"Ele fez a lua para marcar estações; o sol sabe quando deve se pôr". Salmo 104.19
Tenho compartilhado aqui sobre as transformações que o Eterno tem feito na minha vida. Isso faz parte da restauração das raízes bíblicas que tenho sido levada a estudar e buscar. Não tenho a menor dúvida de que esse desejo foi plantado em mim pelo Espírito Santo. E eu só obedeço. E agora, muito tempo depois, tenho tido as explicações lógicas do porquê de tudo isso. Estou lendo o livro Restaurando doutrinas da Igreja do primeiro século e tenho tido as respostas que queimavam meu coração há anos.
Como parte dessa restauração está o entendimento sobre a contagem do tempo. Não conto mais o tempo pelo calendário gregoriano. O calendário gregoriano é solar. Ou seja, tudo gira em torno da adoração ao sol. O calendário hebraico é lunar, que é o calendário que o Eterno estabeleceu. As festas bíblicas seguem as luas. Até hoje a gravidez é contada por luas. A agricultura segue o calendário lunar também. E vários povos ainda usam o calendário lunar.
Também pesquisei a data do meu aniversário no calendário hebraico e é nesta nova data que vou celebrar. No calendário gregoriano não vai ser no mesmo dia todo ano, porque há uma diferença entre os dois calendários. Então, todo ano vou atualizar minha data de aniversário no orkut etc.
Sei que não posso alterar o calendário civil no Brasil e tenho que seguí-lo, mas na minha vida pessoal posso seguir o calendário bíblico.
Mesmo assim, para vocês que estão comemorando um novo ano, quero declarar as bênçãos do Eterno sobre suas vidas:
Que haja salvação, libertação, paz, segurança, saúde e prosperidade na sua casa. Que as promessas do Eterno se cumpram na sua vida. Que os propósitos do Eterno se cumpram em você e através de você. Que você honre o nome do Eterno e que você seja honrado por ele. Que você esteja no lugar que o Eterno reservou para você. Que as obras das suas mãos sejam prósperas e que seu ministério seja frutífero.
Para quem quiser saber mais sobre calendário hebraico, seguem alguns trechos e links.
"Calendário judaico ou hebraico (do hebraico הלוח העברי) é o nome do calendário utilizado dentro do judaísmo para a determinação da data das festividades, dos serviços religiosos e de outros eventos da comunidade.O calendário hebraico é um calendário do tipo lunar baseado nos ciclos da Lua, composto alternadamente por 12 ou 13 meses de período igual ao de uma lunação, de forma a que o primeiro dia de cada mês é sempre o primeiro dia de lua nova. Nos tempos bíblicos a determinação dos tempos era realizada pela observação direta de testemunhas designadas para este fim, método seguido pelos Caraítas até os dias de hoje, os quais determinam o primeiro mês do ano como Abib.O método atual entre os judeus rabínicos no entanto é um calendário fixo criado devido à necessidade de um calendário permanente para comunidades que vivessem fora de Israel. Este calendário tem base lunar, mas ajusta-se pelo calendário solar (enquanto o Calendário antigo ajustava-se pela maturação da colheita) para a inclusão de um novo mês, além de determinar o início do ano no mês de Tishrei." Fonte: Wikipedia
Quem quiser saber o dia do seu nascimento é só converter aqui. Quando for fazer a conversão, tem que considerar a hora do nascimento. Se foi antes das 18h00, considere o dia normal, mas se foi depois das 18h00, coloque um dia a mais. Por exemplo, quem nasceu dia 3 de março, às 19h00, deve colocar dia 4 de março.
Este site traz os dois calendários e fica fácil de acompanhar.
E quem quiser saber mais algumas curiosidades sobre os dias da semana, clique aqui.
Mais textos sobre:
Restauração
Festas bíblicas
Um pouco de tudo, muito sobre mim, meu olhar sobre o mundo, meu caminho de teshuvah, minha vida fora do sistema, e as "Dicas da tia" sobre ser dona de casa, com minhas experiências culinárias e alimentação saudável
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
Dica de leitura: Trazendo a Igreja de volta às suas raízes bíblicas e judaicas
Pela Graça da Nova Aliança, todos, se exceção, podem usufruir das maravilhosas e abundantes bênçãos dadas aos judeus da Casa de Israel. A Torá (Instrução – "Lei") está mais do que viva, cheia de surpresas e profundos ensinamentos, revelando-nos, profeticamente, o tempo em que estamos vivendo e, sobretudo, os maravilhosos e divinos princípios para ter-se um excelente crescimento espiritual e uma sólida maturidade pela fé no Messias. Saiba porque e como a Igreja pode e deve restaurar suas raízes bíblicas.
Trazendo a Igreja de volta às suas raízes bíblicas e judaicas
Marcelo Miranda Guimarães
Ensinando de Sião
Trazendo a Igreja de volta às suas raízes bíblicas e judaicas
Marcelo Miranda Guimarães
Ensinando de Sião
Dica de leitura: Restaurando doutrinas da Igreja do primeiro Século
Em Restaurando doutrinas da Igreja do primeiro Século, tem-se o primeiro passo rumo à tão importante restauração da fé Cristã. Reconectando a Igreja de volta às suas raízes bíblicas e judaicas, o autor traz os ensinamentos elementares da Antiga e Nova Aliança novamente ao seu contexto original, enfatizando o ensino discipulatório para o novo crente em Yeshua (Jesus), tal como ele era feito nos dias da Igreja do primeiro Século. Contém 29 lições de discipulado no contexto judaico-messiânico. Uma obra teológica essencial para pastores, líderes e discipuladores em geral.
Restaurando doutrinas da Igreja do primeiro Século
Marcelo Miranda Guimarães
Ensinando de Sião
Restaurando doutrinas da Igreja do primeiro Século
Marcelo Miranda Guimarães
Ensinando de Sião
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
Depois do chamado vem o treinamento
“Nós temos de olhar para a nossa habilidade [...], praticar, e planejar melhorá-la. Eu estou constantemente surpreso por ver como tantas igrejas enviam e encorajam pessoas para participar de minhas conferências, mas jamais enviam uma delegação composta por membros da liderança.
Estar com pessoas influentes e aprender com elas evitará que nós caiamos em armadilhas que podem ser facilmente evitadas. Lamentavelmente, muitos cristãos estão tão preocupados em se engajar o quanto antes no ministério que desperdiçam muitas oportunidades de verdadeiro treinamento e desenvolvimento espiritual.
Muitos cristãos não gostam da idéia do aprendizado, preferindo se engajar no ministério e mostrar o que sabem fazer. Para eles parece que o caminho para o ministério via discipulado e ensino é longo e cheio de curvas. No entanto, eu conheço pessoas que rejeitaram o caminho do discipulado e por isso não se saíram muito bem e nem duraram muito no ministério. A caminhada ministerial é longa. Não devemos pegar atalhos no processo de desenvolvimento. Se pegamos atalhos, acabamos dando dois passos para frente e três para trás. Acabamos caindo em armadilhas que poderiam ser evitadas. Nós ficaremos tão ocupados fazendo coisas que não aprenderemos a lidar com a nossa própria natureza.
Depois do chamado vem o treinamento.”
Graham Cooke, em Desenvolvendo o seu dom profético
Leia mais:
Carta aberta aos pastores
Vale a pena ler de novo: Antenado
Não resista
Estar com pessoas influentes e aprender com elas evitará que nós caiamos em armadilhas que podem ser facilmente evitadas. Lamentavelmente, muitos cristãos estão tão preocupados em se engajar o quanto antes no ministério que desperdiçam muitas oportunidades de verdadeiro treinamento e desenvolvimento espiritual.
Muitos cristãos não gostam da idéia do aprendizado, preferindo se engajar no ministério e mostrar o que sabem fazer. Para eles parece que o caminho para o ministério via discipulado e ensino é longo e cheio de curvas. No entanto, eu conheço pessoas que rejeitaram o caminho do discipulado e por isso não se saíram muito bem e nem duraram muito no ministério. A caminhada ministerial é longa. Não devemos pegar atalhos no processo de desenvolvimento. Se pegamos atalhos, acabamos dando dois passos para frente e três para trás. Acabamos caindo em armadilhas que poderiam ser evitadas. Nós ficaremos tão ocupados fazendo coisas que não aprenderemos a lidar com a nossa própria natureza.
Depois do chamado vem o treinamento.”
Graham Cooke, em Desenvolvendo o seu dom profético
Leia mais:
Carta aberta aos pastores
Vale a pena ler de novo: Antenado
Não resista
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Seriam as pedras clamando?
O Natal se origina em tradições mais antigas que o próprio cristianismo
Fonte Yahoo - Ter, 23 Dez, 12h45 - (Atualizado no dia 24 de dezembro de 2008)
PARIS (AFP) - Mesas generosamente servidas, canções, árvore cheias de luzes e o alegre soar de sinos são algumas características da festa de Natal, uma celebração que não nasceu com o cristianismo, mas tem raízes em antiqüíssimos ritos pagãos indo-europeus bem anteriores a Jesus Cristo.
A festa mais universal do Ocidente, a comemoração do nascimento do menino Jesus, foi celebrada pela primeira vez, com o sentido de hoje, em 25 de dezembro de 336, em Roma, poucos anos depois de o cristianismo ser adotado como religião do Império. Leia mais.
Natal secreto
Fonte: O Globo - Coluna Panorama Econômico
Míriam Leitão e Leonardo Zanelli - 24.12.2008
Os americanos não desejam mais Feliz Natal. Não pela crise e pelas profecias terminais dos economistas. Vem de algum tempo essa moda. Eles trocaram o específico Merry Christmas pelo genérico Happy Holidays. A idéia, disse um nova-iorquino, é que “Feliz Natal” seria uma agressão a quem não é cristão. Nas lojas, nas propagandas e entre as pessoas, o Feliz Natal está em baixa. Leia mais.
Fonte Yahoo - Ter, 23 Dez, 12h45 - (Atualizado no dia 24 de dezembro de 2008)
PARIS (AFP) - Mesas generosamente servidas, canções, árvore cheias de luzes e o alegre soar de sinos são algumas características da festa de Natal, uma celebração que não nasceu com o cristianismo, mas tem raízes em antiqüíssimos ritos pagãos indo-europeus bem anteriores a Jesus Cristo.
A festa mais universal do Ocidente, a comemoração do nascimento do menino Jesus, foi celebrada pela primeira vez, com o sentido de hoje, em 25 de dezembro de 336, em Roma, poucos anos depois de o cristianismo ser adotado como religião do Império. Leia mais.
Natal secreto
Fonte: O Globo - Coluna Panorama Econômico
Míriam Leitão e Leonardo Zanelli - 24.12.2008
Os americanos não desejam mais Feliz Natal. Não pela crise e pelas profecias terminais dos economistas. Vem de algum tempo essa moda. Eles trocaram o específico Merry Christmas pelo genérico Happy Holidays. A idéia, disse um nova-iorquino, é que “Feliz Natal” seria uma agressão a quem não é cristão. Nas lojas, nas propagandas e entre as pessoas, o Feliz Natal está em baixa. Leia mais.
Leia também:
Conhecer as profecias e reconhecer os sinais 2
As maiores catástrofes naturais de 2008
Fonte: Yahoo - Sáb, 20 Dez, 11h46 - Por EFE
VULCÕES
Fonte: Yahoo - Sáb, 20 Dez, 11h46 - Por EFE
VULCÕES
- 20 de novembro - A erupção do vulcão Nevado del Huila, na Colômbia, causa a morte de 10 indígenas.
TERREMOTOS
- 3 de fevereiro - Pelo menos 40 pessoas morrem em Ruanda e na República Democrática do Congo (RDC), em um terremoto de 6 graus na escala Richter.
- 22 de abril - Terremoto de 5,2 graus na escala Richter é sentido em São Paulo. O epicentro do sismo foi localizado a 215 km de São Vicente, no litoral sul do estado, e a 10 km de profundidade. Não houve vítimas.
- 12 de maio - Um terremoto de 7,8 graus Richter deixa mais de 69 mil mortos e 17,5 mil desaparecidos na província de Sichuan (China). As réplicas registradas depois atingiram até 6 graus. Houve 14,3 milhões de desalojados.
Leia mais: INUNDAÇÕES, ONDA DE FRIO, CICLONES.
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Dica de leitura: Cristianismo pagão
É tempo de restauração. Se você quer saber de onde vêm as práticas de culto das igrejas, leia CRISTIANISMO PAGÃO, a origem das práticas de nossa Igreja moderna, de Frank Viola.
Com uma minuciosa pesquisa histórica e riqueza de fontes, Viola nos faz refletir sobre: 1. Liturgia. 2. Sermão. 3. Edifício da Igreja. 4. Pastor. 5. Costumes Dominicais. 6. Ministros do Louvor. 7. Dízimos e Salários Clericais. 8. Batismo e Ceia do Senhor. 9. Educação Cristã. 10. Outra Perspectiva do Salvador. E 11. Abordagem ao NT.
Mas prepare-se para ser confrontado e às vezes ficar com as entranhas se contorcendo.
Leia o prólogo e o prefácio:
Prólogo
Este livro deveria ter sido escrito há 300 anos. Se isso tivesse ocorrido, a direção da história cristã seria totalmente distinta daquela que tomou.
Se cada ministro lesse este livro hoje, ele deixaria o ministério amanhã ou viveria uma vida de hipocrisia.
A maioria de nossas práticas da fé cristã não tem absolutamente nada a ver com o NT. Praticamente tudo que fazemos hoje como cristãos chegou até nós incidentalmente. Virtualmente, todas nossas principais práticas chegaram até nós durante os 50 anos do Imperador Constantino (d.C. 324) ou durante os 50 anos após o começo da Reforma (1517).
Viola nos prestou um grande serviço traçando a origem de todas nossas práticas protestantes.
Meu único pesar é que este livro será apenas um entre os 100 mil livros impressos este ano sobre a temática cristã.
Trezentos anos atrás — ou mesmo duzentos — Cristianismo pagão seria um entre poucas centenas de livros e, portanto, lido por uma grande porção de cristãos. Você pode ajudar a remediar isso falando deste livro para todos seus amigos.
A propósito, você também enfrentará uma crise de consciência após ler este livro. Você tomará conhecimento das origens pagãs e não bíblicas de tudo que fazemos hoje. Você nunca poderá voltar a dizer, “Nos baseamos na Bíblia. Fazemos tudo conforme o NT”. Praticamente não fazemos nada que seja neotestamentário, como veremos.
Mas há uma tragédia maior aqui. Tomamos o NT e o torcemos, fazendo o NT endossar o que fazemos hoje. Esta mentalidade — que é universal — foi absorvida tanto pelo leigo como pelo clero... Esta mentalidade vem — e continua — destruindo a fé cristã.
Herdamos uma situação tal que não temos absolutamente nenhuma idéia de como nossa fé deveria ser praticada.
O que é que precisamos fazer? No que se refere à prática de nossa fé hoje, necessitamos começar tudo da estaca zero, deixando de lado tudo que praticamos hoje.
Em segundo lugar, necessitamos aprender a história do século I e depois prosseguir em nossas próprias práticas.
Mais uma vez, recomendo não apenas a leitura deste livro, mas também falar sobre ele com outros cristãos que conhece para que também o leiam.
E depois? Siga sua consciência. Faça isso, e verá o ressurgimento daquelas simples e primitivas práticas do século I.
