não trabalha fora de colocar um filho de seis MESES em uma creche, ou um filho de dois anos na escola? Ah, me poupe desse discurso ridículo de que a criança precisa se socializar, só acredita nisso quem quer ou acha conveniente.
- Mães que só pensam nelas na hora das compras, para elas é tudo do bom e do melhor, mas para os filhos, qualquer coisa serve. Antigamente mãe era sinônimo de amor incondicional, a que deixava de comer para que os filhos pudessem se alimentar, a que deixava de comprar presentes para si para comprar para os filhos. Mas hoje, que amor é esse? Ah, por favor, me ame menos.
- Ah, e um tipo de mãe mais irritante é a que compra roupas de piriguete para as meninas pequenas, e depois quando elas chegam na pré-adolescência e daí para a frente não querem saber de usar roupas decentes, mas o incrível é que são as mães que compram as roupas para as filhas, isso é que eu não entendo, nunca vou entender.
- Mães que não dão limites, mães que não disciplinam, mães que deixam a criança fazer o que quer, mães que não ensinam a criança a respeitar os mais velhos, mães que cedem às pirraças dos filhos, mães que mentem para seus maridos e os filhos sabem, e mentem para seus filhos pequenos e depois reclamam que seus filhos estão mentindo muito, mães que não oram pelos e com seus filhos, não ensinam sobre o Eterno, não obedecem ao Eterno e querem que seus filhos obedeçam a elas... Ah, e a lista é infinita, melhor parar por aqui.
- E não adianta assistir a Supernanny todo sábado e não praticar o que ela ensina.
P.S.: Indústria assassina. Pais assassinos
Descobri que sou pouco chata quando brigo com um pai ou uma mãe que dá refrigerante e outras porcarias para os filhos, inclusive para os bebês. Na verdade devia chamá-los de assassinos. Indústria assassina. Pais assassinos. Porque são os pais que compram...
Comentário da minha amiga no Facebook:
"Se nos deixarmos seduzir por essa indústria de porcarias e venenos, mataremos nossos filhos! E o pior é que isso acontecerá muito antes do que imaginamos... Não podemos fechar os olhos para esta realidade ou sangue INOCENTE recairá sobre as nossas cabeças. ACORDEM, PAIS!!!!!!"
Assista ao vídeo abaixo e veja o quanto de gordura e açúcar seu filho consome nos produtos industrializados. Você também pode baixar para ver depois em família, com seus amigos, e ajudar a divulgar. Veja como baixar na página oficial do filme.
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Dica de filme: 'O primeiro mentiroso'
"O primeiro mentiroso" (The Invention of Lying), filme mui-to si-nis-tro.
quinta-feira, 21 de março de 2013
Eu digo não às trevas, eu digo não à Hora do Planeta
Up de novo.
Todo ano repito a mesma coisa.
Sinto muito, mas não participei, nem participaria de apagão mundial.
Para mim é um ato profético de trevas sobre o mundo.
Por que não fazer um ato tipo desligar as torneiras, deixar o carro em casa? Tinha que ser logo apagar as luzes? Não, sinto muito, estou fora.
Não divulgo e nem participo de algo sinistro assim.
Vou continuar fazendo a minha parte, economizando energia e água, usando sacolas de TNT, separando lixo para reciclagem, mas apagão eu não faço.
Devemos profetizar luz e não trevas.
Na minha casa não profetizo trevas. Na minha casa a ordem é: "Fora, trevas".
Sinto muito, mas não participei, nem participaria de apagão mundial.
Para mim é um ato profético de trevas sobre o mundo.
Por que não fazer um ato tipo desligar as torneiras, deixar o carro em casa? Tinha que ser logo apagar as luzes? Não, sinto muito, estou fora.
Não divulgo e nem participo de algo sinistro assim.
Vou continuar fazendo a minha parte, economizando energia e água, usando sacolas de TNT, separando lixo para reciclagem, mas apagão eu não faço.
Devemos profetizar luz e não trevas.
Na minha casa não profetizo trevas. Na minha casa a ordem é: "Fora, trevas".
sexta-feira, 15 de março de 2013
Arrisque-se a ler
Não seja do tipo não-li-não-comi-não-vi-mas-não-gostei.
Leia, investigue, pesquise. Não critique o que desconhece. Se não vira "achismo".
Leia pelo menos 40 livros sobre o assunto antes de criticar.
Aí, sim, pode haver diálogo, aí você pode começar a dar sua opinião.
Aí você vai poder falar com autoridade.
Ah, você tem medo de ler e descobrir que estava errado???
É, você corre esse risco. Mas não dizem por aí que viver é um risco? Então, arrisque-se. Talvez você tenha mais a ganhar do que perder.
Eu só ganhei e estou amando ser livre.
(Publicado originalmente em julho/2008)
Leia, investigue, pesquise. Não critique o que desconhece. Se não vira "achismo".
Leia pelo menos 40 livros sobre o assunto antes de criticar.
Aí, sim, pode haver diálogo, aí você pode começar a dar sua opinião.
Aí você vai poder falar com autoridade.
Ah, você tem medo de ler e descobrir que estava errado???
É, você corre esse risco. Mas não dizem por aí que viver é um risco? Então, arrisque-se. Talvez você tenha mais a ganhar do que perder.
Eu só ganhei e estou amando ser livre.
(Publicado originalmente em julho/2008)
quarta-feira, 6 de março de 2013
Salmo 47
"Batam palmas, vocês, todos os povos;
aclamem ao Eterno com cantos de alegria.
aclamem ao Eterno com cantos de alegria.
Pois o Altíssimo é temível, é o grande Rei sobre toda a terra!
Ele subjugou as nações ao nosso poder,
os povos colocou debaixo de nossos pés,
e escolheu para nós a nossa herança, o orgulho de Jacó, a quem amou.
os povos colocou debaixo de nossos pés,
e escolheu para nós a nossa herança, o orgulho de Jacó, a quem amou.
O Eterno subiu em meio a gritos de alegria;
o Eterno, em meio ao som de trombetas.
o Eterno, em meio ao som de trombetas.
Ofereçam música ao Eterno, cantem louvores!
Ofereçam música ao nosso Rei, cantem louvores!
Ofereçam música ao nosso Rei, cantem louvores!
Pois o Eterno é o rei de toda a terra;
cantem louvores com harmonia e arte.
cantem louvores com harmonia e arte.
O Eterno reina sobre as nações;
o Eterno está assentado em seu santo trono.
o Eterno está assentado em seu santo trono.
Os soberanos das nações se juntam ao povo do Eterno de Abraão,
pois os governantes da terra pertencem ao Eterno;
ele é soberanamente exaltado."
pois os governantes da terra pertencem ao Eterno;
ele é soberanamente exaltado."
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