Gene Edwards, Jacksonville, Flórida
"A experiência provê a dolorosa prova de que as tradições, uma vez engendradas, são primeiramente tidas como úteis, depois consideradas necessárias, até finalmente serem transformadas em ídolos. Todos têm que se curvar diante delas ou haverá punição." J.C. Ryle
Prefácio
"Por que vocês violam o mandamento de Deus por amor à sua tradição?" Jesus Cristo
Quando o Senhor Jesus andou nesta terra, seus principais opositores vieram das duas principais facções religiosas daquele tempo: Os fariseus e os saduceus.
A facção farisaica aumentava as sagradas Escrituras. Eles agregavam à Palavra de Deus um punhado de leis humanas e as passavam para as gerações subseqüentes. Este conjunto de costumes consagrados, muitos deles chamados de “tradições dos anciãos”, passaram a ser considerados iguais às Escrituras Sagradas[1]. O erro dos Saduceus estava no outro extremo. Eles subtraíam blocos inteiros das Escrituras — considerando apenas a Lei de Moisés como digna de ser observada.[2] (Os saduceus negavam a existência dos espíritos, anjos, alma, vida após a morte e a ressurreição).[3]
O efeito imediato foi que quando o Senhor Jesus entrou no drama da história humana, Sua autoridade foi arduamente desafiada.[4] A razão era simples. Ele não se enquadrava nos moldes religiosos de nenhum dos dois campos. Jesus era visto com suspeita tanto pelos fariseus como pelos saduceus. Não demorou muito para que esta suspeita se transformasse em hostilidade. Logo os fariseus e os saduceus começaram a planejar a morte do Filho de Deus!
Vivemos um tempo em que a história se repete. A moderna cristandade caiu nos mesmos erros dos fariseus e dos saduceus.
Na tradição dos saduceus, a grande maioria das práticas do século I já havia sido retirada da paisagem cristã. Meu livro, Repensando o odre, revela algumas das práticas esquecidas que caracterizavam a vida da igreja no século I.[5]
Mas o cristianismo moderno também é culpado de cometer o erro dos fariseus. Ou seja, o cristianismo moderno agregou um monte de tradições humanamente concebidas que acabaram suprimindo a direção funcional, real e vivificante de Jesus Cristo enquanto Cabeça de Sua Igreja.
Dessa forma, tanto os fariseus como os saduceus nos ensinaram uma lição muitas vezes esquecida: É tão nocivo diluir a autoridade da Palavra de Deus por adição como por supressão. Violamos as Escrituras tanto ao enterrá-las sob uma montanha de tradição humana, como ao ignorar seus princípios.
Este livro dedica-se a expor as tradições adotadas com relação a Deus e Sua Igreja. Ao fazê-lo produz uma séria conclusão: A igreja institucional moderna não tem qualquer direito bíblico nem histórico para continuar existindo!
Isto não é obra para pesquisadores. Tão pouco é uma obra completa. Uma abordagem exaustiva das origens de nossas práticas na igreja moderna encheria volumes e mais volumes e seria lido por poucas pessoas. Embora este livro seja de apenas um volume, traz consigo uma grande quantidade da história em um pequeno espaço. De fato, pode-se dizer corretamente que o que está contido nestas páginas é o resumo de toda uma biblioteca!
Este livro não tem a pretensão de trazer luz a todos os recantos da história. Pretende sim focalizar a origem das práticas centrais que definem a principal corrente do cristianismo de hoje[6]
É de vital importância a compreensão das raízes das práticas de nossa igreja moderna. Espero que cada cristão alfabetizado leia esta obra.[7] Por conseguinte, preferi não empregar uma linguagem técnica, mas escrever em um português simples. Assim, agreguei notas ao pé da página contendo detalhes adicionais e fontes ao longo de cada capítulo. (Eu quero que meus leitores saibam que eu não estou assoprando bolhas de sabão nem construindo castelos de areia!) Os cristãos reflexivos que desejam verificar minhas declarações e alcançar uma compreensão mais profunda dos temas abordados devem ler as notas ao pé da página. Os que não se preocupam com tais coisas devem ignorá-las.
Finalmente, este livro complementa meu primeiro livro Repensando o odre: A prática do NT. Ambos os livros mostram os dois lados da mesma moeda. O Odre demonstra de uma forma cabal que aqueles que abandonaram o aprisco do cristianismo institucional têm o direito bíblico de existir. O livro que você tem em suas mãos mostra a outra face da moeda, eles têm também o direito histórico de existir.
Frank Viola, Brandon, Flórida, dezembro de 2002.
“Mas o Imperador está nu!” Disse um garotinho. “Falou a voz da inocência!” Exclamou o pai; e cochichou para outro o que a criança dissera. “Ele está nu!” Correu de boca em boca. “Ele está nu!” Bradou finalmente o povo. O Imperador ficou envergonhado porque sabia que estavam certos; mas refletiu: “O cortejo precisa prosseguir!” Aprumou ainda mais o corpo, e os camareiros, solenes, continuaram fingindo segurar o manto real que não existia." Hans Christian Anderson
Notas
[1] Nelson’s Illustrated Bible Dictionary (Nashville: Thomas Nelson Publishers, 1986), pp. 830-831. Veja também: Mateus 23:23-24. Os Fariseus obedeceram a Lei de Deus segundo sua própria interpretação, tal Lei era aplicada pelos Escribas. Os Escribas eram especialistas da Lei e viveram vidas piedosas e disciplinadas. Eles chegaram a ser os intérpretes oficiais da Palavra de Deus e eram dotados com o poder de criar a tradição. (Nelson’s Illustrated Bible Dictionary, pp. 957-958).[2] A “Lei de Moisés” refere-se aos primeiros cinco livros do Antigo Testamento, i. e. Gênesis a Deuteronômio. Também é chamada de “Tora” (a Lei) e “Pentateuco”, o qual é um termo grego que significa “cinco volumes”.[3] New Bible Dictionary: 2nd Edition (Wheaton: Inter-Varsity Fellowship, 1982), p. 1055.[4] Marcos 11:28.[5] Tais práticas estão atualmente sendo restauradas em pequena escala por almas atrevidas que tomaram o espantoso passo de deixar o refúgio do cristianismo institucional.[6] Este livro enfoca as práticas cristãs protestantes. Seu alcance principal é “a igreja hoje” do Protestantismo em vez da “alta igreja” como as denominações Anglicanas, Episcopais, e um tipo de Luteranos. O livro abrange as práticas da “alta Igreja” Católica apenas de passagem.[7] Como disse Bacon certa vez, “As obras de Agostinho e de Ambrósio geram tanta sabedoria divina quanto qualquer história eclesiástica bem lida e examinada”.
Com uma minuciosa pesquisa histórica e riqueza de fontes, Viola nos faz refletir sobre: 1. Liturgia. 2. Sermão. 3. Edifício da Igreja. 4. Pastor. 5. Costumes Dominicais. 6. Ministros do Louvor. 7. Dízimos e Salários Clericais. 8. Batismo e Ceia do Senhor. 9. Educação Cristã. 10. Outra Perspectiva do Salvador. E 11. Abordagem ao NT.
Mas prepare-se para ser confrontado e às vezes ficar com as entranhas se contorcendo.
Leia o prólogo e o prefácio:
Prólogo
Este livro deveria ter sido escrito há 300 anos. Se isso tivesse ocorrido, a direção da história cristã seria totalmente distinta daquela que tomou.
Se cada ministro lesse este livro hoje, ele deixaria o ministério amanhã ou viveria uma vida de hipocrisia.
A maioria de nossas práticas da fé cristã não tem absolutamente nada a ver com o NT. Praticamente tudo que fazemos hoje como cristãos chegou até nós incidentalmente. Virtualmente, todas nossas principais práticas chegaram até nós durante os 50 anos do Imperador Constantino (d.C. 324) ou durante os 50 anos após o começo da Reforma (1517).
Viola nos prestou um grande serviço traçando a origem de todas nossas práticas protestantes.
Meu único pesar é que este livro será apenas um entre os 100 mil livros impressos este ano sobre a temática cristã.
Trezentos anos atrás — ou mesmo duzentos — Cristianismo pagão seria um entre poucas centenas de livros e, portanto, lido por uma grande porção de cristãos. Você pode ajudar a remediar isso falando deste livro para todos seus amigos.
A propósito, você também enfrentará uma crise de consciência após ler este livro. Você tomará conhecimento das origens pagãs e não bíblicas de tudo que fazemos hoje. Você nunca poderá voltar a dizer, “Nos baseamos na Bíblia. Fazemos tudo conforme o NT”. Praticamente não fazemos nada que seja neotestamentário, como veremos.
Mas há uma tragédia maior aqui. Tomamos o NT e o torcemos, fazendo o NT endossar o que fazemos hoje. Esta mentalidade — que é universal — foi absorvida tanto pelo leigo como pelo clero... Esta mentalidade vem — e continua — destruindo a fé cristã.
Herdamos uma situação tal que não temos absolutamente nenhuma idéia de como nossa fé deveria ser praticada.
O que é que precisamos fazer? No que se refere à prática de nossa fé hoje, necessitamos começar tudo da estaca zero, deixando de lado tudo que praticamos hoje.
Em segundo lugar, necessitamos aprender a história do século I e depois prosseguir em nossas próprias práticas.
Mais uma vez, recomendo não apenas a leitura deste livro, mas também falar sobre ele com outros cristãos que conhece para que também o leiam.
E depois? Siga sua consciência. Faça isso, e verá o ressurgimento daquelas simples e primitivas práticas do século I.
Gene Edwards, Jacksonville, Flórida
"A experiência provê a dolorosa prova de que as tradições, uma vez engendradas, são primeiramente tidas como úteis, depois consideradas necessárias, até finalmente serem transformadas em ídolos. Todos têm que se curvar diante delas ou haverá punição." J.C. Ryle
Prefácio
"Por que vocês violam o mandamento de Deus por amor à sua tradição?" Jesus Cristo
Quando o Senhor Jesus andou nesta terra, seus principais opositores vieram das duas principais facções religiosas daquele tempo: Os fariseus e os saduceus.
A facção farisaica aumentava as sagradas Escrituras. Eles agregavam à Palavra de Deus um punhado de leis humanas e as passavam para as gerações subseqüentes. Este conjunto de costumes consagrados, muitos deles chamados de “tradições dos anciãos”, passaram a ser considerados iguais às Escrituras Sagradas[1]. O erro dos Saduceus estava no outro extremo. Eles subtraíam blocos inteiros das Escrituras — considerando apenas a Lei de Moisés como digna de ser observada.[2] (Os saduceus negavam a existência dos espíritos, anjos, alma, vida após a morte e a ressurreição).[3]
O efeito imediato foi que quando o Senhor Jesus entrou no drama da história humana, Sua autoridade foi arduamente desafiada.[4] A razão era simples. Ele não se enquadrava nos moldes religiosos de nenhum dos dois campos. Jesus era visto com suspeita tanto pelos fariseus como pelos saduceus. Não demorou muito para que esta suspeita se transformasse em hostilidade. Logo os fariseus e os saduceus começaram a planejar a morte do Filho de Deus!
Vivemos um tempo em que a história se repete. A moderna cristandade caiu nos mesmos erros dos fariseus e dos saduceus.
Na tradição dos saduceus, a grande maioria das práticas do século I já havia sido retirada da paisagem cristã. Meu livro, Repensando o odre, revela algumas das práticas esquecidas que caracterizavam a vida da igreja no século I.[5]
Mas o cristianismo moderno também é culpado de cometer o erro dos fariseus. Ou seja, o cristianismo moderno agregou um monte de tradições humanamente concebidas que acabaram suprimindo a direção funcional, real e vivificante de Jesus Cristo enquanto Cabeça de Sua Igreja.
Dessa forma, tanto os fariseus como os saduceus nos ensinaram uma lição muitas vezes esquecida: É tão nocivo diluir a autoridade da Palavra de Deus por adição como por supressão. Violamos as Escrituras tanto ao enterrá-las sob uma montanha de tradição humana, como ao ignorar seus princípios.
Este livro dedica-se a expor as tradições adotadas com relação a Deus e Sua Igreja. Ao fazê-lo produz uma séria conclusão: A igreja institucional moderna não tem qualquer direito bíblico nem histórico para continuar existindo!
Isto não é obra para pesquisadores. Tão pouco é uma obra completa. Uma abordagem exaustiva das origens de nossas práticas na igreja moderna encheria volumes e mais volumes e seria lido por poucas pessoas. Embora este livro seja de apenas um volume, traz consigo uma grande quantidade da história em um pequeno espaço. De fato, pode-se dizer corretamente que o que está contido nestas páginas é o resumo de toda uma biblioteca!
Este livro não tem a pretensão de trazer luz a todos os recantos da história. Pretende sim focalizar a origem das práticas centrais que definem a principal corrente do cristianismo de hoje[6]
É de vital importância a compreensão das raízes das práticas de nossa igreja moderna. Espero que cada cristão alfabetizado leia esta obra.[7] Por conseguinte, preferi não empregar uma linguagem técnica, mas escrever em um português simples. Assim, agreguei notas ao pé da página contendo detalhes adicionais e fontes ao longo de cada capítulo. (Eu quero que meus leitores saibam que eu não estou assoprando bolhas de sabão nem construindo castelos de areia!) Os cristãos reflexivos que desejam verificar minhas declarações e alcançar uma compreensão mais profunda dos temas abordados devem ler as notas ao pé da página. Os que não se preocupam com tais coisas devem ignorá-las.
Finalmente, este livro complementa meu primeiro livro Repensando o odre: A prática do NT. Ambos os livros mostram os dois lados da mesma moeda. O Odre demonstra de uma forma cabal que aqueles que abandonaram o aprisco do cristianismo institucional têm o direito bíblico de existir. O livro que você tem em suas mãos mostra a outra face da moeda, eles têm também o direito histórico de existir.
Frank Viola, Brandon, Flórida, dezembro de 2002.
“Mas o Imperador está nu!” Disse um garotinho. “Falou a voz da inocência!” Exclamou o pai; e cochichou para outro o que a criança dissera. “Ele está nu!” Correu de boca em boca. “Ele está nu!” Bradou finalmente o povo. O Imperador ficou envergonhado porque sabia que estavam certos; mas refletiu: “O cortejo precisa prosseguir!” Aprumou ainda mais o corpo, e os camareiros, solenes, continuaram fingindo segurar o manto real que não existia." Hans Christian Anderson
Notas
[1] Nelson’s Illustrated Bible Dictionary (Nashville: Thomas Nelson Publishers, 1986), pp. 830-831. Veja também: Mateus 23:23-24. Os Fariseus obedeceram a Lei de Deus segundo sua própria interpretação, tal Lei era aplicada pelos Escribas. Os Escribas eram especialistas da Lei e viveram vidas piedosas e disciplinadas. Eles chegaram a ser os intérpretes oficiais da Palavra de Deus e eram dotados com o poder de criar a tradição. (Nelson’s Illustrated Bible Dictionary, pp. 957-958).[2] A “Lei de Moisés” refere-se aos primeiros cinco livros do Antigo Testamento, i. e. Gênesis a Deuteronômio. Também é chamada de “Tora” (a Lei) e “Pentateuco”, o qual é um termo grego que significa “cinco volumes”.[3] New Bible Dictionary: 2nd Edition (Wheaton: Inter-Varsity Fellowship, 1982), p. 1055.[4] Marcos 11:28.[5] Tais práticas estão atualmente sendo restauradas em pequena escala por almas atrevidas que tomaram o espantoso passo de deixar o refúgio do cristianismo institucional.[6] Este livro enfoca as práticas cristãs protestantes. Seu alcance principal é “a igreja hoje” do Protestantismo em vez da “alta igreja” como as denominações Anglicanas, Episcopais, e um tipo de Luteranos. O livro abrange as práticas da “alta Igreja” Católica apenas de passagem.[7] Como disse Bacon certa vez, “As obras de Agostinho e de Ambrósio geram tanta sabedoria divina quanto qualquer história eclesiástica bem lida e examinada”.
Vela e pena ler de novo: Aos meus amigos e familiares
Já pedi perdão a Deus por isso, mas preciso pedir a vocês, que me perdoem.
Primeiro quero pedir perdão pelo mau testemunho que dei a vocês.
Quando era adolescente eu me posicionava e dizia não a alguns convites. Infelizmente, depois de jovem, de pequenas em pequenas concessões, que depois se tornaram médias e grandes concessões, eu me tornei uma crente carnal (“Irmãos, não lhes pude falar como a espirituais, mas como a carnais, como a crianças no Messias.” 1Coríntios 3.1) e participei de coisas que me contaminaram espiritualmente e que não edificam. Leia mais.
Primeiro quero pedir perdão pelo mau testemunho que dei a vocês.
Quando era adolescente eu me posicionava e dizia não a alguns convites. Infelizmente, depois de jovem, de pequenas em pequenas concessões, que depois se tornaram médias e grandes concessões, eu me tornei uma crente carnal (“Irmãos, não lhes pude falar como a espirituais, mas como a carnais, como a crianças no Messias.” 1Coríntios 3.1) e participei de coisas que me contaminaram espiritualmente e que não edificam. Leia mais.
70% dos londrinos não acreditam no Natal, afirma pesquisa
A profecia
Trecho de Natal: paganismo na igreja?
"Ainda na Europa, onde as lareiras estão sempre acesas durante essa época do ano, por se comemorar o Natal bem no meio do inverno, difundiu-se a crença de que Papai Noel entra nas casas pela chaminé da lareira. Por isso as crianças são instadas a deixarem sua meia ou sapato no lugar bem visível, para que Papai Noel, ao chegar, os encha de doces, balas ou bombons, além de presentes vários, como brinquedos e outros objetos. Essa idéia desenvolveu-se de uma antiga lenda norueguesa. Os noruegueses criam que a deusa Hertha aparecia na lareira e trazia boa sorte para o lar. Esse costume chegou no Brasil e não são poucas as crianças que acreditam piamente que os presentes que receberam foram trazidos por Papai Noel. Mais tarde, ao crescerem, descobrem que isso não passava de mentira, o que as leva a relacionar a festa do nascimento de Jesus como uma das maiores mentiras que lhes foi impingida em sua infância.
Subliminarmente, isso as inibe de acreditarem em Jesus, pois se um fato central do Natal como a figura de Papai Noel provou-se ser pura lenda, porque não é lenda o resto dos fatos relacionados com o Natal? Outra coisa que deixa tristes os cristãos que desejam ver a igreja de Cristo em toda a sua pureza e resplendor é o fato de homens sérios, cristãos devotos, que jamais teriam a coragem de vertir uma fantasia de CARNAVAL, NÃO SE ACANHEM DE FANTASIAR-SE DE PAPAI NOEL, e 'fingir' que distribuem às crianças da igreja os presentes que seus próprios pais já haviam comprado de antemão... E esse velho mitológico está, pouco a pouco, tomando o lugar do personagem que deveria ser o dono da festa, ao ponto de o Natal, ao invés de ser chamado FESTA DE JESUS, estar recebendo o título de 'FESTA DE PAPAI NOEL'."
O cumprimento
70% dos londrinos não acreditam no Natal, afirma pesquisa
20/dez/2008
"Pesquisa do Centro Britânico de Pesquisas de Marketing divulgada neste sábado pelo jornal The London Paper revela que 70% dos moradores de Londres não acreditam na versão da Bíblia a respeito do nascimento de Jesus. Segundo o estudo, os jovens são 'particularmente questionadores'. Dos entrevistados que tinham entre 16 e 24 anos, 78% disseram não estar convencidos da autenticidade da história.
Conforme o jornal, a maioria dos entrevistados –46%– disse não ser religioso. Mesmo assim, porém, entre os 43% dos entrevistados que disseram ser cristãos, cerca de 25% disseram não estar totalmente certos a respeito do que a Bíblia diz sobre Jesus; e 22% disseram que Jesus não era Deus e homem.
O levantamento, financiado por uma igreja, ouviu mil pessoas e foi realizada pela internet."
Trecho de Natal: paganismo na igreja?
"Ainda na Europa, onde as lareiras estão sempre acesas durante essa época do ano, por se comemorar o Natal bem no meio do inverno, difundiu-se a crença de que Papai Noel entra nas casas pela chaminé da lareira. Por isso as crianças são instadas a deixarem sua meia ou sapato no lugar bem visível, para que Papai Noel, ao chegar, os encha de doces, balas ou bombons, além de presentes vários, como brinquedos e outros objetos. Essa idéia desenvolveu-se de uma antiga lenda norueguesa. Os noruegueses criam que a deusa Hertha aparecia na lareira e trazia boa sorte para o lar. Esse costume chegou no Brasil e não são poucas as crianças que acreditam piamente que os presentes que receberam foram trazidos por Papai Noel. Mais tarde, ao crescerem, descobrem que isso não passava de mentira, o que as leva a relacionar a festa do nascimento de Jesus como uma das maiores mentiras que lhes foi impingida em sua infância.
Subliminarmente, isso as inibe de acreditarem em Jesus, pois se um fato central do Natal como a figura de Papai Noel provou-se ser pura lenda, porque não é lenda o resto dos fatos relacionados com o Natal? Outra coisa que deixa tristes os cristãos que desejam ver a igreja de Cristo em toda a sua pureza e resplendor é o fato de homens sérios, cristãos devotos, que jamais teriam a coragem de vertir uma fantasia de CARNAVAL, NÃO SE ACANHEM DE FANTASIAR-SE DE PAPAI NOEL, e 'fingir' que distribuem às crianças da igreja os presentes que seus próprios pais já haviam comprado de antemão... E esse velho mitológico está, pouco a pouco, tomando o lugar do personagem que deveria ser o dono da festa, ao ponto de o Natal, ao invés de ser chamado FESTA DE JESUS, estar recebendo o título de 'FESTA DE PAPAI NOEL'."
O cumprimento
70% dos londrinos não acreditam no Natal, afirma pesquisa
20/dez/2008
"Pesquisa do Centro Britânico de Pesquisas de Marketing divulgada neste sábado pelo jornal The London Paper revela que 70% dos moradores de Londres não acreditam na versão da Bíblia a respeito do nascimento de Jesus. Segundo o estudo, os jovens são 'particularmente questionadores'. Dos entrevistados que tinham entre 16 e 24 anos, 78% disseram não estar convencidos da autenticidade da história.
Conforme o jornal, a maioria dos entrevistados –46%– disse não ser religioso. Mesmo assim, porém, entre os 43% dos entrevistados que disseram ser cristãos, cerca de 25% disseram não estar totalmente certos a respeito do que a Bíblia diz sobre Jesus; e 22% disseram que Jesus não era Deus e homem.
O levantamento, financiado por uma igreja, ouviu mil pessoas e foi realizada pela internet."
Como identificar que o fim está próximo
"Aprendam a lição da figueira: quando seus ramos se renovam e suas folhas começam a brotar, vocês sabem que o verão está próximo. Assim também, quando virem todas estas coisas, saibam que ele está próximo, às portas. Eu lhes asseguro que não passará esta geração até que todas estas coisas aconteçam. Os céus e a terra passarão, mas as minhas palavras jamais passarão. Quanto ao dia e à hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão somente o Pai. Como foi nos dias de Noé, assim também será na vinda do Filho do homem. Pois nos dias anteriores ao Dilúvio, o povo vivia comendo e bebendo, casando-se e dando-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca; e eles nada perceberam, até que veio o Dilúvio e os levou a todos. Assim acontecerá na vinda do Filho do homem." Mateus 24.32-39
"A fórmula para identificar que o fim está próximo é conhecer as profecias e reconhecer os sinais. Quem não conhece as profecias não pode reconhecer os sinais. Foi assim com os reis do Oriente, quando viram a estrela que indicava que o Rei Messias havia nascido. Eles só souberam que havia acontecido porque conheciam as profecias." Cristina Biuzo
"A fórmula para identificar que o fim está próximo é conhecer as profecias e reconhecer os sinais. Quem não conhece as profecias não pode reconhecer os sinais. Foi assim com os reis do Oriente, quando viram a estrela que indicava que o Rei Messias havia nascido. Eles só souberam que havia acontecido porque conheciam as profecias." Cristina Biuzo
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Profecias sobre final do mundo em 2012
Sempre houve um grupo de religiosos prevendo o fim do mundo. Quase sempre um grupo isolado. Mas agora não são os cristãos e evangélicos que estão fazendo previsões.
Como diz um dos autores dos artigos: "Nunca antes uma data foi tão importante para muitas culturas, para muitas religiões, cientistas e governos".
Não quero assustar ninguém, nem estou dizendo com isso que concordo com eles. Mas precisamos conhecer o que está acontecendo por aí.
O mesmo site diz ainda: "O assunto é tão atraente para o público internauta, que em 5 de maio de 2008 havia 1.100.000 (um milhão e cem mil) sites na rede internet, falando sobre o assunto “2012 end”. Quatro dias depois, no dia 13, já eram 1.580.000".
Colei alguns trechos dos sites e os endereços para quem quiser saber mais (há sites não-evangélicos). E colei por último um comentário de um leitor.
Leia os trechos e o comentário.
Como diz um dos autores dos artigos: "Nunca antes uma data foi tão importante para muitas culturas, para muitas religiões, cientistas e governos".
Não quero assustar ninguém, nem estou dizendo com isso que concordo com eles. Mas precisamos conhecer o que está acontecendo por aí.
O mesmo site diz ainda: "O assunto é tão atraente para o público internauta, que em 5 de maio de 2008 havia 1.100.000 (um milhão e cem mil) sites na rede internet, falando sobre o assunto “2012 end”. Quatro dias depois, no dia 13, já eram 1.580.000".
Colei alguns trechos dos sites e os endereços para quem quiser saber mais (há sites não-evangélicos). E colei por último um comentário de um leitor.
Leia os trechos e o comentário.
domingo, 21 de dezembro de 2008
Os do tipo não-comi-e-não-gostei
Eu não gosto de refrigerante. Mas quando recebemos visitas ou quando me dá saudade, eu bebo Mineirinho. Ah, é gosto de infância. Um dias desses fizemos uma reunião com alguns amigos aqui em casa e, claro, lá estava o Mineirinho na mesa.
Quase no fim da reunião resolvi me servir um pouco mais do meu refri preferido. E um dos amigos estava junto à mesa e me perguntou se Mineirinho é bom.
Quando me perguntam se algo que estou comendo é bom, sempre acho essa pergunta engraçada. Porque é bom em que sentido? Se estou comendo, deve ser porque acho bom. No mínimo eu como porque gosto. Até mesmo jiló, eu gosto. Acho engraçado, porque não sei o que dizer a não ser: Prove, experimente por você mesmo e não seja mais um do tipo não-comi-e-não-gostei.
Continuando a história, respondi ao meu amigo exatamente isso: Você nunca provou? E diz que não gosta?
Ele ficou muito sem graça em admitir o preconceito. Disse que sempre pensou que era uma imitação do refri mais famoso, aquele em que o povão é viciado (e vício é pecado).
E então ele resolveu experimentar. Colocou um pouco no copo, com algumas pedrinhas de gelo e bebeu. Hummmmm! É bom!!!!
Nessa hora tenho vontade de dizer: Dã, você acha que se não fosse bom eu estaria bebendo? Mas não o faço.
Resultado: ele não saiu mais de perto da mesa. Bebeu quase toda a garrafa do meu refri preferido e que só bebo em dia de festa.
Aqui entra a par
te chata da história. Tenho me sentido tentada a não incentivar as pessoas a que experimentem comidas diferentes. Porque a maioria acaba gostando e eu ganho mais concorrentes. Foi assim com minhas lichias (foto), que ninguém conhecia e nem provava. Outro dia meu pai comeu TODAS e quando fui procurar, cadê? E agora com o Mineirinho aconteceu a mesma coisa. Eu compro Mineirinho para nossas reuniões e quando vou ver, beberam tudo. Estou até pensando seriamente em só comprar Mineirinho da próxima vez.
Às vezes era melhor deixá-los na categoria não-comi-e-não-gostei. Rsrsrs.
Quase no fim da reunião resolvi me servir um pouco mais do meu refri preferido. E um dos amigos estava junto à mesa e me perguntou se Mineirinho é bom.
Quando me perguntam se algo que estou comendo é bom, sempre acho essa pergunta engraçada. Porque é bom em que sentido? Se estou comendo, deve ser porque acho bom. No mínimo eu como porque gosto. Até mesmo jiló, eu gosto. Acho engraçado, porque não sei o que dizer a não ser: Prove, experimente por você mesmo e não seja mais um do tipo não-comi-e-não-gostei.
Continuando a história, respondi ao meu amigo exatamente isso: Você nunca provou? E diz que não gosta?
Ele ficou muito sem graça em admitir o preconceito. Disse que sempre pensou que era uma imitação do refri mais famoso, aquele em que o povão é viciado (e vício é pecado).
E então ele resolveu experimentar. Colocou um pouco no copo, com algumas pedrinhas de gelo e bebeu. Hummmmm! É bom!!!!
Nessa hora tenho vontade de dizer: Dã, você acha que se não fosse bom eu estaria bebendo? Mas não o faço.
Resultado: ele não saiu mais de perto da mesa. Bebeu quase toda a garrafa do meu refri preferido e que só bebo em dia de festa.
Aqui entra a par
te chata da história. Tenho me sentido tentada a não incentivar as pessoas a que experimentem comidas diferentes. Porque a maioria acaba gostando e eu ganho mais concorrentes. Foi assim com minhas lichias (foto), que ninguém conhecia e nem provava. Outro dia meu pai comeu TODAS e quando fui procurar, cadê? E agora com o Mineirinho aconteceu a mesma coisa. Eu compro Mineirinho para nossas reuniões e quando vou ver, beberam tudo. Estou até pensando seriamente em só comprar Mineirinho da próxima vez.Às vezes era melhor deixá-los na categoria não-comi-e-não-gostei. Rsrsrs.
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
E mais sobre árvore de Natal
Recebi de uma amiga este testemunho, vale a pena refletir:
“Tenho lido alguns livros, a Bíblia e a cada dia me sinto mais próxima do Pai. Ontem foi lindo e tremendo! Passei o dia todo orando, acredite, TODO mesmo! Quando cheguei em casa orei, ungi a casa, repreendi... e, depois fui montar a árvore de Natal. Meu filhinho de dois anos e meio fez festa com o ‘trabalho’! E a árvore ficou linda! Mas, depois de pronto, comecei a me sentir mal, do nada. Minha cabeça doía como se alguém estivesse apertando ela. Não conseguia levantar a cabeça, só ficava de cabeça baixa. Achei estranho, pois nunca senti algo daquele jeito. Meu marido ficou preocupado. Começamos a orar e repreender todas as setas, e o Pai me fez ver LITERALMENTE, coisas horríveis em minha árvore de Natal. Conversei com ele sobre o que eu tinha visto, e ele concordou e disse que eu poderia desmontar se quisesse, porque ele tem visto como tenho buscado e guerreado, e disse que se o Pai mostrou é porque realmente algo estava acontecendo. O problema seria meu filho. Conversei com ele, no início ele não queria que ‘desligasse’, mas depois de muita conversa e oração (em pensamento), ele concordou e até me ajudou a desmontar. Depois de guardada em um lugar separado até eu ver o que vou fazer, oramos de novo. Novamente ungimos a casa novamente. É incrível como tão pouca coisa traz tanta coisa ruim. É incrível como o inimigo traz o ‘veneno’ em bandejas de ouro, e que de início tudo é lindo e ‘não tem nada a ver’. Misericórdia!”
“Tenho lido alguns livros, a Bíblia e a cada dia me sinto mais próxima do Pai. Ontem foi lindo e tremendo! Passei o dia todo orando, acredite, TODO mesmo! Quando cheguei em casa orei, ungi a casa, repreendi... e, depois fui montar a árvore de Natal. Meu filhinho de dois anos e meio fez festa com o ‘trabalho’! E a árvore ficou linda! Mas, depois de pronto, comecei a me sentir mal, do nada. Minha cabeça doía como se alguém estivesse apertando ela. Não conseguia levantar a cabeça, só ficava de cabeça baixa. Achei estranho, pois nunca senti algo daquele jeito. Meu marido ficou preocupado. Começamos a orar e repreender todas as setas, e o Pai me fez ver LITERALMENTE, coisas horríveis em minha árvore de Natal. Conversei com ele sobre o que eu tinha visto, e ele concordou e disse que eu poderia desmontar se quisesse, porque ele tem visto como tenho buscado e guerreado, e disse que se o Pai mostrou é porque realmente algo estava acontecendo. O problema seria meu filho. Conversei com ele, no início ele não queria que ‘desligasse’, mas depois de muita conversa e oração (em pensamento), ele concordou e até me ajudou a desmontar. Depois de guardada em um lugar separado até eu ver o que vou fazer, oramos de novo. Novamente ungimos a casa novamente. É incrível como tão pouca coisa traz tanta coisa ruim. É incrível como o inimigo traz o ‘veneno’ em bandejas de ouro, e que de início tudo é lindo e ‘não tem nada a ver’. Misericórdia!”
Leia também:
Ainda sobre Natal
A cegueira é tão grave que uma líder evangélica comprou um cartão de Natal para uma amiga e estava escrito no cartão: "Que Papai Noel realize todos os seus desejos".
Hã? Como assim?
Hã? Como assim?
Leia também:
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Não vou enviar cartão de Natal
Fiquei pensando se deveria ou não falar sobre o Natal.
Há seis anos, quando perdi completamente a vontade de comemorar o Natal, não fazia ideia de que esse assunto estava sendo falado por muitos evangélicos. Simplesmente eu senti o Espírito Santo falando comigo sobre ídolos, como coelhinho da Páscoa e Papai Noel. E não tive mais prazer nessas coisas. Logo depois comecei a ouvir vários líderes religiosos falando contra o Natal em palestras, artigos na mídia e debates nas rádios. Isso para mim foi confirmação do que o Espírito Santo havia ministrado ao meu coração.
Para mim o argumento mais forte de todos é que não há na Bíblia um só versículo que indique que devemos celebrar o nascimento do Messias. E isso me basta.
Desde então o Natal, festa pagã, não faz mais parte do meu calendário. E minha atitude sempre foi de ignorar. Não entrava em discussões defendendo a não-comemoração, não criticava quem comemorava, mas também não incentivava. Somente ignorava, para mim é um dia como outro qualquer.
Mas, depois de todos esses anos, depois de tantos líderes se posicionarem contra a festa, depois de congregações declararem que é uma festa pagã, depois de tanta gente deixando de comemorar, vejo que muitos religiosos ainda estão invocando o espírito do Natal.
E apesar de todo esse alerta, ainda recebo dos meus amigos religiosos, no orkut e por email, cartões de Natal com Papai Noel, árvores de Natal, Menino Jesus etc. Ainda vejo fotos de crianças, filhos de líderes religiosos, no colo do Papai Noel ou vestidos com roupa vermelha e gorro vermelho. Tem até religioso que levou o filho para ver a chegada do Papai Noel no Maracanã.
Antes poderíamos alegar ignorãncia, não sabíamos que a origem era pagã, mas agora, com tanta informação, não podemos mais falar isso.
Enfim, eu tentei ignorar, mas está difícil. Vou lá no orkut e apago os recados com os símbolos pagãos e apago os emails sobre o mesmo assunto. Mas não pude me calar.
Como disse uma amiga, a gente pensa que todo mundo está vendo, que todo mundo sabe, mas parece que muitos ainda não se informaram sobre isso.
Por isso, colei aí embaixo alguns trechos de artigos sobre isso, com suas respectivas fontes.
Meu apelo é que vc invesigue, coloque no Google "natal festa pagã" e veja o resultado. Ore, peça ao Espírito Santo para confirmar no seu coração. Busque a direção do Eterno. Estude sobre o assunto, leia. E tire suas conclusões. Mas não fique na ignorância, porque "o povo padece por falta de conhecimento".
E me perdoe, mas vou continuar apagando os recados e não vou mandar cartão de Natal para ninguém. Eu quero viver a restauração do padrão bíblico. Não às festas pagãs. Sim às festas bíblicas.
Um texto da Superinteressante sobre comer ou não carne trouxe uma notinha interessante para esta época de Natal:
"As tribos nômades de cavaleiros que habitavam a Eurásia há 6.000 anos juntavam gado selvagem e o criavam nos pastos naturais. Esses pastores cultuavam um deus-touro, chamado Mitra, símbolo da força, da masculinidade, do poder. A necessidade de pastos novos a cada vez que acabava o antigo fazia deles expansionistas por natureza e, no início da era cristã, eles já tinham se espalhado da Índia, Babilônia a Portugal. Com isso, o culto a Mithra tornou-se muito popular no Império Romano. Para contê-lo, a Igreja adotou sua data sagrada, o dia de Mithra - 25 de dezembro. Estava estabelecido o Natal. Depois, no Concílio de Toledo, em 447, a Igreja publicou a primeira descrição oficial do diabo, a encarnação do mal: um ser imenso e escuro, com chifres na cabeça. Como Mithra."
Mitra (mitologia)
Algumas peculiaridades do mitraísmo que foram agregadas a outras religiões, como o cristianismo. Celebrava-se, desde a antigüidade, o nascimento de Mitra em 25 de dezembro.
Natal e Mitra
A celebração do Natal Cristão em 25 de dezembro surgiu por paralelo com as solenidades do deus Mitra, cujo nascimento era comemorado no Solstício (de inverno no hemisfério norte e de verão no hemisfério sul). No calendário romano este solstício acontecia erroneamente no dia 25, em vez de 21 ou 22. Os romanos comemoravam na madrugada de 24 de dezembro) o "Nascimento do Invicto" como alusão do alvorecer de um novo sol, com o nascimento do Menino Mitra. Já foram encontradas figuras do pequeno Mitra em Treveris e a semelhança com as representações cristãs do Menino Jesus são incontestáveis. Isso demonstra um claro sincretismo, onde o mitraismo foi fonte e o cristianismo o destino. Esta foi a razão que levou algumas religiões,como per exemplo as Testemunhas de Jeová, a não participarem de festividades natalinas;afim de não mancharem os ensinamentos bíblicos com práticas pagãs.
Há seis anos, quando perdi completamente a vontade de comemorar o Natal, não fazia ideia de que esse assunto estava sendo falado por muitos evangélicos. Simplesmente eu senti o Espírito Santo falando comigo sobre ídolos, como coelhinho da Páscoa e Papai Noel. E não tive mais prazer nessas coisas. Logo depois comecei a ouvir vários líderes religiosos falando contra o Natal em palestras, artigos na mídia e debates nas rádios. Isso para mim foi confirmação do que o Espírito Santo havia ministrado ao meu coração.
Para mim o argumento mais forte de todos é que não há na Bíblia um só versículo que indique que devemos celebrar o nascimento do Messias. E isso me basta.
Desde então o Natal, festa pagã, não faz mais parte do meu calendário. E minha atitude sempre foi de ignorar. Não entrava em discussões defendendo a não-comemoração, não criticava quem comemorava, mas também não incentivava. Somente ignorava, para mim é um dia como outro qualquer.
Mas, depois de todos esses anos, depois de tantos líderes se posicionarem contra a festa, depois de congregações declararem que é uma festa pagã, depois de tanta gente deixando de comemorar, vejo que muitos religiosos ainda estão invocando o espírito do Natal.
E apesar de todo esse alerta, ainda recebo dos meus amigos religiosos, no orkut e por email, cartões de Natal com Papai Noel, árvores de Natal, Menino Jesus etc. Ainda vejo fotos de crianças, filhos de líderes religiosos, no colo do Papai Noel ou vestidos com roupa vermelha e gorro vermelho. Tem até religioso que levou o filho para ver a chegada do Papai Noel no Maracanã.
Antes poderíamos alegar ignorãncia, não sabíamos que a origem era pagã, mas agora, com tanta informação, não podemos mais falar isso.
Enfim, eu tentei ignorar, mas está difícil. Vou lá no orkut e apago os recados com os símbolos pagãos e apago os emails sobre o mesmo assunto. Mas não pude me calar.
Como disse uma amiga, a gente pensa que todo mundo está vendo, que todo mundo sabe, mas parece que muitos ainda não se informaram sobre isso.
Por isso, colei aí embaixo alguns trechos de artigos sobre isso, com suas respectivas fontes.
Meu apelo é que vc invesigue, coloque no Google "natal festa pagã" e veja o resultado. Ore, peça ao Espírito Santo para confirmar no seu coração. Busque a direção do Eterno. Estude sobre o assunto, leia. E tire suas conclusões. Mas não fique na ignorância, porque "o povo padece por falta de conhecimento".
E me perdoe, mas vou continuar apagando os recados e não vou mandar cartão de Natal para ninguém. Eu quero viver a restauração do padrão bíblico. Não às festas pagãs. Sim às festas bíblicas.
Um texto da Superinteressante sobre comer ou não carne trouxe uma notinha interessante para esta época de Natal:
"As tribos nômades de cavaleiros que habitavam a Eurásia há 6.000 anos juntavam gado selvagem e o criavam nos pastos naturais. Esses pastores cultuavam um deus-touro, chamado Mitra, símbolo da força, da masculinidade, do poder. A necessidade de pastos novos a cada vez que acabava o antigo fazia deles expansionistas por natureza e, no início da era cristã, eles já tinham se espalhado da Índia, Babilônia a Portugal. Com isso, o culto a Mithra tornou-se muito popular no Império Romano. Para contê-lo, a Igreja adotou sua data sagrada, o dia de Mithra - 25 de dezembro. Estava estabelecido o Natal. Depois, no Concílio de Toledo, em 447, a Igreja publicou a primeira descrição oficial do diabo, a encarnação do mal: um ser imenso e escuro, com chifres na cabeça. Como Mithra."
Mitra (mitologia)
Algumas peculiaridades do mitraísmo que foram agregadas a outras religiões, como o cristianismo. Celebrava-se, desde a antigüidade, o nascimento de Mitra em 25 de dezembro.
Natal e Mitra
A celebração do Natal Cristão em 25 de dezembro surgiu por paralelo com as solenidades do deus Mitra, cujo nascimento era comemorado no Solstício (de inverno no hemisfério norte e de verão no hemisfério sul). No calendário romano este solstício acontecia erroneamente no dia 25, em vez de 21 ou 22. Os romanos comemoravam na madrugada de 24 de dezembro) o "Nascimento do Invicto" como alusão do alvorecer de um novo sol, com o nascimento do Menino Mitra. Já foram encontradas figuras do pequeno Mitra em Treveris e a semelhança com as representações cristãs do Menino Jesus são incontestáveis. Isso demonstra um claro sincretismo, onde o mitraismo foi fonte e o cristianismo o destino. Esta foi a razão que levou algumas religiões,como per exemplo as Testemunhas de Jeová, a não participarem de festividades natalinas;afim de não mancharem os ensinamentos bíblicos com práticas pagãs.
Leia também:
Você come o que colhe
"Mesmo que busquemos pelo fruto fresco, muitos dos nossos esforços de plantar nos deixarão com nada além de lama porque falhamos em plantar as sementes que trazem vida. Não importa quão bom você seja ao fertilizar, regar, cultivar e colher. Se não plantar a semente, nunca terá a colheita – nunca. O agricultor que pula esta parte é um faminto sem saúde. As crianças gostam de fazer tortas de lama, mas nenhuma delas gosta de comê-las.
Não acredite na promessa dos pacotes que você pode comprar para fazer seu ministério crescer e a sua vida mais frutífera. Pacotes mentem. As sementes dizem toda a verdade. Você colhe o que planta. Existe outra lei irrefutável no mundo natural: você não só colhe o que planta, mas também come o que colhe. Tortas de frutas são muito mais saborosas do que tortas de lama.
Para plantar o Reino, vê-lo crescer e dar frutos, duas coisas são absolutamente necessárias: boas sementes e bom solo. Se os dois estiverem juntos, os resultados são ótimos frutos."
Neil Cole, em Igreja orgânica
Não acredite na promessa dos pacotes que você pode comprar para fazer seu ministério crescer e a sua vida mais frutífera. Pacotes mentem. As sementes dizem toda a verdade. Você colhe o que planta. Existe outra lei irrefutável no mundo natural: você não só colhe o que planta, mas também come o que colhe. Tortas de frutas são muito mais saborosas do que tortas de lama.
Para plantar o Reino, vê-lo crescer e dar frutos, duas coisas são absolutamente necessárias: boas sementes e bom solo. Se os dois estiverem juntos, os resultados são ótimos frutos."
Neil Cole, em Igreja orgânica
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Texto muito bom sobre jejum
Jejum
Luciano Subirá
Compreendendo o jejum
O poder desta arma que o Senhor nos deu é difícil de se medir com palavras
O jejum é a abstinência total ou parcial de alimentos por um período definido e propósito específico. Tem sido praticado pela humanidade em praticamente todas as épocas, nações, culturas e religiões. Pode ser com finalidade espiritual ou até mesmo medicinal, visto que o jejum traz tremendos benefícios físicos com a desintoxicação que produz no corpo. Mas nosso enfoque é o jejum bíblico. Leia mais.
Luciano Subirá
Compreendendo o jejum
O poder desta arma que o Senhor nos deu é difícil de se medir com palavras
O jejum é a abstinência total ou parcial de alimentos por um período definido e propósito específico. Tem sido praticado pela humanidade em praticamente todas as épocas, nações, culturas e religiões. Pode ser com finalidade espiritual ou até mesmo medicinal, visto que o jejum traz tremendos benefícios físicos com a desintoxicação que produz no corpo. Mas nosso enfoque é o jejum bíblico. Leia mais.
Muitos são chamados, mas poucos são escolhidos
“É interessante notar as duas ocasiões em que Jesus fez essa declaração em Mateus 20.16 e 22.14. Uma foi em referência à atitude das pessoas e a outra foi com relação à falta de preparação devida. A primeira foi uma atitude errada em relação à forma de Deus recompensar seus trabalhadores com diferentes durações de tempo na vinda de Jesus. A outra declaração foi feita, ao fim de sua parábola, sobre a pessoa que tinha recebido o chamado para estar no casamento do filho do rei, contudo não fizera a preparação devida para cumprir seu chamado. Eu entendo nesse contexto que a palavra ‘escolhidos’ é um sinônimo da palavra ‘comissionado’ e, portanto, seria hermeneuticamente correto fazer a seguinte afirmação: ‘Muitos são chamados, mas poucos são comissionados’. Em outras palavras, há muitos no Corpo de Cristo que receberam um elevado chamado ministerial em Cristo Jesus, todavia por causa da sua atitude e falta de apropriada preparação, jamais avançarão no caminho até seu comissionamento para esse elevado chamado. Logo, seria o mesmo que dizer, ‘Muitos são chamados, mas poucos alcançarão seus comissionamentos para sua soberana vocação em Cristo Jesus’. Os que vencem não são aqueles que iniciam a corrida em seu CHAMADO, mas aqueles que terminam a corrida em seu COMISSIONAMENTO e permanecem FIÉIS até o fim. ‘Os que estão com ele, CHAMADOS, ELEITOS e FIÉIS’ (Ap 17.14, ARC).”
Bill Hamon, em Apóstolos, profetas e os moveres vindouros de Deus
Bill Hamon, em Apóstolos, profetas e os moveres vindouros de Deus
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Usando a autoridade espiritual
A Palavra de Poder
Milton Azevedo Andrade, em Santidade e poder
" ‘A minha PALAVRA e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasiva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de PODER.’ (1Co 2.4)
Paulo nos diz no versículo acima que ele usava a palavra não apenas para transmitir sabedoria, ou conhecimentos, mas para que, através dela, houvesse a demonstração da ação do Espírito e de poder, Isso significa que através dela aconteciam conversões, curas, prodígios e maravilhas.
Um dia, depois do Pentecostes, Pedro e João subiram ao templo para orar. À porta do templo depararam-se corn um coxo de nascença, que costumava pedir esmolas naquele local. Diante do pedido do mendigo, Pedro lhe disse:
‘Não possuo nem praia nem ouro, mas o que tenho, isso te dou: em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, anda!’ (At 3.6)
Veja que Pedro parou naquele momento, dando atenção ao coxo, mas ele não orou assim: ‘PAI, eu te peço que cures este paralítico, em nome de Jesus. Amém.’ Não foi deste modo. O apóstolo enfrentou aquela situação negativa com uma palavra de poder, conforme acabamos de ver. O texto prossegue dizendo que aquele homem se pôs em pé, passou a andar e entrou com eles no templo, saltando e louvando a Deus. Aleluia! A palavra de um filho de Deus, na unção do Espírito Santo, tem poder!
O poder da palavra proferida é um dos primeiros ensinos das Escritura. Você sabe quem foi que usou uma palavra de poder pela primeira vez? Foi o próprio Pai Criador.
À primeira expressão de uma palavra que está registrada nas Escrituras é: ‘Haja luz’. E houve luz! Os demais atos da criação também foram feitos com a palavra: ‘Haja firmamento... ajuntem-se as águas debaixo dos céus num só lugar... produza a terra relva...’ e assim por diante.
Nesses atos de criação a existência veio com a palavra proferida por Deus.
De Génesis 1 podemos deduzir qual é a definição exata do que é uma palavra de poder para nós: é proferir uma palavra, em nome do Filho (Jesus), a qual é segundo a vontade do Pai, e na força Espírito Santo. Foi o que aconteceu com Pedro, como vimos há pouco, quando proferiu urna palavra e o coxo foi curado. Vemos que, para que o poder de Deus se manifeste, é necessário haver uma palavra de poder. Isso vale para nós também, para nós que recebemos Jesus (que recebemos a Palavra).
Condição para se ter o poder da Palavra
Qualquer pessoa pode exercer o poder da palavra? O livro de Atos nos relata que sete filhos de um sumo sacerdote, chamado Ceva, tentaram usar uma palavra de poder, em nome de Jesus, para expulsar um espírito maligno. Diz o texto que eles ‘tentaram invocar o nome do SENHOR Jesus’, dizendo: ‘Esconjuro-vos por Jesus, a quem Paulo prega’. Mas o demónio saltou sobre eles, subjugando-os de tal modo que eles tiveram que fugir, desnudos e feridos. (Atos 19.13-16)
Não, não é qualquer pessoa. O versículo a seguir mostra-nos que há duas condições para que alguém possa usar uma palavra de pder:
‘Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o PODER de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu NOME.’ (João 1.12)
Este versículo não está dizendo que aquele que creu em Jesus ficou podendo ser fiiho de Deus. Não é ‘poder’ no sentido de possibilidade, ou de permissão. A palavra poder aí é exousia, no grego, que significa ‘autondade e poder’, conforme já vimos. Autoridade é ter o direito de deliberar, agir, mandar; e poder é o direito de fazer uso da força necessária para que se realize o que foi expresso através da autoridade, como também já foi ressaltado. Portanto, o sentido desta escritura é que Jesus (a Palavra) nos dá a autoridade e o poder que decorre de nos fazermos filhos de Deus. E a primeira condição para termos o poder da palavra é termos recebido a Palavra! (Aqui o verbo não está no plural porque ‘autoridade e poder’ é uma expressão em português que exprime uma condição (e não duas), e que corresponde ao sentido de exousia, no grego).
E este poder é dado aos que crêem no NOME de Jesus. Esta é a segunda condição. Crer em Jesus nos dá a salvação eterna; crer no NOME de Jesus nos dá poder! Pois o NOME de Jesus engloba tudo que ele é e faz (Coloquei a palavra NOME com maiúsculas para destacar que não se trata do simples nome ‘Jesus’,mas sim do que este NOME significa, conforme já vimos). Minha tradução para esse versículo é:
‘Mas a todos que receberam a Palavra, deu-lhes a autoridade e o poder (que se expressa pela palavra) de serem fílhos de Deus, aos que crêem no nome dele.’ (O verbo está no infinito aoristo médio (não passivo), por isso não é boa a tradução ‘serem feitos’, que é passiva. No grego este verbo muitas vezes signifiva simplesmente ‘ser’).
Isso quer dizer que a autoridade e o poder que decorre de serem filhos de Deus foi dado aos que receberam Jesus (a Palavra); mas há ainda outra condição: é para os que crêem no NOME dele. Assim, somente podemos usar palavras de poder quando cremos nesse NOME. Cremos que nele há poder, cremos que tudo o que estamos declarando, com a palavra, é segundo a vontade de Deus. Pois, conforme vimos antes, o NOME de Jesus somente pode ser usado em situações de justiça e retidão, no que é conforme o seu NOME.
Portanto, ao expressar uma palavra de poder, você precisa discernir que essa palavra é segundo a vontade do Pai, crendo no NOME do Filho, e sob a unção do Espírito. Portanto:
Temos poder, através da palavra, quando ela é expressa segundo a vontade do Pai, na unção do Espírito Santo, e crendo no NOME de Jesus Cristo.
Usando palavras de poder
Muitos não entendem que, em certas circunstâncias, temos que usar uma palavra de poder, em vez de dirigirmos uma oração a Deus. Vemos nas Escrituras que o próprio SENHOR Jesus, nosso Mestre, fez uso de palavras de poder, em diversas ocasiões. Considere os seguintes exemplos:
(1) ‘Retira-te, Satanás, porque está escrito: ao SENHOR, teu Deus, adorarás, e só a ele darás culto.’ (Mt 4.10)
(2) ‘E ele, despertando, repreendeu o vento e disse ao mar: Acalma-te, emudece!’ (Mc 4.39)
(3) ‘Jesus disse a uma figueira sem fruto: ‘Nunca mais alguém coma fruto de ti.’ (Mc 11.14)
(4) ‘Espírito mudo e surdo, eu te ordeno: Sai deste jovem e nunca mais tomes a ele.’ (Mc 9.25)
(5) ‘Vendo-a Jesus, chamou-a e disse-lhe: Mulher, estás livre da tua enfermidade.’ (Lc 13.12)
(6) ‘Respondendo-lhe Pedro, disse: Se és tu, SENHOR, manda-me ir ter contigo, por sobre as águas. E ele disse: Vem!’ (Mt 14.28-29)
(7) ‘E... clamou em alta voz: Lázaro, vem para fora!’ (João 11.43)
Em todas essas situações, Jesus proferiu uma palavra de poder, mediante a qual um milagre, ou uma ação sobrenatural ocorreu:
• Na expulsão de Satanás (1).
• Interferindo em fenômenos naturais que estão trazendo problemas (2).
• Amaldiçoando (3).
• Ná libertação, expulsando espíritos malignos (4).
• Na cura de enfermidades (5).
• Determinando que alguma coisa acontecesse; no caso, quebrando leis naturais (6).
• Na ressurreição de mortos (7).
Algumas dessas palavras foram dirigidas a demônios e a Satanás; outras, a enfermidades; outras, a pessoas; e outras, ainda, até mesmo à natureza. Quando recebemos o poder decorrente de sermos filhos de Deus, recebernos o mesmo poder que Jesus tinha como o Filho de Deus. Ele mesmo disse:
‘Em verdade, em verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai.’ (João 14.12 - SBTB)
Sim, uma vez que somos filhos de Deus por crermos em Jesus, temos o direito de fazer as obras que Jesus fez; e, portanto, temos o direito de usar palavras de poder! Isso significa que, nesses casos, em vez de orarmos ao Pai, pedindo-lhe que faça alguma coisa, nós é que comandamos que aquilo seja feito! E fazemos isso com respeito a algo que seja da vontade do Pai, em nome de Jesus e no poder do Espírito.
Os cristãos da Igreja primitiva também operaram com palavras de poder, e eles eram homens. Acabo de citar, há pouco, um exemplo de Pedro, proferindo uma palavra de poder.
De fato, há vários exemplos na Bíblia do uso de palavras de poder, dentre os quais podemos destacar, além desse:
• ‘Enéias, Jesus Cristo te cura! Levanta-te e arruma o teu leito.’ (Por Pedro, em Atos 9.34.)
• ‘E, voltando-se para o corpo (que estava morto), disse: Tabita, levanta-te!1 (Também por Pedro, em Atos 9.40.)
• ‘Disse-lhe (a um paralítico) em alta voz: Apruma-te direito sobre os pés!’ (Por Pauío, em Atos 14.10.)
• ‘Então Paulo, já indignado, disse ao espírito: Em nome de Jesus Cristo, eu te mando: retira-te dela.’ (Atos 16.18.)
• ‘Paulo, cheio do Espírito Santo, fixando nele os olhos, disse: Ó filho do diabo, cheio de todo o engano e de toda a malícia, inimigo de toda a justiça ... Pois, agora, eis aí está sobre ti a mão do SENHOR, e ficarás cego, não vendo o sol por algum tempo’’ (Atos 13.10-11).
Até mesmo no Antigo Testamento encontramos o uso de palavras de poder por profetas (pois somente eles tinham a unção do Espírito, naquele tempo, diferentemente de hoje, que todos os crentes a têm):
• ‘Elias lhe disse: A farinha da tua panela não se acabará, e o azeite da tua botija não faltará, até o dia em que o SENHOR fizer chover sobre a terra.’ (À viúva de Sarepta - 1Rs 17.13,14)
• ‘Então, saiu ele ao manancial das águas e deitou sal nele, e disse: Assim diz o SENHOR: Tornei saudáveis estas águas; já não procederá daí morte nem esterilidade. Ficaram, pois, saudáveis aquelas águas,... segundo a palava que Eliseu tinha dito.’ (2Rs 2.21-22)
Concluímos assim que, em certos casos, é bíblico usarmos uma palavra de poder em vez de orar a Deus, pedindo-lhe que opere com o seu poder.
Como vimos, Pedro, diante daquele coxo, não o curou orando ao Pai. Ele comandou a cura com uma palavra de poder, sabendo que podia agir como filho de Deus, fazendo tal como Jesus fazia. Como estamos proferindo essa palavra em NOME de Jesus, é o SENHOR quem opera; nós somos apenas o instrumento que ele usa. Infelizmente, porém, numa cura física os crentes de hoje, em sua maioria não agem como os primeiros cristãos. Aliás, oram mais ou menos com aquelas palavras da oração que Pedro não fez. Não é verdade?
Agora eu lhe pergunto: Quando devemos usar uma palavra de poder? É só vermos as situações em que Jesus a usou, conforme destacado antes. De um modo geral, isso ocorreu ao enfrenentar uma situação maligna, ou adversa, determinando que alguma coisa acontecesse, e também para amaldiçoar ou abençoar.
E nós igualmente recebemos toda autoridade para resistir a todo mal, inclusive ao próprio diabo:
‘Eis aí vos dei autoridade... sobre TODO o PODER do maligno’ (Lc 10.19)
Nesta palavra de Jesus, ‘autoridade’ é exousia; e o ‘o ‘poder’ (do inimigo) é dynamis, no grego. Isto significa que Cristo nos deu autoridade e o poder sobre toda a força (dynamis) do inimigo. Ele nos deu, portanto, o direito de usarmos uma palavra de poder contra o diabo, apesar da força que ele possa ter. E isso é confirmado por Tiago:
‘Resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.’ (Tg 4.7b)
E esta escritura declara que, quando resistimos ao diabo (proferindo uma palavra de poder), só lhe resta fugir de nós!
Portanto, em tais situações, em que temos que resistir a um mal, o certo é enfrentarmos o problema com uma palavra de poder, e não ‘pedir a Deus para agir, para resolver o caso’!
Mas não somente podemos usar uma palavra de poder diante de uma situação negativa. Quando Jesus, andando sobre o mar disse a Pedro: ‘Vem!’, ele sabia que uma lei natural seria quebrada. E Pedro andou sobre as águas! Que poder a palavra tem!
Outro episódio interessante é o texto bíblico que nos relata a maldição que Jesus lançou sobre uma figueira (Marcos 11.13-14). Ao passarem no dia seguinte por aquele mesmo caminho, os discípulos tiveram uma surpresa:
‘E, passando eles pela manhã, viram que a figueira secara desde a raiz. Então, Pedro, lembrando-se, falou:
— Mestre, eis que a figueira que amaldiçoaste secou.
Ao que Jesus lhes disse:
— Tende fé em Deus; porque em verdade vos afirmo que, se alguém DISSER a este monte: Ergue-te e lança-te no mar, e não duvidar no seu coração, mas crer que se fará o que diz, assim será com ele.’ (Mc 11.20-23)
A figueira tinha ficado totalmente seca! Explicando, então, o que acontece quando usamos uma palavra de poder, Jesus afirmou que podemos remover até mesmo um monte com a palavra.
[...] E o que ele nos diz para fazer é dar urna ordem para o monte! Ele não nos diz para orarmos a Deus para que o SENHOR remova o monte. Ele nos dá poder para nós repreendermos o mal, para nós movermos o monte em seu NOME.
Isso podemos fazer, pois o SENHOR nos outorgou o direito de seu NOME (crendo nesse NOME!) Temos a sua procuração e, portanto, nós expressamos uma palavra, mas o poder é dele, é ele cera o milagre, é ele que atua, através do Espírito Santo.Jesus estava ensinando-nos que temos que fazer uso de palavras poder!"
Milton Azevedo Andrade, em Santidade e poder
" ‘A minha PALAVRA e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasiva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de PODER.’ (1Co 2.4)
Paulo nos diz no versículo acima que ele usava a palavra não apenas para transmitir sabedoria, ou conhecimentos, mas para que, através dela, houvesse a demonstração da ação do Espírito e de poder, Isso significa que através dela aconteciam conversões, curas, prodígios e maravilhas.
Um dia, depois do Pentecostes, Pedro e João subiram ao templo para orar. À porta do templo depararam-se corn um coxo de nascença, que costumava pedir esmolas naquele local. Diante do pedido do mendigo, Pedro lhe disse:
‘Não possuo nem praia nem ouro, mas o que tenho, isso te dou: em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, anda!’ (At 3.6)
Veja que Pedro parou naquele momento, dando atenção ao coxo, mas ele não orou assim: ‘PAI, eu te peço que cures este paralítico, em nome de Jesus. Amém.’ Não foi deste modo. O apóstolo enfrentou aquela situação negativa com uma palavra de poder, conforme acabamos de ver. O texto prossegue dizendo que aquele homem se pôs em pé, passou a andar e entrou com eles no templo, saltando e louvando a Deus. Aleluia! A palavra de um filho de Deus, na unção do Espírito Santo, tem poder!
O poder da palavra proferida é um dos primeiros ensinos das Escritura. Você sabe quem foi que usou uma palavra de poder pela primeira vez? Foi o próprio Pai Criador.
À primeira expressão de uma palavra que está registrada nas Escrituras é: ‘Haja luz’. E houve luz! Os demais atos da criação também foram feitos com a palavra: ‘Haja firmamento... ajuntem-se as águas debaixo dos céus num só lugar... produza a terra relva...’ e assim por diante.
Nesses atos de criação a existência veio com a palavra proferida por Deus.
De Génesis 1 podemos deduzir qual é a definição exata do que é uma palavra de poder para nós: é proferir uma palavra, em nome do Filho (Jesus), a qual é segundo a vontade do Pai, e na força Espírito Santo. Foi o que aconteceu com Pedro, como vimos há pouco, quando proferiu urna palavra e o coxo foi curado. Vemos que, para que o poder de Deus se manifeste, é necessário haver uma palavra de poder. Isso vale para nós também, para nós que recebemos Jesus (que recebemos a Palavra).
Condição para se ter o poder da Palavra
Qualquer pessoa pode exercer o poder da palavra? O livro de Atos nos relata que sete filhos de um sumo sacerdote, chamado Ceva, tentaram usar uma palavra de poder, em nome de Jesus, para expulsar um espírito maligno. Diz o texto que eles ‘tentaram invocar o nome do SENHOR Jesus’, dizendo: ‘Esconjuro-vos por Jesus, a quem Paulo prega’. Mas o demónio saltou sobre eles, subjugando-os de tal modo que eles tiveram que fugir, desnudos e feridos. (Atos 19.13-16)
Não, não é qualquer pessoa. O versículo a seguir mostra-nos que há duas condições para que alguém possa usar uma palavra de pder:
‘Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o PODER de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu NOME.’ (João 1.12)
Este versículo não está dizendo que aquele que creu em Jesus ficou podendo ser fiiho de Deus. Não é ‘poder’ no sentido de possibilidade, ou de permissão. A palavra poder aí é exousia, no grego, que significa ‘autondade e poder’, conforme já vimos. Autoridade é ter o direito de deliberar, agir, mandar; e poder é o direito de fazer uso da força necessária para que se realize o que foi expresso através da autoridade, como também já foi ressaltado. Portanto, o sentido desta escritura é que Jesus (a Palavra) nos dá a autoridade e o poder que decorre de nos fazermos filhos de Deus. E a primeira condição para termos o poder da palavra é termos recebido a Palavra! (Aqui o verbo não está no plural porque ‘autoridade e poder’ é uma expressão em português que exprime uma condição (e não duas), e que corresponde ao sentido de exousia, no grego).
E este poder é dado aos que crêem no NOME de Jesus. Esta é a segunda condição. Crer em Jesus nos dá a salvação eterna; crer no NOME de Jesus nos dá poder! Pois o NOME de Jesus engloba tudo que ele é e faz (Coloquei a palavra NOME com maiúsculas para destacar que não se trata do simples nome ‘Jesus’,mas sim do que este NOME significa, conforme já vimos). Minha tradução para esse versículo é:
‘Mas a todos que receberam a Palavra, deu-lhes a autoridade e o poder (que se expressa pela palavra) de serem fílhos de Deus, aos que crêem no nome dele.’ (O verbo está no infinito aoristo médio (não passivo), por isso não é boa a tradução ‘serem feitos’, que é passiva. No grego este verbo muitas vezes signifiva simplesmente ‘ser’).
Isso quer dizer que a autoridade e o poder que decorre de serem filhos de Deus foi dado aos que receberam Jesus (a Palavra); mas há ainda outra condição: é para os que crêem no NOME dele. Assim, somente podemos usar palavras de poder quando cremos nesse NOME. Cremos que nele há poder, cremos que tudo o que estamos declarando, com a palavra, é segundo a vontade de Deus. Pois, conforme vimos antes, o NOME de Jesus somente pode ser usado em situações de justiça e retidão, no que é conforme o seu NOME.
Portanto, ao expressar uma palavra de poder, você precisa discernir que essa palavra é segundo a vontade do Pai, crendo no NOME do Filho, e sob a unção do Espírito. Portanto:
Temos poder, através da palavra, quando ela é expressa segundo a vontade do Pai, na unção do Espírito Santo, e crendo no NOME de Jesus Cristo.
Usando palavras de poder
Muitos não entendem que, em certas circunstâncias, temos que usar uma palavra de poder, em vez de dirigirmos uma oração a Deus. Vemos nas Escrituras que o próprio SENHOR Jesus, nosso Mestre, fez uso de palavras de poder, em diversas ocasiões. Considere os seguintes exemplos:
(1) ‘Retira-te, Satanás, porque está escrito: ao SENHOR, teu Deus, adorarás, e só a ele darás culto.’ (Mt 4.10)
(2) ‘E ele, despertando, repreendeu o vento e disse ao mar: Acalma-te, emudece!’ (Mc 4.39)
(3) ‘Jesus disse a uma figueira sem fruto: ‘Nunca mais alguém coma fruto de ti.’ (Mc 11.14)
(4) ‘Espírito mudo e surdo, eu te ordeno: Sai deste jovem e nunca mais tomes a ele.’ (Mc 9.25)
(5) ‘Vendo-a Jesus, chamou-a e disse-lhe: Mulher, estás livre da tua enfermidade.’ (Lc 13.12)
(6) ‘Respondendo-lhe Pedro, disse: Se és tu, SENHOR, manda-me ir ter contigo, por sobre as águas. E ele disse: Vem!’ (Mt 14.28-29)
(7) ‘E... clamou em alta voz: Lázaro, vem para fora!’ (João 11.43)
Em todas essas situações, Jesus proferiu uma palavra de poder, mediante a qual um milagre, ou uma ação sobrenatural ocorreu:
• Na expulsão de Satanás (1).
• Interferindo em fenômenos naturais que estão trazendo problemas (2).
• Amaldiçoando (3).
• Ná libertação, expulsando espíritos malignos (4).
• Na cura de enfermidades (5).
• Determinando que alguma coisa acontecesse; no caso, quebrando leis naturais (6).
• Na ressurreição de mortos (7).
Algumas dessas palavras foram dirigidas a demônios e a Satanás; outras, a enfermidades; outras, a pessoas; e outras, ainda, até mesmo à natureza. Quando recebemos o poder decorrente de sermos filhos de Deus, recebernos o mesmo poder que Jesus tinha como o Filho de Deus. Ele mesmo disse:
‘Em verdade, em verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai.’ (João 14.12 - SBTB)
Sim, uma vez que somos filhos de Deus por crermos em Jesus, temos o direito de fazer as obras que Jesus fez; e, portanto, temos o direito de usar palavras de poder! Isso significa que, nesses casos, em vez de orarmos ao Pai, pedindo-lhe que faça alguma coisa, nós é que comandamos que aquilo seja feito! E fazemos isso com respeito a algo que seja da vontade do Pai, em nome de Jesus e no poder do Espírito.
Os cristãos da Igreja primitiva também operaram com palavras de poder, e eles eram homens. Acabo de citar, há pouco, um exemplo de Pedro, proferindo uma palavra de poder.
De fato, há vários exemplos na Bíblia do uso de palavras de poder, dentre os quais podemos destacar, além desse:
• ‘Enéias, Jesus Cristo te cura! Levanta-te e arruma o teu leito.’ (Por Pedro, em Atos 9.34.)
• ‘E, voltando-se para o corpo (que estava morto), disse: Tabita, levanta-te!1 (Também por Pedro, em Atos 9.40.)
• ‘Disse-lhe (a um paralítico) em alta voz: Apruma-te direito sobre os pés!’ (Por Pauío, em Atos 14.10.)
• ‘Então Paulo, já indignado, disse ao espírito: Em nome de Jesus Cristo, eu te mando: retira-te dela.’ (Atos 16.18.)
• ‘Paulo, cheio do Espírito Santo, fixando nele os olhos, disse: Ó filho do diabo, cheio de todo o engano e de toda a malícia, inimigo de toda a justiça ... Pois, agora, eis aí está sobre ti a mão do SENHOR, e ficarás cego, não vendo o sol por algum tempo’’ (Atos 13.10-11).
Até mesmo no Antigo Testamento encontramos o uso de palavras de poder por profetas (pois somente eles tinham a unção do Espírito, naquele tempo, diferentemente de hoje, que todos os crentes a têm):
• ‘Elias lhe disse: A farinha da tua panela não se acabará, e o azeite da tua botija não faltará, até o dia em que o SENHOR fizer chover sobre a terra.’ (À viúva de Sarepta - 1Rs 17.13,14)
• ‘Então, saiu ele ao manancial das águas e deitou sal nele, e disse: Assim diz o SENHOR: Tornei saudáveis estas águas; já não procederá daí morte nem esterilidade. Ficaram, pois, saudáveis aquelas águas,... segundo a palava que Eliseu tinha dito.’ (2Rs 2.21-22)
Concluímos assim que, em certos casos, é bíblico usarmos uma palavra de poder em vez de orar a Deus, pedindo-lhe que opere com o seu poder.
Como vimos, Pedro, diante daquele coxo, não o curou orando ao Pai. Ele comandou a cura com uma palavra de poder, sabendo que podia agir como filho de Deus, fazendo tal como Jesus fazia. Como estamos proferindo essa palavra em NOME de Jesus, é o SENHOR quem opera; nós somos apenas o instrumento que ele usa. Infelizmente, porém, numa cura física os crentes de hoje, em sua maioria não agem como os primeiros cristãos. Aliás, oram mais ou menos com aquelas palavras da oração que Pedro não fez. Não é verdade?
Agora eu lhe pergunto: Quando devemos usar uma palavra de poder? É só vermos as situações em que Jesus a usou, conforme destacado antes. De um modo geral, isso ocorreu ao enfrenentar uma situação maligna, ou adversa, determinando que alguma coisa acontecesse, e também para amaldiçoar ou abençoar.
E nós igualmente recebemos toda autoridade para resistir a todo mal, inclusive ao próprio diabo:
‘Eis aí vos dei autoridade... sobre TODO o PODER do maligno’ (Lc 10.19)
Nesta palavra de Jesus, ‘autoridade’ é exousia; e o ‘o ‘poder’ (do inimigo) é dynamis, no grego. Isto significa que Cristo nos deu autoridade e o poder sobre toda a força (dynamis) do inimigo. Ele nos deu, portanto, o direito de usarmos uma palavra de poder contra o diabo, apesar da força que ele possa ter. E isso é confirmado por Tiago:
‘Resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.’ (Tg 4.7b)
E esta escritura declara que, quando resistimos ao diabo (proferindo uma palavra de poder), só lhe resta fugir de nós!
Portanto, em tais situações, em que temos que resistir a um mal, o certo é enfrentarmos o problema com uma palavra de poder, e não ‘pedir a Deus para agir, para resolver o caso’!
Mas não somente podemos usar uma palavra de poder diante de uma situação negativa. Quando Jesus, andando sobre o mar disse a Pedro: ‘Vem!’, ele sabia que uma lei natural seria quebrada. E Pedro andou sobre as águas! Que poder a palavra tem!
Outro episódio interessante é o texto bíblico que nos relata a maldição que Jesus lançou sobre uma figueira (Marcos 11.13-14). Ao passarem no dia seguinte por aquele mesmo caminho, os discípulos tiveram uma surpresa:
‘E, passando eles pela manhã, viram que a figueira secara desde a raiz. Então, Pedro, lembrando-se, falou:
— Mestre, eis que a figueira que amaldiçoaste secou.
Ao que Jesus lhes disse:
— Tende fé em Deus; porque em verdade vos afirmo que, se alguém DISSER a este monte: Ergue-te e lança-te no mar, e não duvidar no seu coração, mas crer que se fará o que diz, assim será com ele.’ (Mc 11.20-23)
A figueira tinha ficado totalmente seca! Explicando, então, o que acontece quando usamos uma palavra de poder, Jesus afirmou que podemos remover até mesmo um monte com a palavra.
[...] E o que ele nos diz para fazer é dar urna ordem para o monte! Ele não nos diz para orarmos a Deus para que o SENHOR remova o monte. Ele nos dá poder para nós repreendermos o mal, para nós movermos o monte em seu NOME.
Isso podemos fazer, pois o SENHOR nos outorgou o direito de seu NOME (crendo nesse NOME!) Temos a sua procuração e, portanto, nós expressamos uma palavra, mas o poder é dele, é ele cera o milagre, é ele que atua, através do Espírito Santo.Jesus estava ensinando-nos que temos que fazer uso de palavras poder!"
Novo livro de Cindy Jacobs

A vida sobrenatural
Mensagem: Com entusiasmo, a apreciada autora Cindy Jacobs fala de sua impressionante experiência com o Espírito Santo e como sua vida foi transformada para sempre.
Você vai encontrar relatos sobre cura e outras manifestações de poder através do Espírito Santo de Deus. Apesar de abordar o assunto, o propósito do livro não é ensinar doutrinas sobre cura, falar em línguas ou qualquer outro ato miraculoso de Deus. A intenção da autora é mostrar que qualquer pessoa pode experimentar uma vida sobrenatural. Basta crer no Deus vivo, que nos capacite a viver essa experiência.
Através desse livro, Cindy não apenas fala sobre suas aventuras, mas, também cita algumas grandes personalidades cristãs como Aimee Semple MacPherson, John G. Lake, Maria Woodworth-Etter e Smith Wigglesworth.
Por que ler? Para aquele que crê em Deus, mais nunca experimentou o sobrenatural em sua vida, este livro não somente o apresentará à vida sobrenatural, como também implantará dentro dele o desejo de vivê-la.
Já aquele que não acredita em Deus ou não está convicto sobre os assuntos espirituais, poderá não compreender tudo neste livro, mas deve prosseguir e lê-lo mesmo assim, e terá um vislumbre da grandeza de Deus e, provavelmente, desejará conhecer mais.
Sobre a autora: Cindy Jacobs é fundadora e presidente do Generals International, um ministério internacional de oração que trabalha para construir movimentos de oração nas nações ao redor do mundo. Ela viaja intensamente falando e ministrando nas áreas de intercessão, batalha espiritual e reconciliação. Outros livros por ela escritos incluem os títulos Mulheres com um propósito e Desmascarando o ocultismo [ambos publicados pela Danprewan].
- À venda nas livrarias ou em http://www.danprewan.com.br/
Novo livro de Alcione Emerich
Heranças do passadoMensagem: As aparentes marcas de maldição que continuam nas vidas dos filhos de Deus seriam psicológicas ou seriam maldições visitadas por Deus sobre filhos e netos, tal como deparamos nos freqüentes textos do Antigo Testamento? Seriam estas marcas os açoites de um Pai amoroso que disciplina seus filhos para produzirem os frutos da justiça?
Este não é apenas mais um livro sensacionalista que aborda o assunto da herança maldita proveniente de práticas e palavras de antecessores ruins. É uma obra equilibrada, fruto de pesquisas e estudos bíblicos, que nos apresenta fundamentos teológicos e relatos práticos sobre o assunto.
Por que ler? Um estudo profundo e cuidadoso sobre maldições hereditárias e renúncias eficazes. O autor argumenta com base em suas investigações e experiência na área de aconselhamento espiritual.
“(...)Este livro se tornará uma referência em estudos e argumentação para aqueles que lidam diretamente com a área de aconselhamento espiritual(...)” Russel Shedd
Sobre o autor: Alcione Emerich é presidente do Secrai (Serviço Cristão de Aconselhamento Integral), onde tem atuado no treinamento de equipes e lideranças nas áreas de libertação e cura interior. Desde 1994, juntamente com sua equipe, tem visitado muitas igrejas no Brasil onde tem ministrado o seminário “Aprofundando a Libertação”, visando a cura e a restauração da igreja do Senhor Jesus Cristo. Lidera também a Rede Interdenominacional de Libertadores (RIL), composta de vários ministérios de libertação e com quase 1000 alunos formados nos cursos de especialização.
Possui bacharelado em Teologia pelo Seminário Teológico Evangélico Batista do Espírito Santo, formação em Psicoterapia pelo Instituto Kohler de Psicologia e atualmente estuda Filosofia na Universidade Federal do Espírito Santo. É autor dos livros Saindo do Cativeiro e Físico, Psicológico e Espiritual, ambos pela editora Danprewan.
- À venda nas livrarias ou em http://www.danprewan.com.br/
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Discurso e prática: viver o que fala 2
Consagração (Marta Kerr)
Seja o meu canto
para sempre só pra te louvar!
Seja tão somente, eternamente,
só pra te adorar.
Seja o recado
que tu tens, hoje, aqui para dar.
Mas possa eu trazer, na mente
que tu és quem o dás.
Seja minha vida
o padrão daquilo que eu falar.
No procedimento, o exemplo
aos fiéis levar.
Na pureza, grande,
e, também, na fé e no amor.
Mas possa eu lembrar-me sempre
que dependo de ti, ó Pai.
Seja o meu canto
para sempre só pra te louvar!
Seja tão somente, eternamente,
só pra te adorar.
Seja o recado
que tu tens, hoje, aqui para dar.
Mas possa eu trazer, na mente
que tu és quem o dás.
Seja minha vida
o padrão daquilo que eu falar.
No procedimento, o exemplo
aos fiéis levar.
Na pureza, grande,
e, também, na fé e no amor.
Mas possa eu lembrar-me sempre
que dependo de ti, ó Pai.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
3º Congresso Internacional Restaurando as raízes da Igreja do 1º Século
22, 23 e 24 de fevereiro de 2009, em Belo Horizonte, MG
Tema: Yeshua e a Torá
O Ministério Ensinando de Sião - BRASIL, em parceria com o Netvyah Bible Instruction Ministry - ISRAEL, tem o prazer de convidar você para participar do 3º Congresso Internacional - Restaurando as Raízes da Igreja do 1º Século. Desta vez com o tema: Yeshua (Jesus) e a Torá.
A quem se destina:
1. Líderes, pastores, seminaristas e estudiosos das Escrituras interessados em conhecer e aprender mais sobre as raízes bíblicas e judaicas da Fé;
2. Pessoas que entendem a grande necessidade de restauração do Corpo de Cristo em nossos dias e querem investir e trabalhar em prol do Reino, lutando para ver a Igreja novamente no mesmo poder e na mesma unção da Igreja do 1º século, relatada no livro de Atos;
3. A você que ama Israel e o povo judeu e deseja aprender mais sobre o relacionamento entre a Igreja e Israel, restaurando esse relacionamento à luz da Bíblia Sagrada.
Investimento:
R$ 70,00 (setenta reais) - incluindo material para anotações e coffee break entre as palestras. Preço especial para caravanas, entre em contato com: congresso@ensinandodesiao.org.br).
Localização:
Congregação Har Tzion
Av. Antônio Abraão Caran, 980, Pampulha (em frente ao Mineirão), Belo Horizonte, MG.
Informações:
http://www.congressorestauracao.com/
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Reforma X Restauração 2
O que e como restaurar em relação à Igreja do primeiro Século?
Marcelo M. Guimarães
Há muitos anos venho pensando nisto tudo, desde quando deixei o sistema religioso, no qual servia para procurar um tempo com D-us, na esperança que todo o meu passado religioso não fosse em vão, mas proveitoso para um bem comum, no caso, para meus irmãos da fé. Leia mais.
Marcelo M. Guimarães
Há muitos anos venho pensando nisto tudo, desde quando deixei o sistema religioso, no qual servia para procurar um tempo com D-us, na esperança que todo o meu passado religioso não fosse em vão, mas proveitoso para um bem comum, no caso, para meus irmãos da fé. Leia mais.
Discurso e prática: viver o que fala
"Não basta ser cristão. Tem que parecer cristão."
"Se você pregar as maiores verdades, mas não vivê-las, você é apenas o maior dos hipócritas, e a alma mais atormentada." Rick Joyner, em A Batalha final
“Alguns dos fatores mais óbvios para se abrir uma brecha na credibilidade são a disparidade entre as palavras e as ações”. John Edmund Haggai, em Cuidado com o que você chama de impossível
"'Não se deixem enganar: de Deus não se zomba. Pois o que o homem semear, isso também colherá' (Gálatas 6.7). Não só as sementes que plantamos voltam para nós, mas também retornam em medida muito maior que aquela em que a plantamos. Oséias 8.7 afirma: 'Eles semeiam vento e colhem tempestade'." Cindy Jacobs
Consagração (Marta Kerr)
Seja o meu canto
para sempre só pra te louvar!
Seja tão somente, eternamente,
só pra te adorar.
Seja o recado
que tu tens, hoje, aqui para dar.
Mas possa eu trazer, na mente
que tu és quem o dás.
Seja minha vida
o padrão daquilo que eu falar.
No procedimento, o exemplo
aos fiéis levar.
Na pureza, grande,
e, também, na fé e no amor.
Mas possa eu lembrar-me sempre
que dependo de ti, ó Pai.
"Se você pregar as maiores verdades, mas não vivê-las, você é apenas o maior dos hipócritas, e a alma mais atormentada." Rick Joyner, em A Batalha final
“Alguns dos fatores mais óbvios para se abrir uma brecha na credibilidade são a disparidade entre as palavras e as ações”. John Edmund Haggai, em Cuidado com o que você chama de impossível
"'Não se deixem enganar: de Deus não se zomba. Pois o que o homem semear, isso também colherá' (Gálatas 6.7). Não só as sementes que plantamos voltam para nós, mas também retornam em medida muito maior que aquela em que a plantamos. Oséias 8.7 afirma: 'Eles semeiam vento e colhem tempestade'." Cindy Jacobs
Consagração (Marta Kerr)
Seja o meu canto
para sempre só pra te louvar!
Seja tão somente, eternamente,
só pra te adorar.
Seja o recado
que tu tens, hoje, aqui para dar.
Mas possa eu trazer, na mente
que tu és quem o dás.
Seja minha vida
o padrão daquilo que eu falar.
No procedimento, o exemplo
aos fiéis levar.
Na pureza, grande,
e, também, na fé e no amor.
Mas possa eu lembrar-me sempre
que dependo de ti, ó Pai.
Lavem-se! Limpem-se!
"Lavem-se! Limpem-se! Removam suas más obras para longe da minha vista! Parem de fazer o mal, aprendam a fazer o bem! Busquem a justiça, acabem com a opressão. Lutem pelos direitos do órfão, defendam a causa da viúva. 'Venham, vamos refletir juntos', diz o Eterno. 'Embora os seus pecados sejam vermelhos como escarlate, eles se tornarão brancos como a neve; embora sejam rubros como púrpura, como a lã se tornarão. Se vocês estiverem dispostos a obedecer, comerão os melhores frutos desta terra; mas, se resistirem e se rebelarem, serão devorados pela espada.' Pois o Eterno é quem fala!" Isaías 1.16-20
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Julguem com cuidado
"Quando Josafá, rei de Judá, voltou em segurança ao seu palácio em Jerusalém, o vidente Jeú, filho de Hanani, saiu ao seu encontro e lhe disse: 'Será que você devia ajudar os ímpios e amar aqueles que odeiam o Eterno? Por causa disso, a ira do Eterno está sobre você. Contudo, existe em você algo de bom, pois você livrou a terra dos postes sagrados e buscou ao Eterno de todo o seu coração'. Josafá morava em Jerusalém; e percorreu de novo a nação, desde Berseba até os montes de Efraim, fazendo-o voltar para o Eterno, o Pai dos seus antepassados. Ele nomeou juízes em cada uma das cidades fortificadas de Judá, dizendo-lhes: 'Considerem atentamente aquilo que fazem, pois vocês não estão julgando para o homem, mas para o Eterno, que estará com vocês sempre que derem um veredicto. Agora, que o temor do Eterno esteja sobre vocês. Julguem com cuidado, pois o Eterno, o nosso Pai, não tolera nem injustiça nem parcialidade nem suborno'. Também em Jerusalém nomeou Josafá alguns dos levitas, dos sacerdotes e dos chefes de famílias israelitas para julgarem questões da lei do Eterno e resolverem pendências dos habitantes. Deu-lhes as seguintes ordens: 'Vocês devem servir com fidelidade e com coração íntegro, no temor do Eterno. Em cada causa que chegar a vocês da parte dos seus irmãos israelitas das outras cidades, seja de derramamento de sangue, sejam questões referentes à lei, aos mandamentos, aos decretos ou às ordenanças, vocês deverão adverti-los de que não pequem contra o Eterno; caso contrário, a ira dele virá sobre vocês e sobre eles. Façam assim, e vocês não pecarão. Amarias, o sumo sacerdote, estará com vocês para decidir qualquer questão relacionada com o Eterno; Zebadias, filho de Ismael, líder da tribo de Judá, estará com vocês para decidir qualquer questão civil; e os levitas atuarão como oficiais diante de vocês. Cumpram seus deveres com coragem, e esteja o Eterno com aqueles que agirem corretamente'." 2Crônicas 19.1-11
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Avivamentos começam com purificação e julgamento
"Eu creio que há indicações crescentes de que nosso Pai está a ponto de mandar um avivamento, mas contrário ao entendimento popular, os avivamentos freqüentemente começam com purificação e julgamento entre os crentes (1Pedro 4.17). Um quebrantamento profundo e a purificação normalmente precedem o fluir de um genuíno avivamento." Gregory Frizzell, em Liberando o fluir do avivamento
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
A sujeição mútua é natural à vida cristã
"Não nos equivoquemos. Se você estiver funcionando de acordo com a vontade de Deus, estará mutuamente sujeito aos irmãos com quem se reúne. E com muito gosto receberá ajuda e conselho dos irmãos que te levam a dianteira no Senhor.
Bem entendido, a sujeição mútua não é idealista. É prática e vital. Existe quando uma pedra vivente da casa do Senhor recebe humildemente, de uma maneira viva, ajuda e conselho de outras pedras viventes. Deriva-se da consciência sóbria de que por causa de sua ligação com teus irmãos e irmãs em Cristo, as ações e atitudes deles afetam profundamente às suas.
Deste modo, a sujeição mútua cria uma cultura que estima a liderança espiritual mas não a torna absoluta. Reage à autoridade espiritual sem convertê-la num instrumento de controle.
'Relação responsável' e 'responsabilidade relacional' governadas pela sujeição mútua, revelam-se espiritualmente sãs e mutuamente enriquecedoras. Não há nada parecido com isso na prática moderna da “cobertura” hierárquica." Frank Viola, em Quem é tua cobertura
Bem entendido, a sujeição mútua não é idealista. É prática e vital. Existe quando uma pedra vivente da casa do Senhor recebe humildemente, de uma maneira viva, ajuda e conselho de outras pedras viventes. Deriva-se da consciência sóbria de que por causa de sua ligação com teus irmãos e irmãs em Cristo, as ações e atitudes deles afetam profundamente às suas.
Deste modo, a sujeição mútua cria uma cultura que estima a liderança espiritual mas não a torna absoluta. Reage à autoridade espiritual sem convertê-la num instrumento de controle.
'Relação responsável' e 'responsabilidade relacional' governadas pela sujeição mútua, revelam-se espiritualmente sãs e mutuamente enriquecedoras. Não há nada parecido com isso na prática moderna da “cobertura” hierárquica." Frank Viola, em Quem é tua cobertura
domingo, 7 de dezembro de 2008
Ele não prega metade daquilo que vive!
"Quando Deus abençoou Andrew Murray e a Igreja Reformada com um avivamento no Cabo, e o Espírito desceu e operou poderosamente, Murray enfrentou muita oposição. Sempre digo que se pode medir a profundidade da obra de Deus pela quantidade de perseguição que ela enfrenta. Se não há muita oposição, Deus não tem feito muito também. Alguns pastores da mesma Igreja de Murray disseram que ele ensinava uma doutrina falsa, que havia saído dos trilhos. E nomearam duas pessoas para ir visitá-lo por duas semanas e investigar o assunto. As acusações eram que ele era muito extremado, e que o padrão de vida cristã que ele ensinava era muito alto. Depois que eles passaram duas semanas com Andrew Murray, voltaram e deram o relatório: 'Irmãos, ele não prega metade daquilo que vive! Quem está lá e vê como eles vivem, só pode dizer isto – que eles não pregam o que vivem'. Isto é bom! É bem melhor ser como a rainha de Sabá, que quando chegou à presença do rei Salomão e viu seu reino disse: 'Não me disseram metade daquilo que vejo!' Mas todos temos a tendência de falar e professar mais do que somos realmente, do que fazemos e o que valemos. Precisamos ter cuidado." Erlo Stegen, em Avivamento na África do Sul
O batismo com água não transforma a língua
"Eu me lembro das palavras do doutor Edwin Orr, em 1952 ou 53 em Pretória, em um enorme culto ao ar livre. Ele fez algo estranho. Convidou um pastor da Igreja Reformada para vir à frente, juntamente com um pastor batista. Perguntou-lhes: 'No batismo, qual de vocês usa mais água?' Eu disse comigo mesmo, 'Essa não! Como é que um doutor pode fazer uma coisa destas?' Mas eu não devia ter feito tal pergunta! Ele continuou, 'Vejam, não faz diferença a quantidade de água usada para batizar as pessoas. Infelizmente, a língua continua seca!'. O batismo com água não transforma a língua. Crianças batizadas na infância, ou mesmo adultos, às vezes dizem coisas que não deviam estar jamais nos lábios de um crente. O batismo com fogo é o de maior eficácia." Erlo Stegen, em Avivamento na África do Sul
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Frases do Encontro Apostólico
Santiago Lastra
"O Pai está nos chamando para uma transição de meninos para a maturidade."
"O Pai não nos chama para ser cristãos. Ele nos chama para ser filhos do Eterno."
"Os cristãos não mudam uma cidade. Os filhos do Eterno mudam uma cidade."
"Precisamos fazer a transição de ovelhas para discípulos, de cristãos para filhos do Eterno."
"O que os teólogos não sabem eles inventam."
"Salvação é de graça. Unção, santificação, purificação, deserto, têm preço: nossa vida."
"O Messias não nos mandou fazer amigos. Ele nos mandou fazer discipulos."
"Os fariseus se ofendem com a verdade."
"Precisamos ser maduros para receber autoridade."
"O Pai não traz sua glória a um corpo dividido e não-restaurado."
John Boney
"Todas as coisas do passado são boas. Mas o Pai tem muito mais nós."
"O Messias vem como chuva. E chuva é o rio de água viva dentro de nós, que sai da nossa boca. Chuva é palavra, é ensino." (Dt 32.1,2; Os 5.3)
"A semente da geração do Messias, que está escondida na terra por séculos, aguarda a chuva."
"Eu não vou morrer até cumprir o propósito do Pai na Terra."
"Não morra com a unção."
"Sacerdotes, purifiquem-se, porque o juízo do Eterno vem."
"O maná velho mata."
"Você não pode levar o povo aonde você não foi."
"O Pai está nos chamando para uma transição de meninos para a maturidade."
"O Pai não nos chama para ser cristãos. Ele nos chama para ser filhos do Eterno."
"Os cristãos não mudam uma cidade. Os filhos do Eterno mudam uma cidade."
"Precisamos fazer a transição de ovelhas para discípulos, de cristãos para filhos do Eterno."
"O que os teólogos não sabem eles inventam."
"Salvação é de graça. Unção, santificação, purificação, deserto, têm preço: nossa vida."
"O Messias não nos mandou fazer amigos. Ele nos mandou fazer discipulos."
"Os fariseus se ofendem com a verdade."
"Precisamos ser maduros para receber autoridade."
"O Pai não traz sua glória a um corpo dividido e não-restaurado."
John Boney
"Todas as coisas do passado são boas. Mas o Pai tem muito mais nós."
"O Messias vem como chuva. E chuva é o rio de água viva dentro de nós, que sai da nossa boca. Chuva é palavra, é ensino." (Dt 32.1,2; Os 5.3)
"A semente da geração do Messias, que está escondida na terra por séculos, aguarda a chuva."
"Eu não vou morrer até cumprir o propósito do Pai na Terra."
"Não morra com a unção."
"Sacerdotes, purifiquem-se, porque o juízo do Eterno vem."
"O maná velho mata."
"Você não pode levar o povo aonde você não foi."
Mais sobre a corte
Noivos se beijam pela primeira vez no dia do casamento. Leia mais. (Antena Gospel)
Testemunhos da campanha Minha Esperança
Leia os testemunhos de pessoas e igrejas que participaram da campanha. (Antena Gospel)
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Dica de site e livro sobre o Reino
"O Grão de Trigo é um ministério de ensino dedicado ao corpo de Cristo no mundo inteiro. Através deste site você tem acesso completo e gratuito a todas as publicações do David W. Dyer. Dentre os temas que tem marcado o seu ministério destaca-se: o crescimento espiritual, a Igreja, o Reino de Deus e a profecia bíblica acerca dos últimos dias."
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Meus livros preferidos
- ANDERS, Max E. Guerra espiritual em 12 lições. São Paulo: Vida
- ANDERSON, Neil e HOOK, Pete & Sue. Proteção espiritual para seus filhos. São Paulo: Quadrangular
- ANDRADE, Milton Azevedo. Plena Paz. São Paulo: IFC
- ANDRADE, Milton Azevedo. Santidade e poder
- ANDRADE, Milton Azevedo. Vida em abundância. São Paulo: IFC
- BARNA, George. Revolução
- BORGES, Marcos de Souza. A face oculta do amor. Curitiba: Ágape Produções
- BORGES, Marcos de Souza. O Avivamento do odre novo. Curitiba: Ágape Produções
- BROWN, Rebecca e YODER, Daniel. Firmado na Rocha
- BROWN, Rebecca. Cavando trincheiras. São Paulo: Naós
- BROWN, Rebecca. Ele veio para libertar os cativos. Belo Horizonte: WW Editorial
- BROWN, Rebecca. Maldições não quebradas. Rio de Janeiro: Danprewan
- BROWN, Rebecca. Prepare-se para a guerra. Rio de Janeiro: Danprewan
- BROWN, Rebecca. Vaso para honra
- COLE, Neil. Igreja orgânica
- COOKE, Graham. Desenvolvendo seu Dom Profético. Rio de Janeiro: Danprewan
- DAWSON, John. O que os cristãos devem saber sobre reconciliação. Rio de Janeiro: Danprewan
- DE BONIS, Débora Vitório. Libertação é confissão de pecados. Danprewan
- EDWARDS, Gene. Perfil de três reis. São Paulo: Vida
- EMERICH, Alcione. Saindo do cativeiro. Rio de Janeiro: Danprewan
- FERRELL, Ana Méndez. Comei da minha carne, bebei do meu sangue
- FRIZZEL, Gregory R. Desenvolvendo uma vida poderosa de oração
- FRIZZEL, Gregory R. Retorno à santidade
- GUIMARÃES, Marcelo Miranda. Restaurando doutrinas da Igreja do primeiro Século
- GUIMARÃES, Marcelo Miranda. Trazendo a Igreja de volta às suas raízes bíblicas e judaicas
- HAGGARD, Ted. Propósito Principal. Rio de Janeiro: Danprewan
- HAMON, Bill. Apóstolos e profetas
- HAWARD, Chris. Águas purificadoras. Rio de Janeiro: Danprewan
- JACOBS, Cindy. Mulheres com um propósito. Rio de Janeiro: Danprewan
- JOYNER, Rick. A Batalha final. Rio de Janeiro: Danprewan
- JOYNER, Rick. A Chamada final. Rio de Janeiro: Danprewan
- JOYNER, Rick. A Colheita. Rio de Janeiro: Danprewan
- JOYNER, Rick. A Visão profética para o século 21. Rio de Janeiro: Danprewan
- JOYNER, Rick. O Ministério apostólico. Rio de Janeiro: Danprewan
- LAWRENCE, Irmão, FRANK, Laubach. Praticando a presença de Deus
- LUDY, Eric e Leslie. Romance à maneira de Deus
- LUDY, Eric e Leslie. Sua perfeita fidelidade
- MASTRAL, Daniel e Isabela. Voz do que clama no deserto 1 e 2
- MASTRAL, Daniel. Filho do fogo, volume 1. São Paulo: Naós
- MASTRAL, Daniel. Filho do fogo, volume 2. São Paulo: Naós
- MASTRAL, Daniel. Guerreiros da luz, volume 1. São Paulo: Naós
- MASTRAL, Daniel. Guerreiros da luz, volume 2. São Paulo: Naós
- MASTRAL, Daniel. Rastros do oculto. São Paulo: Nãos
- MEYER, Joyce. Eu e minha boca grande
- PERETTI, Frank E. Este mundo tenebroso1 e 2. São Paulo: Vida
- STEGEN, Erlo. Avivamento na África do Sul
- TENNEY, Tommy. Os caçadores de Deus
- TENNEY, Tommy. Os descobridores de Deus
- VIOLA, Frank. Cristianismo pagão
- WAGNER, Doris (org). Como ministrar libertação. São Paulo: Vida
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Defesa Civil também recebe doações para vítimas da chuva
Sede da Defesa Civil, na rua Visconde de Santa Isabel, 32, em Vila Isabel. No Rio de Janeiro.
Defesa Civil manda 27 toneladas de doações para Santa Catarina
Bruna Talarico, JB Online
http://jbonline.terra.com.br/extra/2008/11/28/e281129417.html
RIO - Um caminhão com 27 toneladas de doações foi enviado, na manhã desta sexta-feira, à Santa Catarina pela Defesa Civil.
Segundo o coronel Evandro Sarno, constavam na remessa 350 colchões, 2 geladeiras, alimentos de consumo imediato e roupas e calçados, recebidos desde semana passada pelo órgão.
A Defesa Civil também enviará, na tarde de hoje, cerca de 300 kg de alimentos a Rio Bonito. São alimentos que necessitam preparo, como arroz e feijão, e que não se adequam às necessidades de Santa Catarina.
As doações podem ser enviadas à sede da Defesa Civil na Rua Visconde de Santa Isabel, 32, em Vila Isabel. No Rio de Janeiro, não há ocorrências graves, mas devido à inconstância do clima, o estado é de alerta.
- Estamos em estado de atenção. Por causa das constantes chuvas, o terreno fica mais vulnerável - alerta Sarno. - É uma tranquilidade instável.
Defesa Civil manda 27 toneladas de doações para Santa Catarina
Bruna Talarico, JB Online
http://jbonline.terra.com.br/extra/2008/11/28/e281129417.html
RIO - Um caminhão com 27 toneladas de doações foi enviado, na manhã desta sexta-feira, à Santa Catarina pela Defesa Civil.
Segundo o coronel Evandro Sarno, constavam na remessa 350 colchões, 2 geladeiras, alimentos de consumo imediato e roupas e calçados, recebidos desde semana passada pelo órgão.
A Defesa Civil também enviará, na tarde de hoje, cerca de 300 kg de alimentos a Rio Bonito. São alimentos que necessitam preparo, como arroz e feijão, e que não se adequam às necessidades de Santa Catarina.
As doações podem ser enviadas à sede da Defesa Civil na Rua Visconde de Santa Isabel, 32, em Vila Isabel. No Rio de Janeiro, não há ocorrências graves, mas devido à inconstância do clima, o estado é de alerta.
- Estamos em estado de atenção. Por causa das constantes chuvas, o terreno fica mais vulnerável - alerta Sarno. - É uma tranquilidade instável.
Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro recolhe doações para Santa Catarina
Operação de apoio às vítimas das enchentes ocorridas em Santa Catarina
Publicado em 27/11/2008
Seção: Notícias da SubSEDEC
Este subsecretário de Estado da Defesa Civil e comandante-geral do CBMERJ, torna público que a partir do dia 27 Nov 2008, as Unidades Operacionais do CBMERJ abaixo elencadas passarão a receber doações dos materiais abaixo relacionadas, que visam atender as vítimas das enchentes ocorridas em Santa Catarina.
MATERIAIS ÚTEIS:
GOCG - Grupamento Opercional do Comando Geral - Pça. da República, 45 - Centro - RJ;
1º GBM - Humaitá - Rua Humaitá, 126;
2º GBM - Méier - Rua Aristides Caire, 56;
3º GBM - Niterói - Rua Marquês do Paraná, 134 - Centro;
4º GBM - Nova Iguaçú - Av. Governador Roberto da Silveira, 1221 - Posse;
8º GBM - Campinho - Rua Domingos Lopes, 336;
11º GBM - Vila Isabel - Rua 8 de dezembro, 456;
DBM 2/11 - Grajaú - Rua Marechal Jofre, 80;
12º GBM - Jacarepaguá - Rua Henriqueta, 99 - Tanque;
13º GBM - Campo Grande - Av. Cesário de Mello, 3.226;
17º GBM - Copacabana - Rua Xavier da Silveira, 120;
19º GBM - Ilha do Governador - Est. do Galeão, s/nº - Guarabú;
2º GMar - Barra da Tijuca - Av. Lucio Costa, s/nº;
3º GMar - Copacabana - Pça. Cel Eugênio Franco, 02;
1º GBS - Barra da Tijuca - Av. Ayrton Senna, 2001;
DGDeC - Pça. da Bandeira - Av. Oswaldo Aranha, 156;
Publicado em 27/11/2008
Seção: Notícias da SubSEDEC
Este subsecretário de Estado da Defesa Civil e comandante-geral do CBMERJ, torna público que a partir do dia 27 Nov 2008, as Unidades Operacionais do CBMERJ abaixo elencadas passarão a receber doações dos materiais abaixo relacionadas, que visam atender as vítimas das enchentes ocorridas em Santa Catarina.
MATERIAIS ÚTEIS:
- Fralda descartável (pacote);
- Absorvente (pacote);
- Água mineral;
- Alimentos não perecíveis (arroz, feijão, óleo de soja, açúcar, pó de café, macarrão e leite em pó);
- Produtos de limpeza (sabão em pó, cloro, sabão em barra, balde);
- Higiene pessoal (creme dental, sabonete, escova dental, papel higiênico);
- Roupas (casacos, calças e camisas unisex e roupas de crianças unisex);
- Sapatos, chinelos, sandálias (aos pares, amarrados uns aos outros).
GOCG - Grupamento Opercional do Comando Geral - Pça. da República, 45 - Centro - RJ;
1º GBM - Humaitá - Rua Humaitá, 126;
2º GBM - Méier - Rua Aristides Caire, 56;
3º GBM - Niterói - Rua Marquês do Paraná, 134 - Centro;
4º GBM - Nova Iguaçú - Av. Governador Roberto da Silveira, 1221 - Posse;
8º GBM - Campinho - Rua Domingos Lopes, 336;
11º GBM - Vila Isabel - Rua 8 de dezembro, 456;
DBM 2/11 - Grajaú - Rua Marechal Jofre, 80;
12º GBM - Jacarepaguá - Rua Henriqueta, 99 - Tanque;
13º GBM - Campo Grande - Av. Cesário de Mello, 3.226;
17º GBM - Copacabana - Rua Xavier da Silveira, 120;
19º GBM - Ilha do Governador - Est. do Galeão, s/nº - Guarabú;
2º GMar - Barra da Tijuca - Av. Lucio Costa, s/nº;
3º GMar - Copacabana - Pça. Cel Eugênio Franco, 02;
1º GBS - Barra da Tijuca - Av. Ayrton Senna, 2001;
DGDeC - Pça. da Bandeira - Av. Oswaldo Aranha, 156;
Eles amarão muito, porque de muitas coisas eles foram perdoados
"Assim como o inimigo tentou destruir Moisés e Jesus matando crianças, sua atual investida através de abortos, drogas e enfermidades é uma tentativa desesperadora de destruir esses mensageiros, antes que se tornem maduros. Alguns deles serão os que foram arrastados pela escória do pecado humano, por traumas e por desespero antes de se terem despertado. Eles amarão muito, porque de muitas coisas eles foram perdoados, e por terem sido libertos de muitas amarras. Com a profundidade que o inimigo tenha posto neles as suas bases, o Eterno os alcançará e os encherá após a sua libertação." Rick Joyner, em A Colheita
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